ECOYOGA – MÊS DA LUA

Os pequenos no mês de novembro aprenderam sobre a Lua. Descobriram que a Lua é um escudo natural da Terra, como acontece o eclipse lunar, uma canção para contemplar a Lua.  As fases da lua, como elas interferem nas águas e em nós, e a importância de cuidar do nosso Planeta e do Universo. Posturas e asanas… Aquecimento com a corrida da Estrela Cadente.

Uma viagem divertida à Lua com muita imaginação, criatividade e cores.

image1-2

MONET – Pincelas coletivas

Com o colégio em obras, resolvemos dar uma cara diferente e revigorante para o corredor das salas do fundamental. Pelas mãos dos artistas do 7 º ano, fizemos uma releitura da obra: A ponte japonesa, 1900 de Claude Monet. 

TODOS FICARAM IMPRESSIONADOS COM O IMPRESSIONISMO DA OBRA!

Com a professora de ciências os alunos aprenderam sobre botânica e leram o livro:

Um livro que conta um pouco da história de Monet, 40976_315através da natureza . Mas na hora de fazer o grande painel, traçamos com lápis o fundo e praticamos as pinceladas de Monet em papéis de rascunho. (Folhas usadas)

Nosso maior objetivo era trazer um pouco de verde, cor revigorante e de cura, para nosso corredor em obras (machucado). Nada melhor que um pedacinho da natureza dentro da escola.

Todos discutem minha arte e fingem compreender, como se fosse necessário compreendê-la, quando é simplesmente necesssário amar.”  Claude Monet

Confira o resultado de muita calma, paciência, amor, respeito e cooperação! Educando para o altruísmo…

Crianças brasileiras estão entre as que menos exploram a natureza

Meninos e meninas são capazes de passar horas a fio mexendo na terra, na água, construindo um castelo de areia, brincando com um tatuzinho, com um graveto, uma flor, ou fazendo uma fogueira. O que esse fascínio pela natureza pode nos dizer sobre as crianças, sobre nós e o mundo?

A segunda roda de conversa da Ciranda de Filmes aconteceu no dia 22 de maio no Cine Livraria Cultura e propôs a reflexão sobre essas questões. O pediatra Ricardo Ghelman, o artista plástico e pesquisador das práticas da criança, Gandhy Piorski e Rita Mendonça, sócia-diretora do Instituto Romã conversaram  com Fernanda Figueiredo, idealizadora e curadora da Ciranda de Filmes.

natureza

Rita Mendonça iniciou o bate-papo exemplificando como nós, seres humanos, estamos ligados à natureza de uma maneira tão visceral. “Desde o útero, o embrião humano passa por diversos estágios. Logo na formação somos parecidíssimos com o embrião do peixe, depois com o embrião do réptil e só depois ficamos parecidos com os outros mamíferos e mais no final da gestação é que o feto vai tomando as características de ser humano”, justificou.

Segundo Rita, muitos cientistas acreditam que é possível  fazer um paralelo entre o tempo de transformação dos seres humanos e o tempo de desenvolvimento das espécies que nos antecederam. “Então, somos natureza demais da conta. Isso, para mim, já seria argumento suficiente para entendermos a importância do contato com a natureza”.

“Vivemos atualmente em um mundo tão urbanizado, industrializado, globalizado e virtualizado, que esse extremo afastamento da natureza pode nos trazer muitas sequelas, ponderou Rita.

Muitas pesquisas nas áreas médicas, psicológicas e pedagógicas estão evidenciando a importância da natureza e a diferença que faz quando a criança tem contato com ela comparando com aquelas que não tem. Rita afirmou que as enfermidades que estão virando comuns na infância como o transtorno de hiper atividade, déficit de atenção, depressão, pressão alta e diabetes está diretamente relacionado com a falta de natureza.

Em vários momentos da conversa, o pesquisador Gandhy comentou sobre os brinquedos não estruturados, chamados por ele de “brinquedos das entranhas” e ponderou que imaginação e natureza são uma mesma força. Ele descreveu como as crianças do interior do sertão estudam a anatomia dos bichos . “Eu cresci no Maranhão amazônico e brincava de esgarçar os sapos. As crianças fogem para laboratório clandestinos e vão abrir os bichos para ver o que tem dentro. Bachelard diz assim: ‘Se nós soubéssemos dar às crianças e perceber o sonho das crianças nós não lhe daríamos brinquedos de falso peso’. São os brinquedos de matéria artificial, são falsos, não tem vitalidade material, então as crianças vão logo quebrando para ver o que tem dentro”

