Viagem à escola do século XXI: conheça 80 escolas inovadoras

Uma jornada inspiradora pela educação no mundo. Esta é a proposta do livro “Viagem à escola do século XXI – Assim trabalham os colégios mais inovadores do mundo”, escrito pelo psicólogo e Alfredo Hernando Calvo. Desde 2013 o pesquisador dirige o projeto escuela21.org: uma viagem
que o levou a conhecer e a experimentar as escolas mais inovadoras de todo
o mundo.

O livro está disponível para download gratuito aqui, e o leitor vai conhecer 80 exemplos de ações transformadoras realizadas em escolas ao redor do mundo. A narrativa é desenvolvida no formato de um diário de bordo e é possível vivenciar o dia-a-dia dos estabelecimentos, seus desafios, evidências e métodos de inovação. É como se o leitor, que é também um viajante neste processo, estivesse pessoalmente em cada um dos locais retratados.

O livro aponta que, em pleno século XXI, um ensino baseado somente na transmissão de informação já não atende aos anseios das novas gerações, que pedem por novos espaços, novos métodos e novas maneiras mais colaborativas de extrair conhecimentos relevantes da informação que nos cerca. Assim, conseguem potencializar competências e desenvolver novas habilidades.

Para o educadores, a publicação também oferece sugestões de atividades simples e diretas para o dia a dia na escola.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/viagem-escola-do-seculo-xxi-conheca-80-escolas-inovadoras/

Richard Louv: ‘Pediatras estão começando a prescrever natureza’

“As experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos”

Em recente passagem pelo Brasil, o jornalista e ativista Richard Louv, que é autor de nove livros, e fundador da Children & Nature Network, participou do I Seminário Criança e Natureza e convocou famílias, educadores, formuladores de políticas públicas e gestores públicos a partirem para a ação. “A consciência [em relação à importância do contato com a natureza] tem crescido ao longo da última década, mas precisamos avançar mais rapidamente para um modo de ação”.

O Catraquinha conversou com ele sobre caminhos para aproximar famílias da natureza, educação infantil, políticas públicas inovadoras, cidades para crianças e muito mais, confira:

Você é jornalista, como escolheu sua causa e tornou-se um ativista?

Richard Louv: Eu cresci em Missouri e no Kansas, e sempre passei muito tempo com meu cachorro no bosque que havia no entorno do local onde morávamos. Por isso, pude perceber, ainda menino, o quanto esse tipo de experiência era importante. No começo dos anos 80, durante minha pesquisa para um livro, entrevistei por volta de três mil crianças e seus pais por todos os Estados Unidos, nos centros urbanos, periferias e áreas rurais. E o tema da relação das crianças com a natureza sempre vinha à tona, tanto nas salas de aula, quanto nas casas das famílias.  Eu não pude deixar de notar a crescente separação entre o jovem e o mundo natural, e as implicações sociais, espirituais, psicológicas e ambientais desta mudança. E, por fim, havia as perguntas dos meus próprios filhos sobre as mudanças que eles mesmos observavam.

Poderia mencionar algum estudo científico importante que mostre evidências de que brincar na natureza impacta positivamente a saúde e o desenvolvimento das crianças?

Richard Louv: As pesquisas sobre o tema têm se expandido muito nos últimos anos. O mundo acadêmico está olhando para esse assunto há pouco tempo, então a maioria das evidências é de co-relação, não causal, embora haja uma tendência de apontar para uma direção: de que as experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos.

As pesquisas sugerem fortemente que o tempo na natureza pode ajudar muitas crianças a aprender a construir a confiança em si mesmos; reduzir os sintomas de Déficit de Atenção e Hiperatividade; acalmar crianças e ajudá-las a se concentrar.

Escolas com espaços para brincadeiras e aprendizado ao ar livre impactam positivamente os resultados acadêmicos das crianças. Há, também, indícios de que as brincadeiras ao ar livre podem reduzir o bullying, assim como obesidade infantil e excesso de peso, por oferecerem outros benefícios para a saúde psicológica e física.

O tempo gasto na natureza não é, obviamente, uma cura para tudo, mas pode ser uma grande ajuda, especialmente para as crianças que são forçadas por circunstâncias além de seu controle.

Qual é a sua opinião sobre a pediatria contemporânea?

Richard Louv: Os pediatras estão entre os profissionais de saúde mais abertos à ideia de atividade natureza como uma forma de terapia e prevenção de problemas de saúde. Eles estão começando a “prescrever” a natureza. O Dr. Robert Zarr , de Washington criou um extenso banco de dados sobre parques urbanos da lá para compartilhar com outros pediatras que queiram indicar para as famílias.

Há alguma política pública que você considere inovadora e que contribua para aproximar as famílias da natureza? 

