Abstracionismo Coletivo

 

Sabe aquela bisnaga de tinta relevo que você nunca consegue tirar o resto de tinta lá de dentro. Porque fica velha, entope o pico e endurece…. Então, junta tudo, pegue uma tesoura boa ou estilete, corte as bisnagas. E comece a criar. Se precisar separe palitos para ajudar a puxar a tinta. Uma composição abstrata é uma boa opção!

Objetivos

  • Conscientizar os alunos sobre a importância de realizar ações artísticas em prol do planeta;
  • Apresentar o movimento Abstracionista;
  • Estimular a criatividade através de experiências práticas;
  • Brincar com as cores ao criar a composição;
  • Valorizar o trabalho em equipe e a liberdade de expressão;

Materiais

  • Suporte: papelão, madeira, pvc, isopor , etc…
  • Resto de tintas “endurecidas”
  • Tesoura
  • Saco plástico, servirá de luva

PROPOSTA

Uma aula sobre o movimento abstracionista é de fato algo mágico para o público infantil. Faça uma apresentação sobre as características das obras, o que as define como abstrata (lírica e geométrica).  Enriqueça o repertório visual dos alunos, não se apegue em fixar nomes de artistas e obras… Deixe fluir O MUNDO DA ABSTRAÇÃO, vamos visualizar imagens e imaginar nossas próprias criações.

Fugir da realidade requer incentivo… então, professor crie um ambiente abstrato propício!

Um artista em ação …  Sugestão de vídeo:

Ao iniciar a composição coloque música, psicodélica instrumental. Sugestão:

 

Deixe-os (alunos) livres para compor, fazer estudos com:

  • giz de cera
  • lápis de cor
  • aquarela
  • pastel : seco ou oleoso

Com certeza, ajudará as crianças  exercitarem a liberdade de expressão. Como educadora vejo o quanto somos oprimidos, a maior parte de nosso alunos fazem desenhos pequeninos. Muitos deles, quando deparam-se com uma folha A3, não sabem o que fazer, como agir diante desse imensurável  mundo branco “da folha”.

Ajude seu alunos a quebrar barreiras “emocionais,” isso valerá muito mais do que ensinar sobre: Kandinsky, Volpi, Klee, Pollock, Mondrian entre outros… Tudo que é para vida do indivíduo é mais importante, sem dúvida. Ele nunca esquecerá.

O professor deve sempre participar criando obras junto aos alunos. 

Problemática

O desperdício de material de alguma forma agride o meio ambiente ?

Quando estamos dispostos a recuperar um material que seria descartado ao lixo, ajudamos o planeta?

As obras do artistas mexeram com o seu emocional?

O que é abstrato para você?

O fazer

 

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AOS PASSOS DE FRANS KRAJCBERG

Escultor, pintor, gravador, fotógrafo e ambientalista. Frans era um ecologista, dono de uma obra conceitual e ambiental, fruto de uma alma ativista e protetora. Assim é a vida de Krajecberg, onde a natureza torna-se a matéria-prima essencial do artista. A paisagem brasileira, em especial a floresta amazônica e a defesa do meio ambiente marcam toda a sua obra.

“Com minha obra, exprimo a consciência revoltada do planeta”

Frans K.

Objetivos


  • Conscientizar os alunos sobre a importância de realizar ações ambientais em prol do planeta;
  • Apresentar a Biografia de Frans Krajecberg;
  • Conectar a criança com a natureza, seu ambiente natural;
  • Apurar e aguçar os sentidos (olfato, tato, visual e auditivo).

Público-alvo


Educação Infantil e Fundamenta I e II

Materiais


  • Sementes
  • Troncos
  • Folhas secas
  • Papelão
  • Cola
  • Tesouras
  • Sacola – coletar os materiais

PROPOSTA


Uma aula sobre a vida de Frans e suas obras, em especial obras da série africana, marcam a carreira artística e ativista do artista, que vive e atua em defesa das florestas, registrando em suas fotos o desmatamento e as queimadas.

Debatemos os problemas que enfrentaremos se continuarmos a desmatar freneticamente.