Confira algumas filmes indicados peloa convidados e que tratam da criança e da natureza: “Do Lado de Fora: Lições de um Jardim da Infância na Floresta” e “Feral“.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/cirandadefilmes/indicacao/criancas-brasileiras-estao-entre-as-que-menos-exploram-a-natureza/

Richard Louv: ‘Pediatras estão começando a prescrever natureza’

“As experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos”

Em recente passagem pelo Brasil, o jornalista e ativista Richard Louv, que é autor de nove livros, e fundador da Children & Nature Network, participou do I Seminário Criança e Natureza e convocou famílias, educadores, formuladores de políticas públicas e gestores públicos a partirem para a ação. “A consciência [em relação à importância do contato com a natureza] tem crescido ao longo da última década, mas precisamos avançar mais rapidamente para um modo de ação”.

O Catraquinha conversou com ele sobre caminhos para aproximar famílias da natureza, educação infantil, políticas públicas inovadoras, cidades para crianças e muito mais, confira:

Você é jornalista, como escolheu sua causa e tornou-se um ativista?

Richard Louv: Eu cresci em Missouri e no Kansas, e sempre passei muito tempo com meu cachorro no bosque que havia no entorno do local onde morávamos. Por isso, pude perceber, ainda menino, o quanto esse tipo de experiência era importante. No começo dos anos 80, durante minha pesquisa para um livro, entrevistei por volta de três mil crianças e seus pais por todos os Estados Unidos, nos centros urbanos, periferias e áreas rurais. E o tema da relação das crianças com a natureza sempre vinha à tona, tanto nas salas de aula, quanto nas casas das famílias.  Eu não pude deixar de notar a crescente separação entre o jovem e o mundo natural, e as implicações sociais, espirituais, psicológicas e ambientais desta mudança. E, por fim, havia as perguntas dos meus próprios filhos sobre as mudanças que eles mesmos observavam.

Poderia mencionar algum estudo científico importante que mostre evidências de que brincar na natureza impacta positivamente a saúde e o desenvolvimento das crianças?

Richard Louv: As pesquisas sobre o tema têm se expandido muito nos últimos anos. O mundo acadêmico está olhando para esse assunto há pouco tempo, então a maioria das evidências é de co-relação, não causal, embora haja uma tendência de apontar para uma direção: de que as experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos.

As pesquisas sugerem fortemente que o tempo na natureza pode ajudar muitas crianças a aprender a construir a confiança em si mesmos; reduzir os sintomas de Déficit de Atenção e Hiperatividade; acalmar crianças e ajudá-las a se concentrar.

Escolas com espaços para brincadeiras e aprendizado ao ar livre impactam positivamente os resultados acadêmicos das crianças. Há, também, indícios de que as brincadeiras ao ar livre podem reduzir o bullying, assim como obesidade infantil e excesso de peso, por oferecerem outros benefícios para a saúde psicológica e física.

O tempo gasto na natureza não é, obviamente, uma cura para tudo, mas pode ser uma grande ajuda, especialmente para as crianças que são forçadas por circunstâncias além de seu controle.

Qual é a sua opinião sobre a pediatria contemporânea?

Richard Louv: Os pediatras estão entre os profissionais de saúde mais abertos à ideia de atividade natureza como uma forma de terapia e prevenção de problemas de saúde. Eles estão começando a “prescrever” a natureza. O Dr. Robert Zarr , de Washington criou um extenso banco de dados sobre parques urbanos da lá para compartilhar com outros pediatras que queiram indicar para as famílias.

Há alguma política pública que você considere inovadora e que contribua para aproximar as famílias da natureza? 

Richard Louv: Estamos vendo progresso. Um exemplo é a “Every kid in a Park” (Toda criança em um Parque, em tradução livre), uma política pública do governo americano, que oferece um passe anual gratuito para qualquer parque nacional para crianças e suas famílias. Também estamos vendo os pediatras “prescreverem” a natureza para as famílias. Em Washington, em 2012, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando é um direito de toda criança ter uma ligação positiva com a natureza.

Na sua opinião, como seria a cidade perfeita para a infância?

Richard Louv: Uma em que nossas vidas estivessem tão imersa na natureza todos os dias como estamos imersos na tecnologia. Não há uma cidade perfeita, ainda. A Children & Nature Network está em uma nova parceria com a Liga Nacional de Cidades, com uma adesão de mais de 19 mil prefeitos e outras autoridades municipais,  com o objetivo de determinar o que constitui uma cidade rica em natureza, determinar parâmetros para avaliar e acompanhar a evolução dessas cidades, e capacitar futuros prefeitos e outros líderes cívicos. Eu gostaria de desafiar cada uma das cidades do Brasil a desafiarem a si mesmas a se tornarem a melhor cidade do país para crianças e natureza – ou a cidade mais rica em natureza no mundo.

