Aprendendo a fazer Tinta Têmpora – Afinal, o que é ?

 Uma atividade necessária quando o assunto é Renascimento, Da Vinci ou Michelangelo ! Como sabemos a tinta têmpora foi muito utilizada nesse período por diversos artistas e os alunos sempre perguntam:

Professora o que é tinta têmpora?  Sempre citam essa tinta nos livros!

Eu respondo, vamos fazê-la, assim vocês nunca mais esquecerão….


Material:

  • Gema de ovo crua
  • Óleo de cravo (algumas gotas)
  • Pigmentos em pó: orgânicos, exemplo: curry
  • Suporte: Folhas (A4 ou A3 ) / papelão
  • Pincéis
  • Pote com água
  • Orégano

Ao manipular os materiais os alunos ficam envolvidos e curiosos, afinal a base da tinta é gema de ovo. No começo alguns apresentam “nojo” ao mexer e misturar os materiais. Mas logo passa… Em segundos a briga para misturar e preparar a tinta começa. Todo mundo quer por a mão na gema e fazer acontecer!


Não foquei em criar uma composição renascentista, sempre valorizo as experiências, a troca! Deixei os alunos realizarem uma composição artística: livre. Mas a criação de uma árvore foi unanime.

A composição estética é consequência, não foco. 

A aula foi realizada com alunos do 7 ano, confira :


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Desenho de Observação e Comilança -Natureza: Morta, Viva!

Aprender sobre natureza-morta e o fabuloso mundo de Paul Cézanne fica bem mais divertido quando as frutas desenhadas poderão ser comidas…. Foi isso que aconteceu… porém todos ficaram vendados e tiveram que adivinhar, qual é a fruta!

O livro didático pedia um simples desenho vivo, ai pensei, porque não complementar com o que eu acredito!

 Não tenha medo de errar  #Nãotenhamedodeerrar . Um professor tem que acreditar em suas propostas, e sentir segurança para agir diferente do que foi  propostos, se você consegue fazer diferente? Então faça!


A Proposta foi trabalhar os 5 sentidos, aguçar o paladar e apreciar novos sabores… Com um toque da Arte Impressionista.

Alguns alunos disseram que não comiam diversas frutas e depois da “brincadeira” passaram a comê-las!

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05 DE JUNHO — DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho. Essa data, que foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.

Dia-Mundial-do-Meio-Ambiente_FJS_PORTAL_2013

Nessa Conferência, que ficou conhecida como Conferência de Estocolmo, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta. Apesar do grande avanço que a Conferência representou, não podemos afirmar, no entanto, que todos os problemas foram resolvidos a partir daí.

Atualmente existe uma grande preocupação em torno do meio ambiente e dos impactos negativos da ação do homem sobre ele. A destruição constante de habitat e a poluição de grandes áreas, por exemplo, são alguns dos pontos que exercem maior influência na sobrevivência de diversas espécies.

Tendo em vista o acentuado crescimento dos problemas ambientais, muitos pontos merecem ser revistos tanto pelos governantes quanto pela população para que os impactos sejam diminuídos. Se nada for feito, o consumo exagerado dos recursos e a perda constante de biodiversidade poderão alterar consideravelmente o modo como vivemos atualmente, comprometendo, inclusive, nossa sobrevivência.

Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de reciclagem, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de combustíveis fósseis, desperdício de água e esgotamento do solo. Esses problemas e outros poderiam ser evitados se osgovernantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.

Em razão da importância da conscientização e da dimensão do impacto gerado pelo homem, o Dia Mundial do Meio Ambiente é uma data que merece bastante destaque no calendário mundial. Entretanto, não basta apenas plantar uma árvore ou separar o lixo nesse dia, é necessário que sejam feitas campanhas de grande impacto que mostrem a necessidade de mudanças imediatas nos nossos hábitos de vida diários.