Problemática

As florestas são os pulmões do planeta?

A história por trás dos fatos, que levaram o artista a produzir tais obras, tem significado para você (aluno)?

As obras do artista mexeram com o seu emocional?

Os alunos coletaram no chão (orientar os alunos para não agredir/arrancar da natureza viva), folhas, sementes, troncos e diversos resíduos naturais que eles achavam apropriados para ilustrar sua composição.  Serão duas obras: uma grande e coletiva, que poderá ser exposta no colégio mediante a um contrato didático e outra individual, um fragmento para levar para casa.

Vamos agora para o que realmente importa, o FAZER! Deixem que montem e desmontem quantas vezes forem necessárias, passar a cola somente quando todos estiverem de acordo com o resultado final. Momentos de apreciação devem ser estimulados pelo educador. Diga a seus alunos que parem e observem sua obra, um olhar bem próximo e um olhar distante são necessários na hora da montagem.

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Biografia
Frans Krajcberg (Kozienice, Polônia, 1921). Escultor, pintor, gravador, fotógrafo. Estuda engenharia e artes na Universidade de Leningrado. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), perde toda a família em um campo de concentração. Muda-se para a Alemanha, ingressando na Academia de Belas Artes de Stuttgart, onde é aluno de Willy Baumeister. Chega ao Brasil em 1948. Em 1951, participa da 1ª Bienal Internacional de São Paulo com duas pinturas. Reside por um breve período no Paraná, isolando-se na floresta para pintar. Em 1956, muda-se para o Rio de Janeiro, onde divide o ateliê com o escultor Franz Weissmann (1911-2005). Naturaliza-se brasileiro no ano seguinte. A partir de 1958, alterna residência entre o Rio de Janeiro, Paris e Ibiza. Desde 1972, reside em Nova Viçosa, no litoral sul da Bahia. Amplia o trabalho com escultura, iniciado em Minas Gerais, utilizando troncos e raízes, sobre os quais realiza intervenções. Viaja constantemente para a Amazônia e Mato Grosso e fotografa os desmatamentos e queimadas, revelando imagens dramáticas. Dessas viagens, retorna com raízes e troncos calcinados, que utiliza em suas esculturas. Na década de 1980, inicia a série Africana, utilizando raízes, cipós e caules de palmeiras associados a pigmentos minerais. A pesquisa e utilização de elementos da natureza, em especial da floresta amazônica, e a defesa do meio ambiente, marcam toda sua obra. O Instituto Frans Krajcberg, em Curitiba, é inaugurado em 2003, recebendo a doação de mais de uma centena de obras do artista.

Fonte: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa10730/frans-krajcberg

Terra e Sustentabilidade – documentário completo

Para entender um pouco mais de sustentabilidade!

Aula de artes + Geografia = Interatividade e interdisciplinariedade.

O documentário Terra e Sustentabilidade apresenta os benefícios de um dos sistemas agrícolas mais eficientes do ponto de vista da sustentabilidade e da produtividade no campo, o sistema de manejo agrícola Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF), que tem como objetivo integrar produção de alimentos, fibras, energia e madeira, realizados na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou rotação.
Terra e Sustentabilidade mostra que as vantagens da recuperação de áreas e integração de cultivos são muitas: redução de custos de produção, melhor uso da terra, mais eficiência no uso da mão de obra e dos recursos de produção e uso adequado de energia, além da redução de emissões de gases de efeito estufa.
A John Deere participa ativamente do programa integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF). A empresa apresenta aos produtores, por meio de dias de campo, os benefícios sociais, ambientais e econômicos da rotação de culturas, com pastagens e plantio de espécies florestais. “A John Deere tem organizado uma série de eventos e encontros com os agricultores, o que permite a ampliação da transferência de tecnologia e conhecimento técnico-cientifico aos produtores rurais”, diz Alfredo Miguel Neto, diretor de Assuntos Corporativos América Latina da John Deere.

21 de Setembro- Dia Mundial da Árvore

A escolha da árvore para ser o logo do projeto foi pelo fato da árvore ser um símbolo vital! 

