NATAL – RetroDIskt Mensagens…

Os estudantes do fundamental I foram os responsáveis por deixar uma mensagem de Natal humana e solidária… Com móbiles feitos de disquetes enfeitamos as salas e corredores….

Mensagens de amor…. Afinal podemos falar da mensagem natalina  sem misturar religião!

Material:

  • Disquete velho (doação)
  • Tinta relevo (verde, vermelho e branco) – sobra
  • Fio de Naylon

 

ECOYOGA – MÊS DA LUA

Os pequenos no mês de novembro aprenderam sobre a Lua. Descobriram que a Lua é um escudo natural da Terra, como acontece o eclipse lunar, uma canção para contemplar a Lua.  As fases da lua, como elas interferem nas águas e em nós, e a importância de cuidar do nosso Planeta e do Universo. Posturas e asanas… Aquecimento com a corrida da Estrela Cadente.

Uma viagem divertida à Lua com muita imaginação, criatividade e cores.

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Viagem à escola do século XXI: conheça 80 escolas inovadoras

Uma jornada inspiradora pela educação no mundo. Esta é a proposta do livro “Viagem à escola do século XXI – Assim trabalham os colégios mais inovadores do mundo”, escrito pelo psicólogo e Alfredo Hernando Calvo. Desde 2013 o pesquisador dirige o projeto escuela21.org: uma viagem
que o levou a conhecer e a experimentar as escolas mais inovadoras de todo
o mundo.

O livro está disponível para download gratuito aqui, e o leitor vai conhecer 80 exemplos de ações transformadoras realizadas em escolas ao redor do mundo. A narrativa é desenvolvida no formato de um diário de bordo e é possível vivenciar o dia-a-dia dos estabelecimentos, seus desafios, evidências e métodos de inovação. É como se o leitor, que é também um viajante neste processo, estivesse pessoalmente em cada um dos locais retratados.

O livro aponta que, em pleno século XXI, um ensino baseado somente na transmissão de informação já não atende aos anseios das novas gerações, que pedem por novos espaços, novos métodos e novas maneiras mais colaborativas de extrair conhecimentos relevantes da informação que nos cerca. Assim, conseguem potencializar competências e desenvolver novas habilidades.

Para o educadores, a publicação também oferece sugestões de atividades simples e diretas para o dia a dia na escola.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/viagem-escola-do-seculo-xxi-conheca-80-escolas-inovadoras/

Richard Louv: ‘Pediatras estão começando a prescrever natureza’

“As experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos”

Em recente passagem pelo Brasil, o jornalista e ativista Richard Louv, que é autor de nove livros, e fundador da Children & Nature Network, participou do I Seminário Criança e Natureza e convocou famílias, educadores, formuladores de políticas públicas e gestores públicos a partirem para a ação. “A consciência [em relação à importância do contato com a natureza] tem crescido ao longo da última década, mas precisamos avançar mais rapidamente para um modo de ação”.

O Catraquinha conversou com ele sobre caminhos para aproximar famílias da natureza, educação infantil, políticas públicas inovadoras, cidades para crianças e muito mais, confira:

Você é jornalista, como escolheu sua causa e tornou-se um ativista?

Richard Louv: Eu cresci em Missouri e no Kansas, e sempre passei muito tempo com meu cachorro no bosque que havia no entorno do local onde morávamos. Por isso, pude perceber, ainda menino, o quanto esse tipo de experiência era importante. No começo dos anos 80, durante minha pesquisa para um livro, entrevistei por volta de três mil crianças e seus pais por todos os Estados Unidos, nos centros urbanos, periferias e áreas rurais. E o tema da relação das crianças com a natureza sempre vinha à tona, tanto nas salas de aula, quanto nas casas das famílias.  Eu não pude deixar de notar a crescente separação entre o jovem e o mundo natural, e as implicações sociais, espirituais, psicológicas e ambientais desta mudança. E, por fim, havia as perguntas dos meus próprios filhos sobre as mudanças que eles mesmos observavam.