Apesar de muitos acreditarem que a mudança deve acontecer em escala mundial e que apenas uma pessoa não consegue mudar o mundo, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade reivindique o cumprimento das leis ambientais. Todos devemos assumir uma postura de responsabilidade ambiental, pois só assim conseguiremos mudar o quadro atual.

A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos.”

Fatores Ambientais contribuem muito além da genética

Lendo essa matéria pude perceber que grande parte da responsabilidade das habilidades cognitivas e intelectuais do aluno são devido aos fatores ambientais e alimentares,  sendo assim, o DNA não é o único fator relevante, como muitos pensam.

“O fator ambiental induz uma mudança em mais de 50% naquilo que se acreditava estar relacionado de forma íntima á genética.”

Zan Mustacchi

Muitas vezes, o aluno sem limites pode ser erradamente diagnosticado como um estudante hiperativo. Para o médico geneticista e pediatra Zan Mustacchi, diretor clínico do Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo (Cepec-SP) e presidente do Departamento Científico de Genética da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), hoje, na grande maioria dos casos, há um erro de diagnóstico em relação a isso. E para piorar esse cenário, muitos educadores têm dificuldades em lidar com a situação. “Lamentavelmente, o professor deixou de ter autoridade, porque na hora em que começa a impor limite educacional ele é visto como o indivíduo que ultrapassa seus direitos”, explica Mustacchi, que também é responsável pelo Ambulatório de Genética do Hospital Infantil Darcy Vargas (HIDV), em São Paulo (SP). É sobre este e outros assuntos relacionados à genética que trata a entrevista a seguir.

 Qual a relação entre o DNA de uma pessoa e sua capacidade de adquirir conhecimento?

Zan Mustacchi: O que se sabe hoje é que existe uma expressão somatória entre a estrutura genética de uma determinada pessoa e fatores ambientais. Isso significa que o ambiente mais a genética se modelam, somam-se e determinam potenciais intelectuais. A última informação e a mais aceita hoje é a condição que nós chamamos de fatores epigenéticos, que são, de fato, a soma de ambiente mais a genética e determinam potenciais individuais, como da inteligência. O termo “epigenético” caracteriza uma somatória de fator genético e ambiental, então exclui a responsabilidade isolada da genética como determinante única das habilidades intelectuais, por exemplo. Antigamente, acreditava-se que a inteligência era nata, ou seja, era geneticamente definida, mas hoje se sabe que isso não é verdade; é a genética mais o ambiente.

 Fatores ambientais podem interferir no componente genético das pessoas?

Mustacchi: Eu não diria que “podem” interferir, eu diria que “interferem” com certeza. É bem diferente. O dado mais clássico é que fatores ambientais interferem mais que 50% na determinação de relações que haviam sido vinculadas com determinações genéticas. Sabe-se atualmente que as determinações não são mais exclusivamente genéticas, porque o fator ambiental induz uma mudança em mais de 50% naquilo que se acreditava estar relacionado de forma íntima à genética.

 Mas se isolarmos apenas a genética, qual o seu “peso” em relação à inteligência, por exemplo?

Mustacchi: A responsabilidade da genética [nesse caso] é menor que 50%, assim como quando eu falo de estatura, de obesidade e de habilidades de forma geral. Sabe-se que a genética tem uma responsabilidade menor que 50%. No caso da habilidade cognitiva, portanto, a responsabilidade é menor que 50%.

 Então, isso significa que a escola tem uma enorme responsabilidade para que o aluno aprenda?

Mustacchi: Com certeza, qualquer pessoa que seja bem estimulada de uma forma correta será favorecida; traduzindo, é exclusiva a responsabilidade do professor em fazer com que esse aluno se habilite.

O estímulo aos sentidos poderia promover uma alteração neurológica a ponto de aumentar a capacidade cognitiva do educando?