Faça uma roda (com os alunos) fale sobre a importância da árvore, passe o vídeo: Natureza sabe tudo (acima), faça uma atividade artística de acordo com a vontade  dos envolvidos (alunos), veja se a proposta escolhida pode ser executada, e agora, mãos na massa… Construa a atividade e depois faça uma exposição na sala, durante a exposição cada aluno deverá falar um pouco sobre sua obra… deixe que eles falem e descrevam sua composição.

Estimular a oralidade dos alunos é um caminho importantíssimo para construção social e interativa ! Uma prática que deve ser  exercitada constantemente …. ao ponto deles não terem mais medos e inseguranças para falar em público. Saiba respentar o tempo de cada aluno. Observe e os ajude  a vencê-los. 

Quem faz com amor sabe o caminho….

O Dia da Árvore é comemorado no Brasil em 21 de setembro e tem como objetivo principal a conscientização a respeito da preservação desse bem tão valioso. A data, que é diferente em outras partes do mundo, foi escolhida em razão do início da primavera, que começa no dia 23 de setembro no hemisfério Sul.

A árvore é um grande símbolo da natureza e é uma das mais importantes riquezas naturais que possuímos. As diversas espécies arbóreas existentes são fundamentais para a vida na Terra porque aumentam a umidade do ar graças à evapotranspiração, evitam erosões, produzem oxigênio no processo de fotossíntese, reduzem a temperatura e fornecem sombra e abrigo para algumas espécies animais.

Além disso, entre as diversas espécies arbóreas existentes, incluem-se váriasplantas frutíferas, como é o caso da mangueira, limoeiro, goiabeira, abacateiro, pessegueiro e laranjeira.

Além de produzirem alimento, as árvores também possuem outras aplicações econômicas. A madeira por elas produzidas serve como matéria-prima para a criação de móveis e até mesmo casas. A celulose extraída dessas plantas, principalmente pinheiros e eucaliptos, é fundamental para a fabricação de papel.Além disso, algumas espécies apresentam aplicabilidade na indústria farmacêutica por possuírem importantes compostos.

Em virtude da grande quantidade de utilizações e da expansão urbana, as árvores são constantemente exterminadas, o que resulta em grandes áreas desmatadas. O desmatamento afeta diretamente a vida de toda a população, que passa a enfrentar erosões, assoreamento de rios, redução do regime de chuvas e da umidade relativa do ar, desertificação e perda de biodiversidade.

Sendo assim, o dia 21 de setembro deve ser visto como um dia de reflexão sobre nossas atitudes em relação a essa importante riqueza natural. Esse dia é muito mais do que o ato simbólico de plantar uma árvore e deve ser encarado como um momento de mudança de postura e conscientização de que nossos atos afetam as gerações futuras. É importante também haver conscientização a respeito da importância da conservação, bem como da necessidade de criação de políticas públicas que combatam a exploração ilegal de árvores.

Curiosidades:

– Cada região do nosso país possui uma árvore símbolo diferente. Observe:

Árvore símbolo da região Norte – castanheira;

Árvore símbolo da região Nordeste – carnaúba;

Árvore símbolo da região Centro-Oeste – ipê amarelo;

Árvore símbolo da região Sudeste – pau-brasil;

Árvore símbolo da região Sul – araucária.

– No Dia 21 de março é comemorado o dia Mundial da Árvore.

Contação de história interativa com o livro: Bugigangas

Este livro mostra às crianças o sentido quantitativo dos números e o tema da reciclagem. Através de ilustrações feitas com objetos velhos presentes em nosso dia-a-dia, as crianças aprendem a relacionar números e quantidades. Além de ser uma oportunidade de conscientizar as crianças sobre o papel importante da reciclagem nos tempos atuais.

Por que não trazer para o concreto as ilustrações do livro e propor  as crianças um desafio?

Foi isso que eu fiz …

Para enriquecer ainda mais o contexto lúdico, pedi as crianças para buscarem em uma mesa os objetos que estavam nas ilustrações. Montei uma mesa com todos os objetos citados pelo livro. Durante a leitura elas (crianças) apanhavam o objeto para que no final montássemos juntos um lindo painel, confira o resultado! (fotos).