Richard Louv: Estamos vendo progresso. Um exemplo é a “Every kid in a Park” (Toda criança em um Parque, em tradução livre), uma política pública do governo americano, que oferece um passe anual gratuito para qualquer parque nacional para crianças e suas famílias. Também estamos vendo os pediatras “prescreverem” a natureza para as famílias. Em Washington, em 2012, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando é um direito de toda criança ter uma ligação positiva com a natureza.

Na sua opinião, como seria a cidade perfeita para a infância?

Richard Louv: Uma em que nossas vidas estivessem tão imersa na natureza todos os dias como estamos imersos na tecnologia. Não há uma cidade perfeita, ainda. A Children & Nature Network está em uma nova parceria com a Liga Nacional de Cidades, com uma adesão de mais de 19 mil prefeitos e outras autoridades municipais,  com o objetivo de determinar o que constitui uma cidade rica em natureza, determinar parâmetros para avaliar e acompanhar a evolução dessas cidades, e capacitar futuros prefeitos e outros líderes cívicos. Eu gostaria de desafiar cada uma das cidades do Brasil a desafiarem a si mesmas a se tornarem a melhor cidade do país para crianças e natureza – ou a cidade mais rica em natureza no mundo.

Como a educação infantil pode contribuir para trazer as crianças mais perto da natureza?

Richard Louv:  Além da pesquisa que eu mencionei anteriormente, outros estudos têm relatado, escolas que usam salas de aula ao ar livre, ganhos no aprendizado das crianças em diferentes matérias e também melhorias em habilidades relativas à resolução de problemas, pensamento crítico e tomada de decisão melhorada. Além disso, há estudos que sugerem que o tempo em ambientes naturais também estimula a criatividade das crianças.

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Em 2005 você lançou o ” Transtorno Nature Defict “, desde então se tornou uma voz importante disseminar esse conceito . Que progressos foram alcançados? E o que você espera alcançar?

Richard Louv:  Estou animado com o progresso em todo o mundo, da China para os EUA para o Brasil. No Brasil, o Instituto Alana, lançou o seu mais novo projeto,Criança e Natureza, que será um ponto focal de ações e debates sobre o tema. Mas, em última análise, nosso progresso será medido menos pelo número de programas e mais pela extensão da mudança cultural. Tenho o prazer de informar que, em 2012, a União Internacional para a conservação da natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando que toda criança tem o direito humano a uma conexão positiva com a natureza.

 

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/defender/indicacao/richard-louv-pediatras-estao-comecando-prescrever-natureza/

 

Uma escola diferente: na Suíça, crianças aprendem totalmente ao ar livre. Saiba mais

O que uma escola precisa para ser uma escola? Salas, cadeiras, mesas, professores, alunos? Mais ou menos. Esta escola infantil na Suiça não tem salas, cadeiras e mesas. As crianças que estudam ali e seus professores se sentam na grama da floresta local, brincam e aprendem sempre ao ar livre (inclusive nos dias de inverno).

 

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Ali, as crianças são instigadas a transformar a natureza em um espaço para brincar. Além disso, no currículo da escola estão lições de sobrevivência na floresta, e os pequenos aprendem a fazer uma fogueira e a cortar madeira.

A iniciativa vem fazendo tanto sucesso, que virou um documentário chamado ‘School’s Out: Lessons From a Forest Kindergarden’ (na tradução livre: ‘Escola ao ar livre: lições de um jardim de infância na floresta’).

Abaixo você confere o trailer do filme. As legendas são em inglês e, mesmo que você não entenda o que é falado, vale assistir pelas imagens, transmitem muito do clima da escola.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/uma-escola-diferente-na-suica-criancas-aprendem-totalmente-ao-ar-livre-saiba-mais/

Escola é refeita com containers para ensinar sustentabilidade

Ao completar 50 anos, a pré-escola Ogura Asahi , que fica em Saitama, no Japão, precisou fazer uma reforma para se adaptar às normas de segurança contra terremoto. As mudanças necessárias foram também uma oportunidade para transformar o espaço em uma verdadeira aula (e exemplo) de sustentabilidade.

Na reforma, o que era possível de ser mantido da estrutura anterior permaneceu, e o restante foi refeito com containers reaproveitados -isso para demonstrar às crianças a importância da eficiência no uso de materiais e recursos naturais.

As árvores que existiam no terreno também foram preservadas no projeto, permanecendo em locais onde as crianças pudessem ver e brincar.

A nova estrutura da escola agora é composta por espaços abertos e conectados, para que todos, adultos e crianças, possam ver e valorizar todas as atividades que acontecem no local, além de integrarem os espaços cobertos aos abertos.

