Linguine – Cores e texturas

Os pequeninos da Educação Infantil – Maternal I, construíram juntos essa bela composição artística, batizada de LINGUINE, nome escolhido por todos, após uma pequena eleição!  Muitas cores, muitas possibilidades e pura emoção.

O objetivo dessa proposta era sentir as cores,  vivenciar o trabalho em equipe, estimulando os pequenos artistas a dividir o espaço simultaneamente, apresentar as diversas possibilidades de cores através das misturas e aperfeiçoar a coordenação motora ao picar os jornais, que nesse caso desenvolviam a função de pincéis na pintura da obra.

Vamos começar acalmando a turma, uns minutinhos de relaxamento direcionado (falas que trazem tranquilidade e calma), sons da natureza, sons futuristas instrumentais. Vamos fazer em um ambiente externo, de preferencia próximo a área verde da escola. Caso não haja esse espaço, crie com sua imaginação e sons.

O diálogo para direcionar as etapas é essencial, deixar claro todo processo antes de iniciar e durante fazer algumas intervenções explicativas, ajudam as crianças a desenvolverem autonomia e compreensão lógica  do que estamos tento “realizar”, nada de fazer por eles, ou limitá-los, o foco é o sentir, para isso a liberdade de expressão é o nosso ponto de partida, mas com muita personalidade e carisma a educadora, poderá direcionar o entendimento, questionando:

Os papéis que picamos chamam-se jornal ! Olha a textura do papel? É fina? É fácil de picar?  O papel picado servirá para o quê? Você gosta de mexer com tinta? Goste de pegar a tinta com as mãos? Gosta de misturar a tinta? Vamos pintar com calma e sabedoria? Todos juntos ao mesmo tempo! Vamos respeitar uns aos outros e lembrarmos que essa obra é de todos! 

Confira:

 

Reaproveitando uma tela doada, jornais velhos e muita criatividade!

No final após a obra seca (outro dia), vimos no livro: The Illustrated Story of Art, pinturas abstratas. E falamos de cores e movimento.

Vamos agora nos transformar em azul….

 

 

 

 

Crianças brasileiras estão entre as que menos exploram a natureza

Meninos e meninas são capazes de passar horas a fio mexendo na terra, na água, construindo um castelo de areia, brincando com um tatuzinho, com um graveto, uma flor, ou fazendo uma fogueira. O que esse fascínio pela natureza pode nos dizer sobre as crianças, sobre nós e o mundo?

A segunda roda de conversa da Ciranda de Filmes aconteceu no dia 22 de maio no Cine Livraria Cultura e propôs a reflexão sobre essas questões. O pediatra Ricardo Ghelman, o artista plástico e pesquisador das práticas da criança, Gandhy Piorski e Rita Mendonça, sócia-diretora do Instituto Romã conversaram  com Fernanda Figueiredo, idealizadora e curadora da Ciranda de Filmes.

natureza

Rita Mendonça iniciou o bate-papo exemplificando como nós, seres humanos, estamos ligados à natureza de uma maneira tão visceral. “Desde o útero, o embrião humano passa por diversos estágios. Logo na formação somos parecidíssimos com o embrião do peixe, depois com o embrião do réptil e só depois ficamos parecidos com os outros mamíferos e mais no final da gestação é que o feto vai tomando as características de ser humano”, justificou.

Segundo Rita, muitos cientistas acreditam que é possível  fazer um paralelo entre o tempo de transformação dos seres humanos e o tempo de desenvolvimento das espécies que nos antecederam. “Então, somos natureza demais da conta. Isso, para mim, já seria argumento suficiente para entendermos a importância do contato com a natureza”.

“Vivemos atualmente em um mundo tão urbanizado, industrializado, globalizado e virtualizado, que esse extremo afastamento da natureza pode nos trazer muitas sequelas, ponderou Rita.

Muitas pesquisas nas áreas médicas, psicológicas e pedagógicas estão evidenciando a importância da natureza e a diferença que faz quando a criança tem contato com ela comparando com aquelas que não tem. Rita afirmou que as enfermidades que estão virando comuns na infância como o transtorno de hiper atividade, déficit de atenção, depressão, pressão alta e diabetes está diretamente relacionado com a falta de natureza.