Se nós educadores valorizarmos o potencial estético apresentado pelas sucatas  (lixo reciclável) na construção de composições escolares, podemos alcançar resultados importantes na formação social, intelectual e moral de nossos alunos, pois estaremos trabalhando e praticando a sustentabilidade.

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A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: SUSTENTABILIDADE

Vivemos nos dias atuais uma época de acontecimentos estranhos e fatos inusitados que se manifestam em relação ao clima e ao aparecimento de grandes problemas nas áreas produtivas de alimento do planeta. Tais problemas se devem a maléfica influência do modo de vida que a humanidade escolheu para seguir, que promove uma grande pilhagem dos recursos naturais que nosso mundo tem a oferecer e, por isso mesmo, esse mesmo planeta que nos acolheu, tende a tentar “se livrar” de nossa presença como se fossemos um corpo estranho. Deixamos o planeta fraco e doente e, através de práticas danosas, provocamos a ira da mão natureza e encontramos a encruzilhada de nossas existências. Ou mudamos a forma como exploramos os recursos naturais, e passamos a viver a sustentabilidade ou pereceremos de forma brutal e emersos em nossos próprios resíduos.

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Essa mudança de rumos; deverá ser traçada através da implementação de programas capazes de promover a importância da educação ambiental e a importância da adoção de práticas que visem a sustentabilidade e a diminuição de qualquer impacto que nossas atividades venham a ter no ecossistema que nos circunda e mantém. Através de um debate amplo e profundo de nossas necessidades e um correto entendimento de que a forma como atuamos hoje, só nos levará para a destruição e o aniquilamento.

Compreender que aplicando uma política que promova a importância da educação ambiental voltada principalmente para a sustentabilidade já nas escolas primárias, criaremos nas novas gerações a devida mentalidade conservacionista e será muito mais fácil implementar políticas que visem à utilização sustentável dos recursos planetários no futuro. No entanto, é necessário que além da educação ambiental ou sustentabilidade ambiental, às práticas contrárias sejam combatidas e punidas rigorosamente já nos dias de hoje. Unir o empresariado e convencer as grandes corporações e os produtores rurais de que essas práticas não representarão diminuição de lucro para os seus empreendimentos e sim, em muitos casos, a criação de um importante diferencial que poderá alavancar seus negócios e abrir novas oportunidades de obter uma lucratividade ainda maior do que a atual.

Essa prática de convencimento, também se enquadra numa política de educação ambiental voltada para a sustentabilidade. Contudo, o público alvo será muito mais impermeável e reticente quanto à adoção dessas práticas. Tratando-se de gestores e de grandes empresários, apenas a visão de que poderão lucrar ou reduzir custos atuais será capaz de permitir um convencimento eficiente nesse grupo de indivíduos. Da mesma forma, a aplicação de dispositivos punitivos e uma legislação que trate de forma dura e eficiente os abusos; servirá como amparo para inibir os mais insistentes e menos afetos aos novos objetivos.

Muito mais que a simples causa do meio ambiente, a educação ambiental voltada para a sustentabilidade analisa um amplo espectro de fatores que leva em consideração também os indivíduos afetados pelas atividades e ameaças a comunidades sujeitas às conseqüências danosas das práticas predatórias. Assim deve-se também ter em mente que a educação ambiental voltada para a sustentabilidade tem que prever a redução da vulnerabilidade dessas pessoas.

Fonte: http://www.atitudessustentaveis.com.br/

07 de abril — Dia Mundial da Saúde

No dia 07 de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde, uma data criada com a finalidade de conscientizar a população a respeito dos vários aspectos que envolvem a saúde.

Muitas pessoas consideram-se saudáveis quando estão sem nenhuma doença, porém, a falta de enfermidades não significa saúde. Dizer que uma pessoa está saudável requer a análise de um conjunto de fatores, tais como a qualidade de vida e aspectos mentais e físicos.