Confira imagens do local:

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/escola-e-refeita-com-containers-para-ensinar-sustentabilidade/

Escola cria campanha de financiamento para tornar-se sustentável

O coletivo Organicidade e a Morada da Floresta foram procurados pelo Centro de Educação Infantil – CEI Jamir Dagir, localizada na zona oeste de São Paulo, em busca de apoio técnico para se tornar uma instituição exemplar em práticas sustentáveis.

Foi aí que surgiu a oportunidade de implementar uma proposta pedagógica que inclua a questão ambiental e que contribua para mudar atitudes e hábitos rumo a uma cultura de maior sustentabilidade. Isto quer dizer: possibilitar que as crianças de zero a três anos se desenvolvam plenamente por meio do contato livre e direto com a natureza, criar espaços educadores sustentáveis, implementar boas práticas como a compostagem de 100% dos resíduos orgânicos da escola e disseminar estas iniciativas à toda comunidade escolar por meio de parcerias.

Parquinho do CEI Jamir Dagir.

Para fazer com o projeto se torne realidade, o coletivo criou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Catarse.  A meta é arrecadar R$ 14.300.

  • Clique aqui para apoiar.

Com o dinheiro arrecadado, serão oferecidas oficinas de educação ambiental e criado um sistema de reciclagem dos resíduos orgânicos com professores e crianças para ensinar a importância do contato com a natureza. Entenda aqui as etapas e como o trabalho será realizado.

“Iniciar este projeto ignifica reconhecer e honrar a escola como polo irradiador de uma cultura de sustentabilidade. Honrar a criança que, por viver no mar de concreto que é São Paulo, acaba se distanciando de sua essência; criança é natureza”, afirmou o coletivo.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/escola-cria-campanha-de-financiamento-para-tornar-se-sustentavel/

A ARTE DO PONTILHISMO CONSCIENTE

A arte na educação deve promover experiências livres, sem levar em consideração o resultado final, pautado em princípios estéticos!

 Quando partimos desse foco, estamos LIVRES! A arte livre é feita com amor e com o coração! Sem EGO e sem estética (mais “entrega” por favor), vamos fazer e deixar a emoção da liberdade comandar os gestos dos pinceis e a parceria da coletividade emanar energia positiva ao universo, contagiando a sala, o corredor, a escola… sem angustias, sem receios, sem apreciações, apenas sinta o TODO na experiência do fazer.  Todos podemos ser artistas de alma…

Chega de arte doentia, de glorificar artistas depressivos, suicidas, depravados, doentes emocionais…. Que buscaram na negatividade a LUZ, e encontraram a  cegueira da ilusão, afundando-se no desespero, até quando a dor  será sinônimo de arte.  Pinturas que vibram: emoções depressivas, traumas, angustias, apelos, medos, covardia, socorro, vazio emocional e puro EGO. Muitas vezes rotuladas por Marchand, como  algo excepcional, mas de fato, o valor é o capital que se pode ganhar com seu “xaveco”.

Enfim: Dói, essa cegueira coletiva que alimenta essa industria corrosiva!

Podemos usar diversas técnicas, como eu usei o pontilhismo, nesta ação artística.

 

O Planeta necessita de arte de alma LUCIDA, de AMOR INCONDICIONAL, de COMPAIXÃO, DE LIBERDADE ….sem EGO.

A liberdade de não se querer nada em troca… apenas sentir essa corrente positiva no TODO!

Q dia lindo e especial… quando todos entendem a proposta o silêncio fala na consciência de cada envolvido.

 

Obrigada meus queridos por fazerem o meu dia tão feliz e único.

 

 

 

 

O brincar tá na escola

O documentário relata que as brincadeiras são as fontes necessárias para construção:

  • social;
  • emocional;
  • intelectual;
  • motora;

O inventar possibilitará aspectos enriquecedores na vida do individuo. Vamos brincar!

Fome de Brincadeira na Educação

Educação se faz com liberdade de expressão, assim, garantiremos o pão!

Para matar a fome da conscientização.

A brincadeira é o prato mais saudável que podemos oferecer,

Pois nessa receita os ingredientes serão improvisados, fácil  de se obter.

A criança tem fome de educação,

A criança tem fome de brincar com emoção,

A criança tem fome de estudar com o coração.

 Com carinho e confiança, assim, veremos o sorriso no rosta da  criança!

A criança precisa de espaço,

Com outras crianças para formar-se um laço.

Que enfeitará a sua vida para sempre…

Guardando na memória os momentos sorridentes.

Gabriela Diaz

Caramba Carambola o Brincar tá na Escola

ESCULTURA – Construtivista

O construtivismo apresenta a ideia de “construir” usando materiais naturais e sintéticos oferecidos pela industrialização. As obras se apresentam como objetos compostos de elementos geométricos em materiais diversos como metal, vidro, papelão, madeira, acrílico, plástico, dentre outros usados sós ou em combinação. O aparecimento de novos materiais implica na geração de novas técnicas e sistemas de construção, que , por sua vez determinam o surgimento de novas estruturas e aparências.