Mustacchi: Com certeza, desde que a infraestrutura que sustenta isso esteja adequada, e isso eu traduzo como aspectos nutricional e salutar. Então, se o indivíduo tiver uma boa saúde, envolvendo a condição nutricional adequada, o estímulo dos sentidos tenderá a favorecer a melhor capacitação cognitiva de qualquer aluno.

Mas às vezes a educação peca nesse aspecto? Os docentes poderiam ficar mais atentos ao estímulo dos sentidos durante o ensino-aprendizagem?

Mustacchi: Sim. O professor de inglês, por exemplo, no primeiro dia de aula, ensina “I am, You are, She is”. No fim da aula, ele faz uma prova: verbo “to be” (“eu sou, tu és, ele é”). Qual é o grande problema nisso aí? Esse garoto que está nessa escola – ainda em capacitação, em formação de habilidade linguística do português, da língua pátria, que ele não domina e que ainda está aprendendo a falar corretamente – tem um professor despreparado, que cobra a ele uma gramática de uma língua que ele nem sequer sabe falar. Seria a mesma coisa que você, quando for ensinar o seu filho a falar, dizer: “filho, eu sou, tu és, ele é”. Sabe quando ele vai aprender? Com grande dificuldade, vai demorar muito. Isto é o professor que não quer o aluno aprenda.

Então, como o professor deve proceder?

Mustacchi: Para que a gente possa aprender uma determinada língua é o mesmo modelo para que você aprenda uma língua: falando, cantando e brincando com aquele linguajar. Durante os primeiros três ou quatro anos de escolaridade, o aprendizado de uma segunda língua poderia se restringir a palavras usando modelos que agradam a criança – ela aprenderia, por exemplo, a cantar parabéns em inglês, a cantar músicas que estão tocando no rádio e a traduzir essas palavras.

Não importa o nível de ensino e a disciplina, é sempre importante utilizar atividades lúdicas que estimulem os sentidos?

Mustacchi: É preciso respeitar a habilidade e o limite individual de cada um. Eu vou traduzir: certamente você sabe muito bem como você melhor aprende, se é lendo, escrevendo, desenhando ou ouvindo. Como professor, eu tenho que descobrir como os meus alunos melhor aprendem – um desenhando, outro cantando, outro ouvindo, outro rabiscando e outro lendo. Cada um de nós tem um potencial diferenciado. Então, eu tenho que me preparar como pedagogo, como professor, a primeiramente saber que meu aluno, o indivíduo que eu vou preparar para a vida, tem várias formas de capacitação. E a chave fundamental é habilitar a criatividade do professor, induzir a sua caracterização como indivíduo criativo para poder facilitar a capacitação do seu aluno. Para o aluno cego, por exemplo, eu tenho que ser criativo. Como ensinar marrom para o cego? Fazendo associação com a terra – assim, em qualquer momento que ele tocar a terra ele vai dizer “marrom”. Eu não estou dizendo que é uma coisa fácil, mas é um momento de criatividade, em que o educador precisa criar oportunidades para melhor favorecer o indivíduo com alguma deficiência.

 E no caso do estudante com alguma deficiência intelectual, como síndrome de Down?

Mustacchi: Eu tenho aluno com síndrome de Down que aprende melhor com música, tenho aluno com síndrome de Down que aprende melhor com cores, com desenhos, e aluno que aprende muito melhor ouvindo ou fazendo. Então, progressivamente, eu vou escolher qual é a “porta de entrada dele”. Cada pessoa tem um modelo de capacitação, por isso é preciso respeitar o limite do modelo de capacitação de cada um.

 Em relação à aprendizagem, até onde o docente pode ir com esse aluno com síndrome de Down?

Mustacchi: Quem determina isso é o aluno, não o professor. Depende da habilidade do docente, infelizmente, porque o limite não existe. Na hora que você põe a palavra “até onde” você está impondo limite, e se você impuser limite é a mesma coisa que eu lhe disser “eu não vou te deixar aprender tal coisa porque você não aprende”. Se eu digo que você não aprende significa que eu não vou lhe dar nem sequer a oportunidade de aprender. Então você restringe. Até onde esse indivíduo vai? Até onde você deixá-lo ir, até onde você der oportunidade para ele chegar.

