NATAL – RetroDIskt Mensagens…

Os estudantes do fundamental I foram os responsáveis por deixar uma mensagem de Natal humana e solidária… Com móbiles feitos de disquetes enfeitamos as salas e corredores….

Mensagens de amor…. Afinal podemos falar da mensagem natalina  sem misturar religião!

Material:

  • Disquete velho (doação)
  • Tinta relevo (verde, vermelho e branco) – sobra
  • Fio de Naylon

 

ECOYOGA – MÊS DA LUA

Os pequenos no mês de novembro aprenderam sobre a Lua. Descobriram que a Lua é um escudo natural da Terra, como acontece o eclipse lunar, uma canção para contemplar a Lua.  As fases da lua, como elas interferem nas águas e em nós, e a importância de cuidar do nosso Planeta e do Universo. Posturas e asanas… Aquecimento com a corrida da Estrela Cadente.

Uma viagem divertida à Lua com muita imaginação, criatividade e cores.

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Crianças brasileiras estão entre as que menos exploram a natureza

Meninos e meninas são capazes de passar horas a fio mexendo na terra, na água, construindo um castelo de areia, brincando com um tatuzinho, com um graveto, uma flor, ou fazendo uma fogueira. O que esse fascínio pela natureza pode nos dizer sobre as crianças, sobre nós e o mundo?

A segunda roda de conversa da Ciranda de Filmes aconteceu no dia 22 de maio no Cine Livraria Cultura e propôs a reflexão sobre essas questões. O pediatra Ricardo Ghelman, o artista plástico e pesquisador das práticas da criança, Gandhy Piorski e Rita Mendonça, sócia-diretora do Instituto Romã conversaram  com Fernanda Figueiredo, idealizadora e curadora da Ciranda de Filmes.

natureza

Rita Mendonça iniciou o bate-papo exemplificando como nós, seres humanos, estamos ligados à natureza de uma maneira tão visceral. “Desde o útero, o embrião humano passa por diversos estágios. Logo na formação somos parecidíssimos com o embrião do peixe, depois com o embrião do réptil e só depois ficamos parecidos com os outros mamíferos e mais no final da gestação é que o feto vai tomando as características de ser humano”, justificou.

Segundo Rita, muitos cientistas acreditam que é possível  fazer um paralelo entre o tempo de transformação dos seres humanos e o tempo de desenvolvimento das espécies que nos antecederam. “Então, somos natureza demais da conta. Isso, para mim, já seria argumento suficiente para entendermos a importância do contato com a natureza”.

“Vivemos atualmente em um mundo tão urbanizado, industrializado, globalizado e virtualizado, que esse extremo afastamento da natureza pode nos trazer muitas sequelas, ponderou Rita.

Muitas pesquisas nas áreas médicas, psicológicas e pedagógicas estão evidenciando a importância da natureza e a diferença que faz quando a criança tem contato com ela comparando com aquelas que não tem. Rita afirmou que as enfermidades que estão virando comuns na infância como o transtorno de hiper atividade, déficit de atenção, depressão, pressão alta e diabetes está diretamente relacionado com a falta de natureza.

Em vários momentos da conversa, o pesquisador Gandhy comentou sobre os brinquedos não estruturados, chamados por ele de “brinquedos das entranhas” e ponderou que imaginação e natureza são uma mesma força. Ele descreveu como as crianças do interior do sertão estudam a anatomia dos bichos . “Eu cresci no Maranhão amazônico e brincava de esgarçar os sapos. As crianças fogem para laboratório clandestinos e vão abrir os bichos para ver o que tem dentro. Bachelard diz assim: ‘Se nós soubéssemos dar às crianças e perceber o sonho das crianças nós não lhe daríamos brinquedos de falso peso’. São os brinquedos de matéria artificial, são falsos, não tem vitalidade material, então as crianças vão logo quebrando para ver o que tem dentro”

Confira algumas filmes indicados peloa convidados e que tratam da criança e da natureza: “Do Lado de Fora: Lições de um Jardim da Infância na Floresta” e “Feral“.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/cirandadefilmes/indicacao/criancas-brasileiras-estao-entre-as-que-menos-exploram-a-natureza/

