Indonésia constrói biblioteca gratuita com duas mil embalagens de sorvete usadas

Quando se trata de incentivar a leitura, vale tudo! Bibliotecas itinerantes em lugares inusitados e até mesmo nos pontos de ônibus da cidade. Quando a iniciativa ainda consegue aliar educação à reutilização de materiais que iriam para o lixo, bingo. Nós amamos!

biblioteca

É o caso da adorável biblioteca construída na Indonésia com 2 mil embalagens de sorvete vazias. Idealizado pela empresa de arquitetura SHAU Bandung, o projeto faz parte de um protótipo de empreendimento que prevê a construção de mais bibliotecas parecidas por todo o país.

O objetivo da iniciativa é fomentar o hábito da leitura entre a população indonésia, que segundo pesquisas anda lendo cada vez menos. O prédio servirá como um espaço cultural, onde as pessoas podem ter acesso gratuito a livros, cursos e outras mídias.

E mais: a biblioteca foi construída a partir de simples técnicas de construção. Graças ao clima local, não é preciso sequer se preocupar com a climatização do espaço. A disposição dos potes de sorvete foi pensada para permitir uma ventilação naturalmente agradável. Além disso, o material permite também a incidência de luz do sol, dispensando uso de eletricidade. Pra crítico nenhum botar defeito!

Fonte: http://thegreenestpost.bol.uol.com.br/biblioteca-da-indonesia-e-construida-com-2-mil-embalagens-de-sorvete-reutilizadas/

Uma escola diferente: na Suíça, crianças aprendem totalmente ao ar livre. Saiba mais

O que uma escola precisa para ser uma escola? Salas, cadeiras, mesas, professores, alunos? Mais ou menos. Esta escola infantil na Suiça não tem salas, cadeiras e mesas. As crianças que estudam ali e seus professores se sentam na grama da floresta local, brincam e aprendem sempre ao ar livre (inclusive nos dias de inverno).

 

escola-suica

Ali, as crianças são instigadas a transformar a natureza em um espaço para brincar. Além disso, no currículo da escola estão lições de sobrevivência na floresta, e os pequenos aprendem a fazer uma fogueira e a cortar madeira.

A iniciativa vem fazendo tanto sucesso, que virou um documentário chamado ‘School’s Out: Lessons From a Forest Kindergarden’ (na tradução livre: ‘Escola ao ar livre: lições de um jardim de infância na floresta’).

Abaixo você confere o trailer do filme. As legendas são em inglês e, mesmo que você não entenda o que é falado, vale assistir pelas imagens, transmitem muito do clima da escola.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/uma-escola-diferente-na-suica-criancas-aprendem-totalmente-ao-ar-livre-saiba-mais/

Escola é refeita com containers para ensinar sustentabilidade

Ao completar 50 anos, a pré-escola Ogura Asahi , que fica em Saitama, no Japão, precisou fazer uma reforma para se adaptar às normas de segurança contra terremoto. As mudanças necessárias foram também uma oportunidade para transformar o espaço em uma verdadeira aula (e exemplo) de sustentabilidade.

Na reforma, o que era possível de ser mantido da estrutura anterior permaneceu, e o restante foi refeito com containers reaproveitados -isso para demonstrar às crianças a importância da eficiência no uso de materiais e recursos naturais.

As árvores que existiam no terreno também foram preservadas no projeto, permanecendo em locais onde as crianças pudessem ver e brincar.

A nova estrutura da escola agora é composta por espaços abertos e conectados, para que todos, adultos e crianças, possam ver e valorizar todas as atividades que acontecem no local, além de integrarem os espaços cobertos aos abertos.

Confira imagens do local:

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/escola-e-refeita-com-containers-para-ensinar-sustentabilidade/

Técnica mista Sustentável -Felicidade Eudaimonia

Técnica mista e sustentável, afinal quase 90% do material foi reaproveitado e a obra realizada de forma compartilhada!

Os alunos criaram suas obras de acordo com a proposta estabelecida:

Vocês estão livres para criar neste suporte (tela velha), o que quiserem…Trabalhando em equipe!