Poderia mencionar algum estudo científico importante que mostre evidências de que brincar na natureza impacta positivamente a saúde e o desenvolvimento das crianças?

Richard Louv: As pesquisas sobre o tema têm se expandido muito nos últimos anos. O mundo acadêmico está olhando para esse assunto há pouco tempo, então a maioria das evidências é de co-relação, não causal, embora haja uma tendência de apontar para uma direção: de que as experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos.

As pesquisas sugerem fortemente que o tempo na natureza pode ajudar muitas crianças a aprender a construir a confiança em si mesmos; reduzir os sintomas de Déficit de Atenção e Hiperatividade; acalmar crianças e ajudá-las a se concentrar.

Escolas com espaços para brincadeiras e aprendizado ao ar livre impactam positivamente os resultados acadêmicos das crianças. Há, também, indícios de que as brincadeiras ao ar livre podem reduzir o bullying, assim como obesidade infantil e excesso de peso, por oferecerem outros benefícios para a saúde psicológica e física.

O tempo gasto na natureza não é, obviamente, uma cura para tudo, mas pode ser uma grande ajuda, especialmente para as crianças que são forçadas por circunstâncias além de seu controle.

Qual é a sua opinião sobre a pediatria contemporânea?

Richard Louv: Os pediatras estão entre os profissionais de saúde mais abertos à ideia de atividade natureza como uma forma de terapia e prevenção de problemas de saúde. Eles estão começando a “prescrever” a natureza. O Dr. Robert Zarr , de Washington criou um extenso banco de dados sobre parques urbanos da lá para compartilhar com outros pediatras que queiram indicar para as famílias.

Há alguma política pública que você considere inovadora e que contribua para aproximar as famílias da natureza? 

Richard Louv: Estamos vendo progresso. Um exemplo é a “Every kid in a Park” (Toda criança em um Parque, em tradução livre), uma política pública do governo americano, que oferece um passe anual gratuito para qualquer parque nacional para crianças e suas famílias. Também estamos vendo os pediatras “prescreverem” a natureza para as famílias. Em Washington, em 2012, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando é um direito de toda criança ter uma ligação positiva com a natureza.

Na sua opinião, como seria a cidade perfeita para a infância?

Richard Louv: Uma em que nossas vidas estivessem tão imersa na natureza todos os dias como estamos imersos na tecnologia. Não há uma cidade perfeita, ainda. A Children & Nature Network está em uma nova parceria com a Liga Nacional de Cidades, com uma adesão de mais de 19 mil prefeitos e outras autoridades municipais,  com o objetivo de determinar o que constitui uma cidade rica em natureza, determinar parâmetros para avaliar e acompanhar a evolução dessas cidades, e capacitar futuros prefeitos e outros líderes cívicos. Eu gostaria de desafiar cada uma das cidades do Brasil a desafiarem a si mesmas a se tornarem a melhor cidade do país para crianças e natureza – ou a cidade mais rica em natureza no mundo.

Como a educação infantil pode contribuir para trazer as crianças mais perto da natureza?

Richard Louv:  Além da pesquisa que eu mencionei anteriormente, outros estudos têm relatado, escolas que usam salas de aula ao ar livre, ganhos no aprendizado das crianças em diferentes matérias e também melhorias em habilidades relativas à resolução de problemas, pensamento crítico e tomada de decisão melhorada. Além disso, há estudos que sugerem que o tempo em ambientes naturais também estimula a criatividade das crianças.

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Em 2005 você lançou o ” Transtorno Nature Defict “, desde então se tornou uma voz importante disseminar esse conceito . Que progressos foram alcançados? E o que você espera alcançar?

Richard Louv:  Estou animado com o progresso em todo o mundo, da China para os EUA para o Brasil. No Brasil, o Instituto Alana, lançou o seu mais novo projeto,Criança e Natureza, que será um ponto focal de ações e debates sobre o tema. Mas, em última análise, nosso progresso será medido menos pelo número de programas e mais pela extensão da mudança cultural. Tenho o prazer de informar que, em 2012, a União Internacional para a conservação da natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando que toda criança tem o direito humano a uma conexão positiva com a natureza.