Pesquisa aponta que passar quatro dias na natureza sem tecnologias aumenta a criatividade em 50%

Uma pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade do Utah e da Universidade do Kansas aponta que o contato humano com a natureza é produtivo e pode aumentar a criatividade em até 50%,

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“Enterrar-se em frente a um computador 24 horas por dia, sete dias por semana, tem custos que podem ser remediados com um passeio na natureza. Isto mostra que a interação com a natureza tem benefícios reais e mensuráveis para a resolução criativa de problemas que ainda não tinham sido demonstrados”, afirmou um dos autores da pesquisas.

O estudo, publicado na revista científica Plos One, da Public Library of Science, em 2012, é resultado de uma análise realizada com 56 pessoas – 30 homens e 26 mulheres -, com uma média de 28 anos. Todos passaram de quatro a seis dias no meio da natureza, nos estados do Alasca, Colorado, Maine e Washington. Detalhe: O uso de aparelhos eletrônicos foi banido.

Dos 56, 24 fizeram um teste de criatividade com dez perguntas antes de iniciarem o passeio e os outros 32 realizaram o mesmo teste na manhã  do quarto dia de passeio.

Os resultados foram claros: as pessoas que já estavam há quatro dias na natureza tiveram uma média de 6,08 perguntas certas, enquanto os outros  tiveram apenas 4,14.

  • Leia aqui a pesquisa completa.

Crianças

Um documento divulgado pela Children & Nature Network em 2009 mostra pesquisas do mundo que revelam dados como a diminuição do tempo que as crianças brincam fora de casa e o aumento do tempo dedicado às mídias eletrônicas. Dentre os estudos, um aponta o Brasil entre os três países cujas as crianças exploram a natureza com menos frequência.  O documento também traz os benefícios das experiências com a natureza em que as crianças têm a oportunidade de serem livres e brincarem com materiais não estruturados. As crianças desenvolvem-se psicológica, cognitiva e criativamente, além de serem espertas, resolverem problemas com facilidade, são mais cooperativas, felizes e saudáveis.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/cuidar/indicacao/pesquisa-aponta-que-passar-quatro-dias-na-natureza-sem-tecnologias-aumenta-a-criatividade-em-50/

Richard Louv: ‘Pediatras estão começando a prescrever natureza’

“As experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos”

Em recente passagem pelo Brasil, o jornalista e ativista Richard Louv, que é autor de nove livros, e fundador da Children & Nature Network, participou do I Seminário Criança e Natureza e convocou famílias, educadores, formuladores de políticas públicas e gestores públicos a partirem para a ação. “A consciência [em relação à importância do contato com a natureza] tem crescido ao longo da última década, mas precisamos avançar mais rapidamente para um modo de ação”.

O Catraquinha conversou com ele sobre caminhos para aproximar famílias da natureza, educação infantil, políticas públicas inovadoras, cidades para crianças e muito mais, confira:

Você é jornalista, como escolheu sua causa e tornou-se um ativista?

Richard Louv: Eu cresci em Missouri e no Kansas, e sempre passei muito tempo com meu cachorro no bosque que havia no entorno do local onde morávamos. Por isso, pude perceber, ainda menino, o quanto esse tipo de experiência era importante. No começo dos anos 80, durante minha pesquisa para um livro, entrevistei por volta de três mil crianças e seus pais por todos os Estados Unidos, nos centros urbanos, periferias e áreas rurais. E o tema da relação das crianças com a natureza sempre vinha à tona, tanto nas salas de aula, quanto nas casas das famílias.  Eu não pude deixar de notar a crescente separação entre o jovem e o mundo natural, e as implicações sociais, espirituais, psicológicas e ambientais desta mudança. E, por fim, havia as perguntas dos meus próprios filhos sobre as mudanças que eles mesmos observavam.

Poderia mencionar algum estudo científico importante que mostre evidências de que brincar na natureza impacta positivamente a saúde e o desenvolvimento das crianças?