Deixar que as crianças façam suas composições de acordo com suas emoções, sem mostra referencias artísticas,  pode ser um caminho ousado para uns, mais a liberdade total de expressão, ajuda na criatividade e exerce no cérebro “prazeres cognitivos” estimulando os dois hemisférios cerebrais, a neurociência já provou isso. A felicidade está no ato de compartilhar, dividir, ajudar o próximo, vivenciar o bem-estar com outras pessoas, transcender o individualismo.

A BUSCA DE PRAZER DE FORMA HEDÔNICA ALTERA O PADRÃO DE EXPRESSÃO GENÉTICA DE MANEIRA SEMELHANTE AO ESTRESSE, ENQUANTO A FELICIDADE LIGADA AO SENTIDO, OU EUDAIMONIA, TURBINA O SISTEMA IMUNE

A nova ciência da Psicologia Positiva tem ampliado seus estudos em diferentes domínios, incluindo pesquisas em Neurociências. Uma das questões fundamentais para a Psicologia Positiva é o avanço na compreensão científica da felicidade. O conceito de bem-estar subjetivo, atualmente, se desdobra em duas importantes vertentes. Os psicólogos positivos distinguem entre dois tipos essenciais de bem-estar subjetivo, a felicidade eudaimônica e a hedônica. Enquanto a felicidade hedônica se refere primariamente à somatória das experiências afetivas positivas vivenciadas por um indivíduo, a felicidade eudaimônica, um conceito originalmente formulado por Aristóteles, envolve um senso de propósito e direcionamento da vida para alcançar um potencial. A eudaimonia é um tipo de felicidade mais profunda, que resulta do esforço feito em direção a algo maior que tenha sentido para a pessoa, algo com nobreza na proposta e que ultrapasse a simples autogratificação.

Para saber mais:
Fredrickson, B. L. et al. A functional genomic perspective on human well-being, PNAS – Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 110, n. 33, p. 13684-13689, July 29, 2013.

Confira:

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Objetivo:

Criar sem limitação, trabalhar a criatividade.

Fundamental I e II

Materiais  sustentáveis diversos, tinta guache e tinta acrílica, suporte- tela usada, spray, amor e compartilhamento.

 

Escola cria campanha de financiamento para tornar-se sustentável

O coletivo Organicidade e a Morada da Floresta foram procurados pelo Centro de Educação Infantil – CEI Jamir Dagir, localizada na zona oeste de São Paulo, em busca de apoio técnico para se tornar uma instituição exemplar em práticas sustentáveis.

Foi aí que surgiu a oportunidade de implementar uma proposta pedagógica que inclua a questão ambiental e que contribua para mudar atitudes e hábitos rumo a uma cultura de maior sustentabilidade. Isto quer dizer: possibilitar que as crianças de zero a três anos se desenvolvam plenamente por meio do contato livre e direto com a natureza, criar espaços educadores sustentáveis, implementar boas práticas como a compostagem de 100% dos resíduos orgânicos da escola e disseminar estas iniciativas à toda comunidade escolar por meio de parcerias.

Parquinho do CEI Jamir Dagir.

Para fazer com o projeto se torne realidade, o coletivo criou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Catarse.  A meta é arrecadar R$ 14.300.

  • Clique aqui para apoiar.

Com o dinheiro arrecadado, serão oferecidas oficinas de educação ambiental e criado um sistema de reciclagem dos resíduos orgânicos com professores e crianças para ensinar a importância do contato com a natureza. Entenda aqui as etapas e como o trabalho será realizado.

“Iniciar este projeto ignifica reconhecer e honrar a escola como polo irradiador de uma cultura de sustentabilidade. Honrar a criança que, por viver no mar de concreto que é São Paulo, acaba se distanciando de sua essência; criança é natureza”, afirmou o coletivo.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/escola-cria-campanha-de-financiamento-para-tornar-se-sustentavel/

Brincar é universal: brincadeiras tradicionais de vários estados

Elástico, corda, esconde-esconde, pião, amarelinha, casinha e pega-pega. Essas brincadeiras já fizeram parte da sua infância e provavelmente ainda fazem parte da vida dos seus filhos. Mas você sabia que cada região possui uma brincadeira típica?