Em 1946, a Organização Mundial de Saúde aprovou um conceito que visava ampliar a visão do mundo a respeito do que seria estar saudável. Ficou definido então que “a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.

De acordo com esse conceito, percebemos que saúde não é um estado fácil de ser alcançado, uma vez que nem todas as pessoas conseguem viver sem tristezas, sem preocupações e interagindo com o restante da sociedade de maneira harmoniosa. A saúde deve ser vista como uma forma de total bem-estar, que é conseguido não só através do tratamento de doenças ou sua prevenção, mas sim através de qualidade de vida.

De acordo com a lei 8.080 de 1990, a saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. A lei também enfoca que, para ter saúde, alguns fatores são determinantes, tais como a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.

Percebe-se, portanto, que todos os fatores, por mais irrelevantes que possam parecer, afetam a vida de um indivíduo e, consequentemente, a sua saúde. O papel do Estado para garantir o bem-estar da população é fundamental, pois é ele o responsável por garantir a qualidade de vida de cada indivíduo.

No dia 07 de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde, data criada em 1948 pela Assembleia Mundial da Saúde que tem como objetivo conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde populacional. Essa data foi estabelecida para coincidir com a data de fundação da Organização Mundial da Saúde.

Todos os anos campanhas são realizadas a respeito de um tema diretamente relacionado com a saúde. Essas ações são importantes para que a população aprenda a se cuidar e informe-se sobre seus direitos quando o assunto é promoção da saúde.

É fundamental que, além de cuidarmos da nossa saúde, participemos da luta por melhorias em nosso país. Vale destacar que não devemos procurar melhorias apenas em hospitais, devemos lutar por mais segurança, educação, lazer, cultura, entre vários outros direitos básicos e fundamentais para o nosso completo bem-estar.

fonte: Brasil Escola

As 4 Ecologias de Leonardo Boff

Devemos repensar um novo paradigma sobre a Terra, como afirma Leonardo Boff, “significa buscar um modelo de desenvolvimento comprometido, acima de tudo, com a preservação da vida no planeta, não apenas no sentido dos cuidados com a natureza (ecologia natural), mas de arquitetar um novo modelo de civilização sustentável do ponto de vista ecológico (ecologia integral)”.

2015, Ano Internacional da Luz

É comum a afirmação de que “não poderíamos viver sem ela” e é também tido como certo que, sem luz, a vida não existiria. Em termos científicos, “luz” abrange toda a gama de radiações eletromagnéticas, desde as ondas muito longas (ondas rádio) até às mais energéticas, correspondentes a frequências muito elevadas (como raios X e raios gama). É toda essa “luz” que será abordada no programa que se prepara para preencher o Ano Internacional da Luz.

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Foi em dezembro de 2013 que a Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU) proclamou 2015 como o ano em que a Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) promoveria a cooperação com outras entidades para o desenvolvimento de ações de sensibilização de políticos e cidadãos em geral – a nível mundial – para a importância da luz na vida e no bem-estar geral.

Desde logo se iniciaram trabalhos preparatórios (alguns dos quais conduziram já à concretização de ações efetivas), quer na elaboração de programas diversificados e ajustados às realidades de cada país, quer na mobilização de recursos humanos voluntários para a liderança de projetos e, ainda, para a indispensável obtenção de financiamento para as componentes em que ele é indispensável.

Foram já disponibilizados alguns recursos que, gratuitamente, os dinamizadores individuais e coletivos podem usar, nos quais se contam imagens obtidas a partir de satélites artificiais que tornam evidentes as assimetrias em diversas partes do planeta (com regiões profusamente iluminadas durante a noite enquanto outras permanecem praticamente às escuras) ou ainda o facto de, na maior parte dos casos, as lâmpadas serem bem visíveis do espaço, em contraste com a raridade dos casos em que o chão é diretamente iluminado, sem esbanjamento de luz para a atmosfera.

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Fonte: SUPER 198 – Outubro 2014

Conceitos de Educação Ambiental

“Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.”

Política Nacional de Educação Ambiental – Lei nº 9795/1999, Art 1º.