 

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/defender/indicacao/richard-louv-pediatras-estao-comecando-prescrever-natureza/

 

Técnica mista Sustentável -Felicidade Eudaimonia

Técnica mista e sustentável, afinal quase 90% do material foi reaproveitado e a obra realizada de forma compartilhada!

Os alunos criaram suas obras de acordo com a proposta estabelecida:

Vocês estão livres para criar neste suporte (tela velha), o que quiserem…Trabalhando em equipe!

Deixar que as crianças façam suas composições de acordo com suas emoções, sem mostra referencias artísticas,  pode ser um caminho ousado para uns, mais a liberdade total de expressão, ajuda na criatividade e exerce no cérebro “prazeres cognitivos” estimulando os dois hemisférios cerebrais, a neurociência já provou isso. A felicidade está no ato de compartilhar, dividir, ajudar o próximo, vivenciar o bem-estar com outras pessoas, transcender o individualismo.

A BUSCA DE PRAZER DE FORMA HEDÔNICA ALTERA O PADRÃO DE EXPRESSÃO GENÉTICA DE MANEIRA SEMELHANTE AO ESTRESSE, ENQUANTO A FELICIDADE LIGADA AO SENTIDO, OU EUDAIMONIA, TURBINA O SISTEMA IMUNE

A nova ciência da Psicologia Positiva tem ampliado seus estudos em diferentes domínios, incluindo pesquisas em Neurociências. Uma das questões fundamentais para a Psicologia Positiva é o avanço na compreensão científica da felicidade. O conceito de bem-estar subjetivo, atualmente, se desdobra em duas importantes vertentes. Os psicólogos positivos distinguem entre dois tipos essenciais de bem-estar subjetivo, a felicidade eudaimônica e a hedônica. Enquanto a felicidade hedônica se refere primariamente à somatória das experiências afetivas positivas vivenciadas por um indivíduo, a felicidade eudaimônica, um conceito originalmente formulado por Aristóteles, envolve um senso de propósito e direcionamento da vida para alcançar um potencial. A eudaimonia é um tipo de felicidade mais profunda, que resulta do esforço feito em direção a algo maior que tenha sentido para a pessoa, algo com nobreza na proposta e que ultrapasse a simples autogratificação.

Para saber mais:
Fredrickson, B. L. et al. A functional genomic perspective on human well-being, PNAS – Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 110, n. 33, p. 13684-13689, July 29, 2013.

Confira:

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Objetivo:

Criar sem limitação, trabalhar a criatividade.

Fundamental I e II

Materiais  sustentáveis diversos, tinta guache e tinta acrílica, suporte- tela usada, spray, amor e compartilhamento.

 

Escola cria campanha de financiamento para tornar-se sustentável

O coletivo Organicidade e a Morada da Floresta foram procurados pelo Centro de Educação Infantil – CEI Jamir Dagir, localizada na zona oeste de São Paulo, em busca de apoio técnico para se tornar uma instituição exemplar em práticas sustentáveis.

Foi aí que surgiu a oportunidade de implementar uma proposta pedagógica que inclua a questão ambiental e que contribua para mudar atitudes e hábitos rumo a uma cultura de maior sustentabilidade. Isto quer dizer: possibilitar que as crianças de zero a três anos se desenvolvam plenamente por meio do contato livre e direto com a natureza, criar espaços educadores sustentáveis, implementar boas práticas como a compostagem de 100% dos resíduos orgânicos da escola e disseminar estas iniciativas à toda comunidade escolar por meio de parcerias.

Parquinho do CEI Jamir Dagir.

Para fazer com o projeto se torne realidade, o coletivo criou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Catarse.  A meta é arrecadar R$ 14.300.

  • Clique aqui para apoiar.

Com o dinheiro arrecadado, serão oferecidas oficinas de educação ambiental e criado um sistema de reciclagem dos resíduos orgânicos com professores e crianças para ensinar a importância do contato com a natureza. Entenda aqui as etapas e como o trabalho será realizado.