Uma criança que mora em São Paulo provavelmente não brinca das mesmas coisas que uma criança de do Ceará, Espirito Santo e Acre, mas existem brincadeiras que resistiram ao tempo e atravessaram gerações. Para provar isso, alguns projetos já se dispuseram a documentar e difundir as brincadeiras das diversas regiões do Brasil. É o caso do “Mapa do Brincar” e do “Território do Brincar” que viajaram o país para documentar as culturas da infância.

Para que essas brincadeiras não caiam em extinção e sigam encantando crianças e adultos, Catraquinha e Passatempo sugerem uma lista de brincadeiras tradicionais para conhecer e brincar. Relacionar-se com essas brincadeiras é importante para conhecer de onde viemos e a cultura de cada região.  As crianças aprendem, ainda, a dividir, cooperar, ganhar ou perder.

Brincadeiras de vários cantos do país.

Confira

Região Norte
Batatinha frita – brincadeira do Rio Branco, no Acre

Todos pulam e cantam a música “Batatinha frita/Frita na manteiga, 1, 2, 3 / Se mexer vai para o xadrez”. Quando ela termina, as crianças têm que ficar como estátuas, porque quem se mexe sai da brincadeira e vai para o xadrez. Ganha quem conseguir ficar completamente parado até a música começar de novo.

Região Nordeste
Brincadeira de Elástico

Em Acupe (BA), o elástico é feito com vários pedaços de pano amarrado. Dá para brincar com duas, três, quatro ou mais pessoas. É preciso ter agilidade para saber o momento exato que de deve saltar, pisar e enroscar os pés no elástico. Confira o vídeo registrado pelo Território do Brincar.

Região Sudeste
Múmia em ação – brincadeira que se originou em Pontalinda, São Paulo

Um participante vai jogando a bola para o outro e ninguém pode deixar a bola cair. Quando uma pessoa deixa a bola cair pela primeira vez, ela fica “doente”.
Se deixar cair uma segunda vez, ela “morre”. Na terceira vez, a pessoa “vira a múmia”. Quem vira múmia tem que pegar a bola e tentar acertar algum participante. Se ela acertar, o participante que foi queimado sai da brincadeira. Se errar, quem sai é a múmia. Quem ficar por último ganha o jogo.

Região Sul
Jogo da memória – brincadeira que se originou em Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Um participante começa dizendo uma frase como “Eu pulo corda”. O próximo tem que repetir a frase e acrescentar outra informação: “Eu pulo corda e jogo bola”. O terceiro repete tudo e acrescenta mais alguma coisa: “Eu pulo corda, jogo bola e pulo amarelinha”. Quem errar a sequencia sai da brincadeira.

Região Centro Oeste
Rei da Lata – brincadeira que se originou em Ponta Porã no Mato Grosso do Sul

Em volta de um poste, o grupo de jogadores desenha um círculo, que será o mundo. Depois, eles colocam uma lata dentro do círculo. Um dos participantes chuta a lata longe. A criança que foi escolhida para ser o pegador vai buscá-la e volta de costas. Enquanto isso, os outros se escondem. Quando o pegador acha alguém, ele pega a lata e bate no poste, dizendo “1, 2, 3, e o nome da pessoa”. Para salvar todos, um dos jogadores que estavam escondidos precisa chegar até a lata antes do pegador, tirá-la do chão e bater no poste três vezes dizendo “salve, salve”.

Todas as regiões
Brincadeiras de palmas

De forma ritmada e alegre, o desafio de coordenar palmas, canto e brincadeira com um ou mais amigos é universal. O Território do Brincar registou as diversas brincadeiras de bater palma. Confira o vídeo.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/brasil/manual-de-brincadeiras/indicacao/brincar-e-universal-brincadeiras-tradicionais-de-varios-estados/

 

‘Ser bebê é natural’ leva pequenos para explorar a natureza -07/09 às 09:30

O Encontro Ser Criança é Natural é um projeto que permite às crianças ter contato direto e sensível com a natureza acompanhadas de seus familiares. No dia 7 de setembro, quarta-feira, é a vez dos bebês de até 20 meses brincarem com a natureza como protagonistas explorando e descobrindo no Parque Alfredo Volpi.