Em vários momentos da conversa, o pesquisador Gandhy comentou sobre os brinquedos não estruturados, chamados por ele de “brinquedos das entranhas” e ponderou que imaginação e natureza são uma mesma força. Ele descreveu como as crianças do interior do sertão estudam a anatomia dos bichos . “Eu cresci no Maranhão amazônico e brincava de esgarçar os sapos. As crianças fogem para laboratório clandestinos e vão abrir os bichos para ver o que tem dentro. Bachelard diz assim: ‘Se nós soubéssemos dar às crianças e perceber o sonho das crianças nós não lhe daríamos brinquedos de falso peso’. São os brinquedos de matéria artificial, são falsos, não tem vitalidade material, então as crianças vão logo quebrando para ver o que tem dentro”

Confira algumas filmes indicados peloa convidados e que tratam da criança e da natureza: “Do Lado de Fora: Lições de um Jardim da Infância na Floresta” e “Feral“.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/cirandadefilmes/indicacao/criancas-brasileiras-estao-entre-as-que-menos-exploram-a-natureza/

Richard Louv: ‘Pediatras estão começando a prescrever natureza’

“As experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos”

Em recente passagem pelo Brasil, o jornalista e ativista Richard Louv, que é autor de nove livros, e fundador da Children & Nature Network, participou do I Seminário Criança e Natureza e convocou famílias, educadores, formuladores de políticas públicas e gestores públicos a partirem para a ação. “A consciência [em relação à importância do contato com a natureza] tem crescido ao longo da última década, mas precisamos avançar mais rapidamente para um modo de ação”.

O Catraquinha conversou com ele sobre caminhos para aproximar famílias da natureza, educação infantil, políticas públicas inovadoras, cidades para crianças e muito mais, confira:

Você é jornalista, como escolheu sua causa e tornou-se um ativista?

Richard Louv: Eu cresci em Missouri e no Kansas, e sempre passei muito tempo com meu cachorro no bosque que havia no entorno do local onde morávamos. Por isso, pude perceber, ainda menino, o quanto esse tipo de experiência era importante. No começo dos anos 80, durante minha pesquisa para um livro, entrevistei por volta de três mil crianças e seus pais por todos os Estados Unidos, nos centros urbanos, periferias e áreas rurais. E o tema da relação das crianças com a natureza sempre vinha à tona, tanto nas salas de aula, quanto nas casas das famílias.  Eu não pude deixar de notar a crescente separação entre o jovem e o mundo natural, e as implicações sociais, espirituais, psicológicas e ambientais desta mudança. E, por fim, havia as perguntas dos meus próprios filhos sobre as mudanças que eles mesmos observavam.

Poderia mencionar algum estudo científico importante que mostre evidências de que brincar na natureza impacta positivamente a saúde e o desenvolvimento das crianças?

Richard Louv: As pesquisas sobre o tema têm se expandido muito nos últimos anos. O mundo acadêmico está olhando para esse assunto há pouco tempo, então a maioria das evidências é de co-relação, não causal, embora haja uma tendência de apontar para uma direção: de que as experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos.

As pesquisas sugerem fortemente que o tempo na natureza pode ajudar muitas crianças a aprender a construir a confiança em si mesmos; reduzir os sintomas de Déficit de Atenção e Hiperatividade; acalmar crianças e ajudá-las a se concentrar.

Escolas com espaços para brincadeiras e aprendizado ao ar livre impactam positivamente os resultados acadêmicos das crianças. Há, também, indícios de que as brincadeiras ao ar livre podem reduzir o bullying, assim como obesidade infantil e excesso de peso, por oferecerem outros benefícios para a saúde psicológica e física.

O tempo gasto na natureza não é, obviamente, uma cura para tudo, mas pode ser uma grande ajuda, especialmente para as crianças que são forçadas por circunstâncias além de seu controle.

Qual é a sua opinião sobre a pediatria contemporânea?

Richard Louv: Os pediatras estão entre os profissionais de saúde mais abertos à ideia de atividade natureza como uma forma de terapia e prevenção de problemas de saúde. Eles estão começando a “prescrever” a natureza. O Dr. Robert Zarr , de Washington criou um extenso banco de dados sobre parques urbanos da lá para compartilhar com outros pediatras que queiram indicar para as famílias.

Há alguma política pública que você considere inovadora e que contribua para aproximar as famílias da natureza? 

Richard Louv: Estamos vendo progresso. Um exemplo é a “Every kid in a Park” (Toda criança em um Parque, em tradução livre), uma política pública do governo americano, que oferece um passe anual gratuito para qualquer parque nacional para crianças e suas famílias. Também estamos vendo os pediatras “prescreverem” a natureza para as famílias. Em Washington, em 2012, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando é um direito de toda criança ter uma ligação positiva com a natureza.

Na sua opinião, como seria a cidade perfeita para a infância?

Richard Louv: Uma em que nossas vidas estivessem tão imersa na natureza todos os dias como estamos imersos na tecnologia. Não há uma cidade perfeita, ainda. A Children & Nature Network está em uma nova parceria com a Liga Nacional de Cidades, com uma adesão de mais de 19 mil prefeitos e outras autoridades municipais,  com o objetivo de determinar o que constitui uma cidade rica em natureza, determinar parâmetros para avaliar e acompanhar a evolução dessas cidades, e capacitar futuros prefeitos e outros líderes cívicos. Eu gostaria de desafiar cada uma das cidades do Brasil a desafiarem a si mesmas a se tornarem a melhor cidade do país para crianças e natureza – ou a cidade mais rica em natureza no mundo.