 As universidades precisam melhor preparar os futuros docentes para isso?

Mustacchi: O professor tem que ser habilitado no sentido de informação, de quebrar paradigmas de restrições didáticas. O que significa isso? Geralmente, o educador tem modelos didáticos predefinidos por ocasião da sua formação e capacitação, e esse modelo didático é restrito, não permite uma oportunidade de amplitude de modelos. Então o professor acha que a lousa é o material de trabalho dele; ele pega o giz, a lousa e começa a rabiscar. Está errado. O material de trabalho dele é o aluno, não é a lousa, e ele tem que saber utilizar todos os sentidos e até aqueles que a gente não conhece.

 O que é a Nutrigenômica?

Mustacchi: Ela representa um passo que deve mudar muito a condição nutricional da nossa população; é que tipo de alimento é próprio para você para determinada situação ser favorecida. Existem pessoas que têm uma alteração genética e não podem, por exemplo, comer fava – se comerem, elas têm uma baita anemia e uma icterícia, como se fosse uma hepatite grave. Esse indivíduo tem um comprometimento genético que faz com que aquele alimento gere um comprometimento clínico severo. Então, como é que nós vamos diferenciar quem responde a determinadas situações nutricionais e medicamentosas? Isso é Nutrigenômica, é o fator genético que envolve o fator ambiental para ter resultado.

 O senhor afirma que a Nutrigenômica evidenciará a importância da individualização e do respeito aos limites, propondo programas com ênfase na capacitação dos modelos educacionais. Fale sobre isso.

Mustacchi: Isso significa o seguinte: no momento em que eu tiver um domínio individualizado – saber que aquele indivíduo, em vez de comer arroz tem que comer mais batata, ou em vez de tomar vitamina C, tem que tomar vitamina B, ou em vez de a ele ser ensinado um “be-a-bá” na lousa, ele tem que escutar música – eu terei um resultado final muito mais satisfatório, mas eu preciso ter o domínio de como criar isso antes. Isso é um futuro muito próximo.

Profissão Mestre: Mas como a escola pode fazer isso? É preciso capacitar a equipe docente?

Mustacchi: Isso não é apenas papel do professor; é o educador mais a ciência. Nós não podemos trabalhar de uma forma isolada, não somos pedaços de pensamentos, temos que nos unir. A importância do docente é justamente que ele passa horas com esse indivíduo, em que ele percebe [o estudante] muito melhor que o médico, que passa poucos minutos com essa criança. Então, o educador tem que perceber, tem que ficar capacitado, tem que notar qual é a atitude desse aluno perante determinados outros educandos, perante determinadas atitudes e refeições.

 A nutrição tem um papel importante para o desempenho escolar do aluno?

Mustacchi: A importância nutricional é basal, é o primeiro plano. Primeiro é nutrição, depois é educação e saúde. Mas eu também não posso jamais separar o indivíduo, pois ele é uma estrutura como um todo, que depende da sua relação de lazer, da sua relação amorosa que tem em casa, do índice de quantas pessoas têm na família dele, se é primeiro, segundo ou terceiro filho, o que ele come, se toma café da manhã (e o que ele come no café), como é que ele toma banho, quem conversa com ele, se alguém lê alguma coisa para ele, qual é o programa de TV que assiste, quando vai para o computador e o que ele joga. O fator ambiental é fundamental.

 Existe o mito de que se comer muito açúcar e corantes a criança pode ficar hiperativa. Isso é verdade?

Mustacchi: Isso aí é uma mídia que quer modelar atitudes sociais. Essa mídia está vinculada com indústrias que acabam modelando atitudes nutricionais e medicamentosas. Existe também um modismo que confunde falta de limite com hiperatividade.