Richard Louv: As pesquisas sobre o tema têm se expandido muito nos últimos anos. O mundo acadêmico está olhando para esse assunto há pouco tempo, então a maioria das evidências é de co-relação, não causal, embora haja uma tendência de apontar para uma direção: de que as experiências no mundo natural oferecem grandes benefícios para a saúde psicológica e física, e para a capacidade de aprender de crianças e adultos.

As pesquisas sugerem fortemente que o tempo na natureza pode ajudar muitas crianças a aprender a construir a confiança em si mesmos; reduzir os sintomas de Déficit de Atenção e Hiperatividade; acalmar crianças e ajudá-las a se concentrar.

Escolas com espaços para brincadeiras e aprendizado ao ar livre impactam positivamente os resultados acadêmicos das crianças. Há, também, indícios de que as brincadeiras ao ar livre podem reduzir o bullying, assim como obesidade infantil e excesso de peso, por oferecerem outros benefícios para a saúde psicológica e física.

O tempo gasto na natureza não é, obviamente, uma cura para tudo, mas pode ser uma grande ajuda, especialmente para as crianças que são forçadas por circunstâncias além de seu controle.

Qual é a sua opinião sobre a pediatria contemporânea?

Richard Louv: Os pediatras estão entre os profissionais de saúde mais abertos à ideia de atividade natureza como uma forma de terapia e prevenção de problemas de saúde. Eles estão começando a “prescrever” a natureza. O Dr. Robert Zarr , de Washington criou um extenso banco de dados sobre parques urbanos da lá para compartilhar com outros pediatras que queiram indicar para as famílias.

Há alguma política pública que você considere inovadora e que contribua para aproximar as famílias da natureza? 

Richard Louv: Estamos vendo progresso. Um exemplo é a “Every kid in a Park” (Toda criança em um Parque, em tradução livre), uma política pública do governo americano, que oferece um passe anual gratuito para qualquer parque nacional para crianças e suas famílias. Também estamos vendo os pediatras “prescreverem” a natureza para as famílias. Em Washington, em 2012, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando é um direito de toda criança ter uma ligação positiva com a natureza.

Na sua opinião, como seria a cidade perfeita para a infância?

Richard Louv: Uma em que nossas vidas estivessem tão imersa na natureza todos os dias como estamos imersos na tecnologia. Não há uma cidade perfeita, ainda. A Children & Nature Network está em uma nova parceria com a Liga Nacional de Cidades, com uma adesão de mais de 19 mil prefeitos e outras autoridades municipais,  com o objetivo de determinar o que constitui uma cidade rica em natureza, determinar parâmetros para avaliar e acompanhar a evolução dessas cidades, e capacitar futuros prefeitos e outros líderes cívicos. Eu gostaria de desafiar cada uma das cidades do Brasil a desafiarem a si mesmas a se tornarem a melhor cidade do país para crianças e natureza – ou a cidade mais rica em natureza no mundo.

Como a educação infantil pode contribuir para trazer as crianças mais perto da natureza?

Richard Louv:  Além da pesquisa que eu mencionei anteriormente, outros estudos têm relatado, escolas que usam salas de aula ao ar livre, ganhos no aprendizado das crianças em diferentes matérias e também melhorias em habilidades relativas à resolução de problemas, pensamento crítico e tomada de decisão melhorada. Além disso, há estudos que sugerem que o tempo em ambientes naturais também estimula a criatividade das crianças.

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Em 2005 você lançou o ” Transtorno Nature Defict “, desde então se tornou uma voz importante disseminar esse conceito . Que progressos foram alcançados? E o que você espera alcançar?

Richard Louv:  Estou animado com o progresso em todo o mundo, da China para os EUA para o Brasil. No Brasil, o Instituto Alana, lançou o seu mais novo projeto,Criança e Natureza, que será um ponto focal de ações e debates sobre o tema. Mas, em última análise, nosso progresso será medido menos pelo número de programas e mais pela extensão da mudança cultural. Tenho o prazer de informar que, em 2012, a União Internacional para a conservação da natureza (IUCN) aprovou uma resolução declarando que toda criança tem o direito humano a uma conexão positiva com a natureza.