Como a educação infantil pode contribuir para trazer as crianças mais perto da natureza?

Richard Louv:  Além da pesquisa que eu mencionei anteriormente, outros estudos têm relatado, escolas que usam salas de aula ao ar livre, ganhos no aprendizado das crianças em diferentes matérias e também melhorias em habilidades relativas à resolução de problemas, pensamento crítico e tomada de decisão melhorada. Além disso, há estudos que sugerem que o tempo em ambientes naturais também estimula a criatividade das crianças.

crianca_e_natureza_2

Em 2005 você lançou o ” Transtorno Nature Defict “, desde então se tornou uma voz importante disseminar esse conceito . Que progressos foram alcançados? E o que você espera alcançar?

Richard Louv:  Estou animado com o progresso em todo o mundo, da China para os EUA para o Brasil. No Brasil, o Instituto Alana, lançou o seu mais novo projeto,Criança e Natureza, que será um ponto focal de ações e debates sobre o tema. Mas, em última análise, nosso progresso será medido menos pelo número de programas e mais pela extensão da mudança cultural. Tenho o prazer de informar que, em 2012, a União Internacional para a conservação da natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando que toda criança tem o direito humano a uma conexão positiva com a natureza.

 

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/defender/indicacao/richard-louv-pediatras-estao-comecando-prescrever-natureza/

 

Uma escola diferente: na Suíça, crianças aprendem totalmente ao ar livre. Saiba mais

O que uma escola precisa para ser uma escola? Salas, cadeiras, mesas, professores, alunos? Mais ou menos. Esta escola infantil na Suiça não tem salas, cadeiras e mesas. As crianças que estudam ali e seus professores se sentam na grama da floresta local, brincam e aprendem sempre ao ar livre (inclusive nos dias de inverno).

 

escola-suica

Ali, as crianças são instigadas a transformar a natureza em um espaço para brincar. Além disso, no currículo da escola estão lições de sobrevivência na floresta, e os pequenos aprendem a fazer uma fogueira e a cortar madeira.

A iniciativa vem fazendo tanto sucesso, que virou um documentário chamado ‘School’s Out: Lessons From a Forest Kindergarden’ (na tradução livre: ‘Escola ao ar livre: lições de um jardim de infância na floresta’).

Abaixo você confere o trailer do filme. As legendas são em inglês e, mesmo que você não entenda o que é falado, vale assistir pelas imagens, transmitem muito do clima da escola.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/uma-escola-diferente-na-suica-criancas-aprendem-totalmente-ao-ar-livre-saiba-mais/

Técnica mista Sustentável -Felicidade Eudaimonia

Técnica mista e sustentável, afinal quase 90% do material foi reaproveitado e a obra realizada de forma compartilhada!

Os alunos criaram suas obras de acordo com a proposta estabelecida:

Vocês estão livres para criar neste suporte (tela velha), o que quiserem…Trabalhando em equipe!

Deixar que as crianças façam suas composições de acordo com suas emoções, sem mostra referencias artísticas,  pode ser um caminho ousado para uns, mais a liberdade total de expressão, ajuda na criatividade e exerce no cérebro “prazeres cognitivos” estimulando os dois hemisférios cerebrais, a neurociência já provou isso. A felicidade está no ato de compartilhar, dividir, ajudar o próximo, vivenciar o bem-estar com outras pessoas, transcender o individualismo.

A BUSCA DE PRAZER DE FORMA HEDÔNICA ALTERA O PADRÃO DE EXPRESSÃO GENÉTICA DE MANEIRA SEMELHANTE AO ESTRESSE, ENQUANTO A FELICIDADE LIGADA AO SENTIDO, OU EUDAIMONIA, TURBINA O SISTEMA IMUNE

A nova ciência da Psicologia Positiva tem ampliado seus estudos em diferentes domínios, incluindo pesquisas em Neurociências. Uma das questões fundamentais para a Psicologia Positiva é o avanço na compreensão científica da felicidade. O conceito de bem-estar subjetivo, atualmente, se desdobra em duas importantes vertentes. Os psicólogos positivos distinguem entre dois tipos essenciais de bem-estar subjetivo, a felicidade eudaimônica e a hedônica. Enquanto a felicidade hedônica se refere primariamente à somatória das experiências afetivas positivas vivenciadas por um indivíduo, a felicidade eudaimônica, um conceito originalmente formulado por Aristóteles, envolve um senso de propósito e direcionamento da vida para alcançar um potencial. A eudaimonia é um tipo de felicidade mais profunda, que resulta do esforço feito em direção a algo maior que tenha sentido para a pessoa, algo com nobreza na proposta e que ultrapasse a simples autogratificação.