 Então não há uma comprovação científica sobre isso?

Mustacchi: Ainda não há de forma científica, clara e verdadeira [essa comprovação], mas o excesso de açúcar e corantes leva a algumas alterações, ou seja, sem dúvida há grupos que têm esse tipo de reações. Tudo o que você põe na boca pode ser veneno, pode te matar. Até água mata. Como? Afogado, dependendo da dose. Se eu fizer você tomar 40 copos de água, eu te mato afogada. Então, a diferença que existe entre uma dose razoável, satisfatória, e um veneno é a dose. O excesso de açúcar pode gerar uma série de problemas neurológicos, metabólicos e farmacológicos no próprio corpo, que dá desvios de atividade de insulina, atividade pancreática; então, você tem uma série de repercussões por isso.

 Muitos alunos são diagnosticados com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)?

Mustacchi: Perdoe-me, mas muito médico ainda não sabe fazer esse diagnóstico. É mais fácil dizer “esse garoto tem déficit de atenção e hiperatividade” do que dizer “não foi lhe imposto limite, a família não soube segurar isso”. Para suprir a sua falta de presença durante o dia, a família libera muita coisa à noite, então esse indivíduo acaba tendo distúrbio de comportamento. Com certeza, o diagnóstico de hiperatividade pediátrica hoje tem, na grande maioria dos casos, um erro de diagnóstico.

 E a escola precisa lidar com essa criança sem limites.

Mustacchi: Sim, por isso lhe digo que, lamentavelmente, o professor deixou de ter autoridade, porque na hora em que começa a impor limite educacional ele é visto como o indivíduo que ultrapassa seus direitos. Eu entendo que o professor ainda tem um grande papel de educador e para isso deveria ter uma liberdade de atuar. Ele pode fazer esse papel mesmo com as restrições que existem, mas prefere lavar as mãos e não se preocupar em como resolver esse problema. Ele pensa: “Já que eu não posso me preocupar com isso, então eu deixo esse indivíduo [caracterizado] com uma hiperatividade, um perturbador de ambiente, e não vou investir em tentar saber o que está fazendo com que essa criança tenha esse distúrbio de atitudes sociais. Então, eu lavo as minhas mãos e encaminho esse aluno para um psicólogo”. Ninguém procura ajudar essa criança, a preocupação é em como fazer com que ela fique quieta e não em como ajudá-la.

Entrevista publicada na edição de maio de 2012 da revista Gestão Educacional

Florestas Certificadas

O FSC® Brasil

FSC é a sigla, em inglês, para Forest Stewardship Council®, ou Conselho de Manejo Florestal. É uma organização independente, não-governamental, sem fins lucrativos, criada no início da década de 90 com o intuito de contribuir para a promoção do manejo florestal responsável no mundo. O FSC tem sede em Bonn, na Alemanha, e está presente em mais de 75 países e em todos os continentes, sendo o selo mais reconhecido mundialmente.

No Brasil, é representado pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, ou FSC Brasil, e atualmente tem escritório na cidade de São Paulo.

O WWF Brasil

O WWF Brasil é uma organização não-governamental dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana pela conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

O WWF Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

 

Fonte: http://www.florestascertificadas.org.br/

5 de junho dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

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Celebrado anualmente desde então no dia 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente cataliza a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.

Os principais objetivos das comemorações são:
1. Mostrar o lado humano das questões ambientais;
2. Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável;
3. Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais;
4. Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro e mais próspero.

O tema do Dia Mundial em 2009 é “Seu planeta precisa de você: Unidos contra as mudanças climáticas”. Ele reflete a urgência de que nações atuem de maneira harmônica para fazer frente às mudanças climáticas, para manejar adequadamente suas florestas e outros recursos naturais e para erradicar a pobreza. dia-meio-ambiente

Este ano, o México será a sede mundial das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente o que reflete o engajamento dos países da América Latina e Caribe na luta contra as mudanças climáticas e na transição para uma sociedade de baixo carbono.