 

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/defender/indicacao/richard-louv-pediatras-estao-comecando-prescrever-natureza/

 

Indonésia constrói biblioteca gratuita com duas mil embalagens de sorvete usadas

Quando se trata de incentivar a leitura, vale tudo! Bibliotecas itinerantes em lugares inusitados e até mesmo nos pontos de ônibus da cidade. Quando a iniciativa ainda consegue aliar educação à reutilização de materiais que iriam para o lixo, bingo. Nós amamos!

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É o caso da adorável biblioteca construída na Indonésia com 2 mil embalagens de sorvete vazias. Idealizado pela empresa de arquitetura SHAU Bandung, o projeto faz parte de um protótipo de empreendimento que prevê a construção de mais bibliotecas parecidas por todo o país.

O objetivo da iniciativa é fomentar o hábito da leitura entre a população indonésia, que segundo pesquisas anda lendo cada vez menos. O prédio servirá como um espaço cultural, onde as pessoas podem ter acesso gratuito a livros, cursos e outras mídias.

E mais: a biblioteca foi construída a partir de simples técnicas de construção. Graças ao clima local, não é preciso sequer se preocupar com a climatização do espaço. A disposição dos potes de sorvete foi pensada para permitir uma ventilação naturalmente agradável. Além disso, o material permite também a incidência de luz do sol, dispensando uso de eletricidade. Pra crítico nenhum botar defeito!

Fonte: http://thegreenestpost.bol.uol.com.br/biblioteca-da-indonesia-e-construida-com-2-mil-embalagens-de-sorvete-reutilizadas/

Uma escola diferente: na Suíça, crianças aprendem totalmente ao ar livre. Saiba mais

O que uma escola precisa para ser uma escola? Salas, cadeiras, mesas, professores, alunos? Mais ou menos. Esta escola infantil na Suiça não tem salas, cadeiras e mesas. As crianças que estudam ali e seus professores se sentam na grama da floresta local, brincam e aprendem sempre ao ar livre (inclusive nos dias de inverno).

 

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Ali, as crianças são instigadas a transformar a natureza em um espaço para brincar. Além disso, no currículo da escola estão lições de sobrevivência na floresta, e os pequenos aprendem a fazer uma fogueira e a cortar madeira.

A iniciativa vem fazendo tanto sucesso, que virou um documentário chamado ‘School’s Out: Lessons From a Forest Kindergarden’ (na tradução livre: ‘Escola ao ar livre: lições de um jardim de infância na floresta’).

Abaixo você confere o trailer do filme. As legendas são em inglês e, mesmo que você não entenda o que é falado, vale assistir pelas imagens, transmitem muito do clima da escola.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/uma-escola-diferente-na-suica-criancas-aprendem-totalmente-ao-ar-livre-saiba-mais/

Escola é refeita com containers para ensinar sustentabilidade

Ao completar 50 anos, a pré-escola Ogura Asahi , que fica em Saitama, no Japão, precisou fazer uma reforma para se adaptar às normas de segurança contra terremoto. As mudanças necessárias foram também uma oportunidade para transformar o espaço em uma verdadeira aula (e exemplo) de sustentabilidade.

Na reforma, o que era possível de ser mantido da estrutura anterior permaneceu, e o restante foi refeito com containers reaproveitados -isso para demonstrar às crianças a importância da eficiência no uso de materiais e recursos naturais.

As árvores que existiam no terreno também foram preservadas no projeto, permanecendo em locais onde as crianças pudessem ver e brincar.

A nova estrutura da escola agora é composta por espaços abertos e conectados, para que todos, adultos e crianças, possam ver e valorizar todas as atividades que acontecem no local, além de integrarem os espaços cobertos aos abertos.

Confira imagens do local:

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/escola-e-refeita-com-containers-para-ensinar-sustentabilidade/

Técnica mista Sustentável -Felicidade Eudaimonia

Técnica mista e sustentável, afinal quase 90% do material foi reaproveitado e a obra realizada de forma compartilhada!