Para saber mais:
Fredrickson, B. L. et al. A functional genomic perspective on human well-being, PNAS – Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 110, n. 33, p. 13684-13689, July 29, 2013.

Confira:

Este slideshow necessita de JavaScript.

Objetivo:

Criar sem limitação, trabalhar a criatividade.

Fundamental I e II

Materiais  sustentáveis diversos, tinta guache e tinta acrílica, suporte- tela usada, spray, amor e compartilhamento.

 

Brincar é universal: brincadeiras tradicionais de vários estados

Elástico, corda, esconde-esconde, pião, amarelinha, casinha e pega-pega. Essas brincadeiras já fizeram parte da sua infância e provavelmente ainda fazem parte da vida dos seus filhos. Mas você sabia que cada região possui uma brincadeira típica?

Uma criança que mora em São Paulo provavelmente não brinca das mesmas coisas que uma criança de do Ceará, Espirito Santo e Acre, mas existem brincadeiras que resistiram ao tempo e atravessaram gerações. Para provar isso, alguns projetos já se dispuseram a documentar e difundir as brincadeiras das diversas regiões do Brasil. É o caso do “Mapa do Brincar” e do “Território do Brincar” que viajaram o país para documentar as culturas da infância.

Para que essas brincadeiras não caiam em extinção e sigam encantando crianças e adultos, Catraquinha e Passatempo sugerem uma lista de brincadeiras tradicionais para conhecer e brincar. Relacionar-se com essas brincadeiras é importante para conhecer de onde viemos e a cultura de cada região.  As crianças aprendem, ainda, a dividir, cooperar, ganhar ou perder.

Brincadeiras de vários cantos do país.

Confira

Região Norte
Batatinha frita – brincadeira do Rio Branco, no Acre

Todos pulam e cantam a música “Batatinha frita/Frita na manteiga, 1, 2, 3 / Se mexer vai para o xadrez”. Quando ela termina, as crianças têm que ficar como estátuas, porque quem se mexe sai da brincadeira e vai para o xadrez. Ganha quem conseguir ficar completamente parado até a música começar de novo.

Região Nordeste
Brincadeira de Elástico

Em Acupe (BA), o elástico é feito com vários pedaços de pano amarrado. Dá para brincar com duas, três, quatro ou mais pessoas. É preciso ter agilidade para saber o momento exato que de deve saltar, pisar e enroscar os pés no elástico. Confira o vídeo registrado pelo Território do Brincar.

Região Sudeste
Múmia em ação – brincadeira que se originou em Pontalinda, São Paulo

Um participante vai jogando a bola para o outro e ninguém pode deixar a bola cair. Quando uma pessoa deixa a bola cair pela primeira vez, ela fica “doente”.
Se deixar cair uma segunda vez, ela “morre”. Na terceira vez, a pessoa “vira a múmia”. Quem vira múmia tem que pegar a bola e tentar acertar algum participante. Se ela acertar, o participante que foi queimado sai da brincadeira. Se errar, quem sai é a múmia. Quem ficar por último ganha o jogo.

Região Sul
Jogo da memória – brincadeira que se originou em Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Um participante começa dizendo uma frase como “Eu pulo corda”. O próximo tem que repetir a frase e acrescentar outra informação: “Eu pulo corda e jogo bola”. O terceiro repete tudo e acrescenta mais alguma coisa: “Eu pulo corda, jogo bola e pulo amarelinha”. Quem errar a sequencia sai da brincadeira.

Região Centro Oeste
Rei da Lata – brincadeira que se originou em Ponta Porã no Mato Grosso do Sul

Em volta de um poste, o grupo de jogadores desenha um círculo, que será o mundo. Depois, eles colocam uma lata dentro do círculo. Um dos participantes chuta a lata longe. A criança que foi escolhida para ser o pegador vai buscá-la e volta de costas. Enquanto isso, os outros se escondem. Quando o pegador acha alguém, ele pega a lata e bate no poste, dizendo “1, 2, 3, e o nome da pessoa”. Para salvar todos, um dos jogadores que estavam escondidos precisa chegar até a lata antes do pegador, tirá-la do chão e bater no poste três vezes dizendo “salve, salve”.

Todas as regiões
Brincadeiras de palmas

De forma ritmada e alegre, o desafio de coordenar palmas, canto e brincadeira com um ou mais amigos é universal. O Território do Brincar registou as diversas brincadeiras de bater palma. Confira o vídeo.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/brasil/manual-de-brincadeiras/indicacao/brincar-e-universal-brincadeiras-tradicionais-de-varios-estados/