Em linha com seu forte engajamento nas questões ambientais, o México é um dos países que mais contribuiu com a campanha 7 Bilhões de Árvores, desenvolvida pelo PNUMA.http://www.unep.org/billiontreecampaign/portuguese

O presidente do México, Felipe Calderón, afirma que a celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente “irá destacar a determinação daquele país em gerenciar adequadamente seus recursos naturais e lidar com o mais exigente desafio do século 21 – as mudanças climáticas.”

Para maiores informações sobre as atividades relativas à celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente no México, acesse o site da Secretária do Meio Ambiente e Recursos Naturais no seguinte endereço: www.semarnat.gob.mx

 

Fonte: http://www.ipc-undp.org/dmma/evento.htm

 

27 de Maio: Dia da Mata Atlântica

Ela protege uma das mais ricas biodiversidades do mundo, oferece locais de beleza cênica sem igual, contribui com o fornecimento de água para mais da metade da população brasileira e na regulação do clima de algumas das maiores cidades do país. É impossível falar da Mata Atlântica, uma das florestas mais exuberantes do mundo, sem usar superlativos para dimensionar sua importância e evidenciar sua urgente proteção. Restam apenas 7% do bioma em seu estado natural e 60% dos animais ameaçados de extinção do país dependem desse ambiente para sobreviver.

Nesta terça-feira, 27 de maio, comemora-se o Dia da Mata Atlântica. A data marca a necessidade de barrar o desmatamento, recuperar o que foi degradado, ampliar o número de áreas protegidas, públicas e privadas, e melhorar a gestão daquelas que já existem. Os principais núcleos de resistência da floresta são as áreas já protegidas, ou seja, parques públicos e reservas particulares criados por lei.
Setenta anos depois de criada a primeira unidade de conservação – o Parque Nacional do Itatiaia – para evitar a destruição de trechos fundamentais do bioma, agora o desafio é aperfeiçoar a infra-estrutura e o modelo de gestão dos parques para que o visitante destas áreas passe a ser mais um aliado na conservação da Mata Atlântica.
“À medida que as pessoas conheçam e descubram para que servem as unidades de conservação e a relação direta dessas áreas com sua qualidade de vida, elas passarão a apoiar e contribuir para que elas se perpetuem, tornando-se aliadas da conservação ambiental”, aposta a coordenadora do Programa Mata Atlântica do WWF-Brasil, Luciana Simões.

Temos que proteger esses 7% que ainda restam com unhas e dentes!!! Não podemos deixar que esse bioma se acabe…

 

Fonte do texto: http://www.wwf.org.br/ – Boletim WWW- Brasil Maio de 2009.

Fonte da Foto (Perereca exclusiva da Mata Atlântica): WWF – Brasil/ Instituto Ekos Brasil/ Mauricio Forlani

Viva a Mata 2014 – Espaço Bichos – ECOANIMAIS

A 10º edição do “Viva a Mata: Encontro Nacional pela Mata Atlântica“ aconteceu entre os dias 23 e 25 de maio, das 09h às 18h, na Marquise do Parque Ibirapuera, em São Paulo. O evento celebra o Dia Nacional da Mata Atlântica, comemorado oficialmente em 27 de maio. E o Sustentabiliarte ficou responsável pela oficina Ecoanimais no Espaço Bichos.

Confira as fotos do evento: 

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​​Eles são uma plataforma online que proporciona um encontro global – e virtual – de pessoas que trabalham, gostam, se interessam ou apenas ouviram falar sobre meio ambiente, mas que mantêm alguma vontade de conhecer um pouco mais sobre o tema. E, quem sabe, fazer a diferença. Este é um escritório colaborativo online para todo tipo de pessoas. Com ele, trocar ideias ficou mais fácil e mais divertido.​

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