“Iniciar este projeto ignifica reconhecer e honrar a escola como polo irradiador de uma cultura de sustentabilidade. Honrar a criança que, por viver no mar de concreto que é São Paulo, acaba se distanciando de sua essência; criança é natureza”, afirmou o coletivo.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/escola-cria-campanha-de-financiamento-para-tornar-se-sustentavel/

Brincar é universal: brincadeiras tradicionais de vários estados

Elástico, corda, esconde-esconde, pião, amarelinha, casinha e pega-pega. Essas brincadeiras já fizeram parte da sua infância e provavelmente ainda fazem parte da vida dos seus filhos. Mas você sabia que cada região possui uma brincadeira típica?

Uma criança que mora em São Paulo provavelmente não brinca das mesmas coisas que uma criança de do Ceará, Espirito Santo e Acre, mas existem brincadeiras que resistiram ao tempo e atravessaram gerações. Para provar isso, alguns projetos já se dispuseram a documentar e difundir as brincadeiras das diversas regiões do Brasil. É o caso do “Mapa do Brincar” e do “Território do Brincar” que viajaram o país para documentar as culturas da infância.

Para que essas brincadeiras não caiam em extinção e sigam encantando crianças e adultos, Catraquinha e Passatempo sugerem uma lista de brincadeiras tradicionais para conhecer e brincar. Relacionar-se com essas brincadeiras é importante para conhecer de onde viemos e a cultura de cada região.  As crianças aprendem, ainda, a dividir, cooperar, ganhar ou perder.

Brincadeiras de vários cantos do país.

Confira

Região Norte
Batatinha frita – brincadeira do Rio Branco, no Acre

Todos pulam e cantam a música “Batatinha frita/Frita na manteiga, 1, 2, 3 / Se mexer vai para o xadrez”. Quando ela termina, as crianças têm que ficar como estátuas, porque quem se mexe sai da brincadeira e vai para o xadrez. Ganha quem conseguir ficar completamente parado até a música começar de novo.

Região Nordeste
Brincadeira de Elástico

Em Acupe (BA), o elástico é feito com vários pedaços de pano amarrado. Dá para brincar com duas, três, quatro ou mais pessoas. É preciso ter agilidade para saber o momento exato que de deve saltar, pisar e enroscar os pés no elástico. Confira o vídeo registrado pelo Território do Brincar.

Região Sudeste
Múmia em ação – brincadeira que se originou em Pontalinda, São Paulo

Um participante vai jogando a bola para o outro e ninguém pode deixar a bola cair. Quando uma pessoa deixa a bola cair pela primeira vez, ela fica “doente”.
Se deixar cair uma segunda vez, ela “morre”. Na terceira vez, a pessoa “vira a múmia”. Quem vira múmia tem que pegar a bola e tentar acertar algum participante. Se ela acertar, o participante que foi queimado sai da brincadeira. Se errar, quem sai é a múmia. Quem ficar por último ganha o jogo.

Região Sul
Jogo da memória – brincadeira que se originou em Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Um participante começa dizendo uma frase como “Eu pulo corda”. O próximo tem que repetir a frase e acrescentar outra informação: “Eu pulo corda e jogo bola”. O terceiro repete tudo e acrescenta mais alguma coisa: “Eu pulo corda, jogo bola e pulo amarelinha”. Quem errar a sequencia sai da brincadeira.

Região Centro Oeste
Rei da Lata – brincadeira que se originou em Ponta Porã no Mato Grosso do Sul

Em volta de um poste, o grupo de jogadores desenha um círculo, que será o mundo. Depois, eles colocam uma lata dentro do círculo. Um dos participantes chuta a lata longe. A criança que foi escolhida para ser o pegador vai buscá-la e volta de costas. Enquanto isso, os outros se escondem. Quando o pegador acha alguém, ele pega a lata e bate no poste, dizendo “1, 2, 3, e o nome da pessoa”. Para salvar todos, um dos jogadores que estavam escondidos precisa chegar até a lata antes do pegador, tirá-la do chão e bater no poste três vezes dizendo “salve, salve”.