Os alunos criaram suas obras de acordo com a proposta estabelecida:

Vocês estão livres para criar neste suporte (tela velha), o que quiserem…Trabalhando em equipe!

Deixar que as crianças façam suas composições de acordo com suas emoções, sem mostra referencias artísticas,  pode ser um caminho ousado para uns, mais a liberdade total de expressão, ajuda na criatividade e exerce no cérebro “prazeres cognitivos” estimulando os dois hemisférios cerebrais, a neurociência já provou isso. A felicidade está no ato de compartilhar, dividir, ajudar o próximo, vivenciar o bem-estar com outras pessoas, transcender o individualismo.

A BUSCA DE PRAZER DE FORMA HEDÔNICA ALTERA O PADRÃO DE EXPRESSÃO GENÉTICA DE MANEIRA SEMELHANTE AO ESTRESSE, ENQUANTO A FELICIDADE LIGADA AO SENTIDO, OU EUDAIMONIA, TURBINA O SISTEMA IMUNE

A nova ciência da Psicologia Positiva tem ampliado seus estudos em diferentes domínios, incluindo pesquisas em Neurociências. Uma das questões fundamentais para a Psicologia Positiva é o avanço na compreensão científica da felicidade. O conceito de bem-estar subjetivo, atualmente, se desdobra em duas importantes vertentes. Os psicólogos positivos distinguem entre dois tipos essenciais de bem-estar subjetivo, a felicidade eudaimônica e a hedônica. Enquanto a felicidade hedônica se refere primariamente à somatória das experiências afetivas positivas vivenciadas por um indivíduo, a felicidade eudaimônica, um conceito originalmente formulado por Aristóteles, envolve um senso de propósito e direcionamento da vida para alcançar um potencial. A eudaimonia é um tipo de felicidade mais profunda, que resulta do esforço feito em direção a algo maior que tenha sentido para a pessoa, algo com nobreza na proposta e que ultrapasse a simples autogratificação.

Para saber mais:
Fredrickson, B. L. et al. A functional genomic perspective on human well-being, PNAS – Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 110, n. 33, p. 13684-13689, July 29, 2013.

Confira:

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Objetivo:

Criar sem limitação, trabalhar a criatividade.

Fundamental I e II

Materiais  sustentáveis diversos, tinta guache e tinta acrílica, suporte- tela usada, spray, amor e compartilhamento.

 

Escola cria campanha de financiamento para tornar-se sustentável

O coletivo Organicidade e a Morada da Floresta foram procurados pelo Centro de Educação Infantil – CEI Jamir Dagir, localizada na zona oeste de São Paulo, em busca de apoio técnico para se tornar uma instituição exemplar em práticas sustentáveis.

Foi aí que surgiu a oportunidade de implementar uma proposta pedagógica que inclua a questão ambiental e que contribua para mudar atitudes e hábitos rumo a uma cultura de maior sustentabilidade. Isto quer dizer: possibilitar que as crianças de zero a três anos se desenvolvam plenamente por meio do contato livre e direto com a natureza, criar espaços educadores sustentáveis, implementar boas práticas como a compostagem de 100% dos resíduos orgânicos da escola e disseminar estas iniciativas à toda comunidade escolar por meio de parcerias.

Parquinho do CEI Jamir Dagir.

Para fazer com o projeto se torne realidade, o coletivo criou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Catarse.  A meta é arrecadar R$ 14.300.

  • Clique aqui para apoiar.

Com o dinheiro arrecadado, serão oferecidas oficinas de educação ambiental e criado um sistema de reciclagem dos resíduos orgânicos com professores e crianças para ensinar a importância do contato com a natureza. Entenda aqui as etapas e como o trabalho será realizado.

“Iniciar este projeto ignifica reconhecer e honrar a escola como polo irradiador de uma cultura de sustentabilidade. Honrar a criança que, por viver no mar de concreto que é São Paulo, acaba se distanciando de sua essência; criança é natureza”, afirmou o coletivo.

FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/escola-cria-campanha-de-financiamento-para-tornar-se-sustentavel/