Luis – UFRGS

Fundamental II

Objetivo: compreender a história das esculturas, conscientizar sobre o uso de materiais recicláveis e aprender a trabalhar em equipe.

Vamos começar falando sobre as primeiras esculturas registradas pela humanidade, depois  você vai mostrando essa evolução, ate chegar no contemporâneo! Monte sua aula de acordo com o que você acha interessante… liberdade é muito importante.

O resultado estético acontece de acordo com o envolvimento do grupo, e para o Sustentabiliarte isso não é o foco. O foco sempre está no processo de criação, afinal, é na hora do fazer que o artista entra em êxtase! 

Depois colocar em prática:

 

19 DE ABRIL DIA DO ÍNDIO

A comunidade indígena pede SOCORRO em silêncio por não ser ouvida!

E nós educadores temos o dever de ser essa voz latente e pura… Ecoando nas paredes das nossas escolas.

Criar atividades para contemplar essa data é muito importante e consciente, afinal, é a nossa ancestralidade, nosso sangue, seu e meu DNA e a nossa essência.

Vamos conscientizar os alunos que o ser humano pode sim viver em harmonia com a natureza, as comunidades indígenas são um ótimo exemplo disso.

Proposta


Para todas as turmas. Educação Infantil, Fundamental e Médio!

Pinte, dance, brinque e deguste tudo que for da temática indígena!

Nesse site você encontrará muitas ideias:

http://pibmirim.socioambiental.org/como-vivem/brincadeiras/

http://pibmirim.socioambiental.org/artes

http://pibmirim.socioambiental.org/como-vivem/alimentacao

 

CD- Sustentabiliarte no Catarse

Ajude meu sonho de ver muitas crianças felizes, criando e se emocionando ao escutar um simples som da natureza… Muitos educadores poderão desenvolver projetos a partir do estímulo auditivo, unindo música, dança, som e arte!

https://www.catarse.me/CdSustentabiliarte


 

O projeto

O Projeto Sustentabiliarte existe desde 2012, com o fundamento principal de disseminar conscientização ambiental através da arte. No início, era um blog, mas hoje já é um projeto que vem ajudando professores e educadores a elaborarem aulas conscientes, onde não há mais espaço para o desperdício de materiais, mas sim para a reutilização de diferentes suportes, visando à criação de obras artísticas sustentáveis.

Durante o processo criativo nas aulas de arte visuais, música e dança, eu, Gabriela Diaz, fundadora do projeto, coloco sons da natureza, do corpo humano, entre outros barulhos, para criar um ambiente harmônico é criativo, que estimule ao máximo a capacidade cerebral dos alunos. Hoje, a neurociência já atesta que atividades artísticas e musicais são fundamentais para o nosso desenvolvimento cognitivo. Nesse sentido, criei um CD, que foi produzido pelo Produtor musical Gustavo Sola (Red I Station). De inicio, eu utilizava os sons em minhas aulas, e a resposta dos alunos foi tão positiva, os resultados ao longo do ano de 2015 foram tão surpreendentes… Muitas crianças buscaram na mente e no coração sua potencialidade criativa, colocando no papel, na dança e na música suas emoções. E é de experiências emocionais que se vive a arte em suas diversas linguagens! Por isso, decidi, como no caso do blog, disponibilizar gratuitamente e para o máximo de educadores, escolas e professores de São Paulo esse seleto repertório de sons do “Universo”.

O CD será distribuído também em alguns pontos de encontro:

  • Parque Ibirapuera – Domingos em Junho
  • Faculdades com curso de Licenciatura Plena em Artes Visuais
  • E nas oficinas do Sustentabiliarte

Com certeza, quero chegar ao ponto de dividir minha visão com o Brasil Inteiro. Este é o volume I, já está saindo o volume 2, em que poderão ser trabalhados diferentes temas e até mesmo atividades de artes visuais, dança (expressão corporal), relaxamento, yoga, meditação e musicoterapia.

Ajude meu sonho de ver muitas crianças felizes, criando e se emocionando ao escutar um simples som… Muitos educadores poderão desenvolver projetos a partir do estímulo auditivo, unindo música, dança, som e arte!

CD Sustentabiliarte : Tempo&Som&Espaço (Volume 1)

Orçamento

O dinheiro será utilizado para pagar o produtor musical e a prensagem do CD e arte (capa,encarte e arte final).

  • Produtor musical (mixagem + master) : R$ 1.000,00 (valor abaixo do mercado, por apoiar o projeto).
  • CD 1.000 (mil cópias) – R$ 2.500,00
  • Arte: (capa, encarte, arte final) – R$ 500,00
  • Selo independente
  • Distribuição de 1.000 cópias gratuitas ao público educacional.