Todas as regiões
Brincadeiras de palmas

De forma ritmada e alegre, o desafio de coordenar palmas, canto e brincadeira com um ou mais amigos é universal. O Território do Brincar registou as diversas brincadeiras de bater palma. Confira o vídeo.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/brasil/manual-de-brincadeiras/indicacao/brincar-e-universal-brincadeiras-tradicionais-de-varios-estados/

 

‘Ser bebê é natural’ leva pequenos para explorar a natureza -07/09 às 09:30

O Encontro Ser Criança é Natural é um projeto que permite às crianças ter contato direto e sensível com a natureza acompanhadas de seus familiares. No dia 7 de setembro, quarta-feira, é a vez dos bebês de até 20 meses brincarem com a natureza como protagonistas explorando e descobrindo no Parque Alfredo Volpi.

O projeto é uma iniciativa do Instituto Romã e é gerido pela bióloga Rita Mendonça e a pedagoga Carol Thomé. Para garantir sua participação inscreva-se neste link.

Crianças que brincam na natureza regularmente são mais felizes e saudáveis, possuem boa convivência social e têm melhor desempenho escolar.

Criança e natureza

Um documento divulgado pela organização Children & Nature Network em 2009 mostra pesquisas do mundo todo que revelam dados como a diminuição do tempo que as crianças brincam fora de casa e o aumento do tempo dedicado às mídias eletrônicas. Dentre os estudos, um aponta o Brasil entre os três países cujas as crianças exploram a natureza com menos frequência.

Agenda

Ser bebê é natural
Onde
Parque Alfredo Volpi
http://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/turismo_parques_alfredo-volpi

Rua Engenheiro Oscar Americano, 480
Cidade Jardim
São Paulo – SP
(11) 3031-7052

Ver no mapa

  • Qua 07/09 às 09:30
  1. Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/sp/agenda/gratis/ser-bebe-e-natural-leva-pequenos-para-explorar-natureza/

A ARTE DO PONTILHISMO CONSCIENTE

A arte na educação deve promover experiências livres, sem levar em consideração o resultado final, pautado em princípios estéticos!

 Quando partimos desse foco, estamos LIVRES! A arte livre é feita com amor e com o coração! Sem EGO e sem estética (mais “entrega” por favor), vamos fazer e deixar a emoção da liberdade comandar os gestos dos pinceis e a parceria da coletividade emanar energia positiva ao universo, contagiando a sala, o corredor, a escola… sem angustias, sem receios, sem apreciações, apenas sinta o TODO na experiência do fazer.  Todos podemos ser artistas de alma…

Chega de arte doentia, de glorificar artistas depressivos, suicidas, depravados, doentes emocionais…. Que buscaram na negatividade a LUZ, e encontraram a  cegueira da ilusão, afundando-se no desespero, até quando a dor  será sinônimo de arte.  Pinturas que vibram: emoções depressivas, traumas, angustias, apelos, medos, covardia, socorro, vazio emocional e puro EGO. Muitas vezes rotuladas por Marchand, como  algo excepcional, mas de fato, o valor é o capital que se pode ganhar com seu “xaveco”.

Enfim: Dói, essa cegueira coletiva que alimenta essa industria corrosiva!

Podemos usar diversas técnicas, como eu usei o pontilhismo, nesta ação artística.

 

O Planeta necessita de arte de alma LUCIDA, de AMOR INCONDICIONAL, de COMPAIXÃO, DE LIBERDADE ….sem EGO.

A liberdade de não se querer nada em troca… apenas sentir essa corrente positiva no TODO!

Q dia lindo e especial… quando todos entendem a proposta o silêncio fala na consciência de cada envolvido.

 

Obrigada meus queridos por fazerem o meu dia tão feliz e único.

 

 

 

 

Criança Natureza

A iniciativa procura colocar em pauta a importância de garantir que as crianças cresçam e se desenvolvam em contato direto com a natureza e mostrar caminhos para isso.

Instituto Alana

 

 

 

fonte:http://alana.org.br/projeto-crianca-e-natureza-lanca-site-que-reune-materiais-sobre-o-tema/