Como a educação infantil pode contribuir para trazer as crianças mais perto da natureza?

Richard Louv:  Além da pesquisa que eu mencionei anteriormente, outros estudos têm relatado, escolas que usam salas de aula ao ar livre, ganhos no aprendizado das crianças em diferentes matérias e também melhorias em habilidades relativas à resolução de problemas, pensamento crítico e tomada de decisão melhorada. Além disso, há estudos que sugerem que o tempo em ambientes naturais também estimula a criatividade das crianças.

crianca_e_natureza_2

Em 2005 você lançou o ” Transtorno Nature Defict “, desde então se tornou uma voz importante disseminar esse conceito . Que progressos foram alcançados? E o que você espera alcançar?

Richard Louv:  Estou animado com o progresso em todo o mundo, da China para os EUA para o Brasil. No Brasil, o Instituto Alana, lançou o seu mais novo projeto,Criança e Natureza, que será um ponto focal de ações e debates sobre o tema. Mas, em última análise, nosso progresso será medido menos pelo número de programas e mais pela extensão da mudança cultural. Tenho o prazer de informar que, em 2012, a União Internacional para a conservação da natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando que toda criança tem o direito humano a uma conexão positiva com a natureza.

 

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/defender/indicacao/richard-louv-pediatras-estao-comecando-prescrever-natureza/

 

ECOYOGA – MÊS DO FOGO

Em  junho, foi realizado durante as aulas de Yoga, o mês do FOGO.

Contemplamos esse elemento com som do vulcão, do fogo e dançamos para ele. Aprendemos  a fazer fogo como na pré- história (atrito de pedras e madeira). O fogo feito pela natureza: o sol, os vulcões, os raios e até no choque de um meteoro (rs). Meditamos com a chama da vela. Cantamos:

Fogo, fogo, fogo…

Fogo, fogo, fogo…

Ilumine o coração…

Com amor e compaixão.

As posturas do mês:

Arco / Vela/ Vela derretida/ Raio/ Trovão

 

OBRIGADA MEUS QUERIDOS POR FAZEREM O MEU DIA TÃO FELIZ!

NAMASTÊ!

A ARTE DO PONTILHISMO CONSCIENTE

A arte na educação deve promover experiências livres, sem levar em consideração o resultado final, pautado em princípios estéticos!

 Quando partimos desse foco, estamos LIVRES! A arte livre é feita com amor e com o coração! Sem EGO e sem estética (mais “entrega” por favor), vamos fazer e deixar a emoção da liberdade comandar os gestos dos pinceis e a parceria da coletividade emanar energia positiva ao universo, contagiando a sala, o corredor, a escola… sem angustias, sem receios, sem apreciações, apenas sinta o TODO na experiência do fazer.  Todos podemos ser artistas de alma…

Chega de arte doentia, de glorificar artistas depressivos, suicidas, depravados, doentes emocionais…. Que buscaram na negatividade a LUZ, e encontraram a  cegueira da ilusão, afundando-se no desespero, até quando a dor  será sinônimo de arte.  Pinturas que vibram: emoções depressivas, traumas, angustias, apelos, medos, covardia, socorro, vazio emocional e puro EGO. Muitas vezes rotuladas por Marchand, como  algo excepcional, mas de fato, o valor é o capital que se pode ganhar com seu “xaveco”.

Enfim: Dói, essa cegueira coletiva que alimenta essa industria corrosiva!

Podemos usar diversas técnicas, como eu usei o pontilhismo, nesta ação artística.

 

O Planeta necessita de arte de alma LUCIDA, de AMOR INCONDICIONAL, de COMPAIXÃO, DE LIBERDADE ….sem EGO.

A liberdade de não se querer nada em troca… apenas sentir essa corrente positiva no TODO!

Q dia lindo e especial… quando todos entendem a proposta o silêncio fala na consciência de cada envolvido.

 

Obrigada meus queridos por fazerem o meu dia tão feliz e único.

 

 

 

 

Criança Natureza

A iniciativa procura colocar em pauta a importância de garantir que as crianças cresçam e se desenvolvam em contato direto com a natureza e mostrar caminhos para isso.

Instituto Alana

 

 

 

fonte:http://alana.org.br/projeto-crianca-e-natureza-lanca-site-que-reune-materiais-sobre-o-tema/