“A Educação Ambiental é uma dimensão da educação, é atividade intencional da prática social, que deve imprimir ao desenvolvimento individual um caráter social em sua relação com a natureza e com os outros seres humanos, visando potencializar essa atividade humana com a finalidade de torná-la plena de prática social e de ética ambiental.”

Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, Art. 2°.

“A educação ambiental é a ação educativa permanente pela qual a comunidade educativa tem a tomada de consciência de sua realidade global, do tipo de relações que os homens estabelecem entre si e com a natureza, dos problemas derivados de ditas relações e suas causas profundas. Ela desenvolve, mediante uma prática que vincula o educando com a comunidade, valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transformação superadora dessa realidade, tanto em seus aspectos naturais como sociais, desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necessárias para dita transformação.”

Conferência Sub-regional de Educação Ambiental para a Educação Secundária – Chosica/Peru (1976)

“A educação ambiental é um processo de reconhecimento de valores e clarificações de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos. A educação ambiental também está relacionada com a prática das tomadas de decisões e a ética que conduzem para a melhora da qualidade de vida”

Conferência Intergovernamental de Tbilisi (1977)

“A Educação Ambiental deve proporcionar as condições para o desenvolvimento das capacidades necessárias; para que grupos sociais, em diferentes contextos socioambientais do país, intervenham, de modo qualificado tanto na gestão do uso dos recursos ambientais quanto na concepção e aplicação de decisões que afetam a qualidade do ambiente, seja físico-natural ou construído, ou seja, educação ambiental como instrumento de participação e controle social na gestão ambiental pública.”

QUINTAS, J. S., Salto para o Futuro, 2008

“A Educação Ambiental nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valore séticos e nas regras políticas de convívio social e de mercado, que implica a questão distributiva entre benefícios e prejuízos da apropriação e do uso da natureza. Ela deve, portanto, ser direcionada para a cidadania ativa considerando seu sentido de pertencimento e co-responsabilidade que, por meio da ação coletiva e organizada, busca a compreensão e a superação das causas estruturais e conjunturais dos problemas ambientais.”

SORRENTINO et all, Educação ambiental como política pública, 2005

“A Educação Ambiental, apoiada em uma teoria crítica que exponha com vigor as contradições que estão na raiz do modo de produção capitalista, deve incentivar a participação social na forma de uma ação política. Como tal, ela deve ser aberta ao diálogo e ao embate, visando à explicitação das contradições teórico-práticas subjacentes a projetos societários que estão permanentemente em disputa.”

TREIN, E., Salto para o Futuro, 2008

“A EA deve se configurar como uma luta política, compreendida em seu nível mais poderoso de transformação: aquela que se revela em uma disputa de posições e proposições sobre o destino das sociedades, dos territórios e das desterritorializações; que acredita que mais do que conhecimento técnico-científico, o saber popular igualmente consegue proporcionar caminhos de participação para a sustentabilidade através da transição democrática”.

SATO, M. et all, Insurgência do grupo-pesquisador na educação ambiental sociopoiética, 2005

“Um processo educativo eminentemente político, que visa ao desenvolvimento nos educandos de uma consciência crítica acerca das instituições, atores e fatores sociais geradores de riscos e respectivos conflitos socioambientais. Busca uma estratégia pedagógica do enfrentamento de tais conflitos a partir de meios coletivos de exercício da cidadania, pautados na criação de demandas por políticas públicas participativas conforme requer a gestão ambiental democrática.”

LAYRARGUES; P.P. Crise ambiental e suas implicações na educação, 2002.

“Processo em que se busca despertar a preocupação individual e coletiva para a questão ambiental, garantindo o acesso à informação em linguagem adequada, contribuindo para o desenvolvimento de uma consciência crítica e estimulando o enfrentamento das questões ambientais e sociais. Desenvolve-se num contexto de complexidade, procurando trabalhar não apenas a mudança cultural, mas também a transformação social, assumindo a crise ambiental como uma questão ética e política.”

MOUSINHO, P. Glossário. In: Trigueiro, A. (Coord.) Meio ambiente no século 21.Rio de Janeiro: Sextante. 2003.