O projeto é uma iniciativa do Instituto Romã e é gerido pela bióloga Rita Mendonça e a pedagoga Carol Thomé. Para garantir sua participação inscreva-se neste link.

Crianças que brincam na natureza regularmente são mais felizes e saudáveis, possuem boa convivência social e têm melhor desempenho escolar.

Criança e natureza

Um documento divulgado pela organização Children & Nature Network em 2009 mostra pesquisas do mundo todo que revelam dados como a diminuição do tempo que as crianças brincam fora de casa e o aumento do tempo dedicado às mídias eletrônicas. Dentre os estudos, um aponta o Brasil entre os três países cujas as crianças exploram a natureza com menos frequência.

Agenda

Ser bebê é natural
Onde
Parque Alfredo Volpi
http://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/turismo_parques_alfredo-volpi

Rua Engenheiro Oscar Americano, 480
Cidade Jardim
São Paulo – SP
(11) 3031-7052

Ver no mapa

  • Qua 07/09 às 09:30
  1. Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/sp/agenda/gratis/ser-bebe-e-natural-leva-pequenos-para-explorar-natureza/

A ARTE DO PONTILHISMO CONSCIENTE

A arte na educação deve promover experiências livres, sem levar em consideração o resultado final, pautado em princípios estéticos!

 Quando partimos desse foco, estamos LIVRES! A arte livre é feita com amor e com o coração! Sem EGO e sem estética (mais “entrega” por favor), vamos fazer e deixar a emoção da liberdade comandar os gestos dos pinceis e a parceria da coletividade emanar energia positiva ao universo, contagiando a sala, o corredor, a escola… sem angustias, sem receios, sem apreciações, apenas sinta o TODO na experiência do fazer.  Todos podemos ser artistas de alma…

Chega de arte doentia, de glorificar artistas depressivos, suicidas, depravados, doentes emocionais…. Que buscaram na negatividade a LUZ, e encontraram a  cegueira da ilusão, afundando-se no desespero, até quando a dor  será sinônimo de arte.  Pinturas que vibram: emoções depressivas, traumas, angustias, apelos, medos, covardia, socorro, vazio emocional e puro EGO. Muitas vezes rotuladas por Marchand, como  algo excepcional, mas de fato, o valor é o capital que se pode ganhar com seu “xaveco”.

Enfim: Dói, essa cegueira coletiva que alimenta essa industria corrosiva!

Podemos usar diversas técnicas, como eu usei o pontilhismo, nesta ação artística.

 

O Planeta necessita de arte de alma LUCIDA, de AMOR INCONDICIONAL, de COMPAIXÃO, DE LIBERDADE ….sem EGO.

A liberdade de não se querer nada em troca… apenas sentir essa corrente positiva no TODO!

Q dia lindo e especial… quando todos entendem a proposta o silêncio fala na consciência de cada envolvido.

 

Obrigada meus queridos por fazerem o meu dia tão feliz e único.

 

 

 

 

O brincar tá na escola

O documentário relata que as brincadeiras são as fontes necessárias para construção:

  • social;
  • emocional;
  • intelectual;
  • motora;

O inventar possibilitará aspectos enriquecedores na vida do individuo. Vamos brincar!

Fome de Brincadeira na Educação

Educação se faz com liberdade de expressão, assim, garantiremos o pão!

Para matar a fome da conscientização.

A brincadeira é o prato mais saudável que podemos oferecer,

Pois nessa receita os ingredientes serão improvisados, fácil  de se obter.

A criança tem fome de educação,

A criança tem fome de brincar com emoção,

A criança tem fome de estudar com o coração.

 Com carinho e confiança, assim, veremos o sorriso no rosta da  criança!

A criança precisa de espaço,

Com outras crianças para formar-se um laço.

Que enfeitará a sua vida para sempre…

Guardando na memória os momentos sorridentes.

Gabriela Diaz

Caramba Carambola o Brincar tá na Escola

Os alunos precisam saber disso!

Uma verdade que não estará nas apostilas… muito menos em livros didáticos. Mas  educadores que acreditam na educação como fonte de conhecimento, devem  compartilhar essa mensagem!

  • A mentira em que vivemos – Legendado
  • O grande ditador – Legendado.
  • Robert Happé – Não pense sinta