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ARTE SUSTENTÁVEL PARA CRIANÇAS

Neste curso abordarei a importância das árvores no nosso meio ambiente,  Aproximando a criança da natureza, e apresentando a magia do mundo verde e suas curiosidades. Com muito amor podemos conscientizar com sabedoria!

kids

  • Carga horária: 4 horas
  • Dias da semana: Sábado
  • Data: 30 de novembro de 2013
  • Horário: das 8h30 às 12h30

Objetivo

A arte sustentável é um dos caminhos possíveis para que as crianças entendam os atuais problemas do nosso planeta e as diferenças étnicas, sociais, culturais e econômicas de uma forma mais natural. Partindo do conhecimento de materiais recicláveis e biodegradáveis, eles poderão interagir com o meio ambiente, sabendo sua responsabilidade e compromisso com a sua e as futuras gerações.

Conscientizar a criança sobre seu papel e espaço, evidenciando na proposta a ideia de sustentabilidade. Ao criar obras ecologicamente corretas, a criança passa a conhecer o ato de reduzir, reutilizar e reciclar materiais industrializados, usados em nosso dia-a-dia e, com isso, evita o consumo desnecessário.

Assim, ela passa a ajudar a proteger e cuidar da Terra, a amar e preservar seu ecossistema. Ao se envolver a com proposta, a criança desenvolve senso crítico, disseminador ativo de informações, tornando-o um agente ativo e responsável, que ama e preserva o nosso planeta.

bichos-com-folhas-2

Conteúdo Programático

Formação de um repertório de atividades de lazer e recreação.

Dinâmica e composição da obra individual e em grupo.

Processo lúdico voltado à sustentabilidade, ecossistema, natureza, preservação e reciclagem.

Ação Ecológica com certificado de participação.

florestaaamaz

Link: http://www.belasartes.br/cursoslivres/?pagina=curso&curso=arte-sustentavel-para-criancas

ARTE SUSTENTÁVEL PARA CRIANÇAS

Neste curso abordarei a importância das árvores no nosso meio ambiente,  Aproximando a criança da natureza, e apresentando a magia do mundo verde e suas curiosidades. Com muito amor podemos conscientizar com sabedoria!

kids

  • Carga horária: 4 horas
  • Dias da semana: Sábado
  • Data: 30 de novembro de 2013
  • Horário: das 8h30 às 12h30

Objetivo

A arte sustentável é um dos caminhos possíveis para que as crianças entendam os atuais problemas do nosso planeta e as diferenças étnicas, sociais, culturais e econômicas de uma forma mais natural. Partindo do conhecimento de materiais recicláveis e biodegradáveis, eles poderão interagir com o meio ambiente, sabendo sua responsabilidade e compromisso com a sua e as futuras gerações.

Conscientizar a criança sobre seu papel e espaço, evidenciando na proposta a ideia de sustentabilidade. Ao criar obras ecologicamente corretas, a criança passa a conhecer o ato de reduzir, reutilizar e reciclar materiais industrializados, usados em nosso dia-a-dia e, com isso, evita o consumo desnecessário.

Assim, ela passa a ajudar a proteger e cuidar da Terra, a amar e preservar seu ecossistema. Ao se envolver a com proposta, a criança desenvolve senso crítico, disseminador ativo de informações, tornando-o um agente ativo e responsável, que ama e preserva o nosso planeta.

bichos-com-folhas-2

Conteúdo Programático

Formação de um repertório de atividades de lazer e recreação.

Dinâmica e composição da obra individual e em grupo.

Processo lúdico voltado à sustentabilidade, ecossistema, natureza, preservação e reciclagem.

Ação Ecológica com certificado de participação.

florestaaamaz

 

Link: http://www.belasartes.br/cursoslivres/?pagina=curso&curso=arte-sustentavel-para-criancas

 

 

Árvore Educacional – Frutas

Sabia qual a melhor forma de comer frutas .

A fruta é o mais perfeito alimento: gasta uma quantidade mínima de energia para ser digerida e dá ao nosso corpo o máximo em retorno. O único alimento que faz o cérebro trabalhar é a glicose. A fruta é constituída principalmente de frutose (que pode ser transformada com facilidade em glicose) e, na maioria das vezes, contém entre 90 e 95 por cento de água. Isso significa que ela está limpando e alimentando ao mesmo tempo.frutas

O único problema com as frutas é que a maioria das pessoas não sabe como comê-las de forma a permitir que o corpo use efetivamente todos seus nutrientes. Deve-se comer frutas sempre com o estômago vazio. Por quê? A razão é que as frutas não são, em princípio, digeridas no estômago: são digeridas no intestino delgado. As frutas passam rapidamente pelo estômago, dali indo para o intestino, onde liberam seus açúcares. Mas se houver carne, batatas ou amidos no estômago, as frutas ficam presas lá e começam a fermentar.

Você já comeu alguma fruta de sobremesa, após uma lauta refeição, e passou o resto da noite arrotando aquele desconfortável sabor ou sentindo o estômago cheio e pesado? Isso acontece porque você não a comeu da maneira adequada. Deve-se comer frutas sempre com o estômago vazio.

A melhor espécie de fruta é a fresca ou o suco feito na hora. Você não deve beber suco de lata ou do recipiente de vidro. Por que não? Na maioria das vezes o suco foi aquecido no processo de vedação e sua estrutura tornou-se ácida. Quer fazer a mais valiosa compra que possa? Compre uma centrífuga. Você tem um carro? Venda-o e compre uma centrífuga. Ela levará você muito mais longe. Ou simplesmente, compre a centrífuga agora! Você pode ingerir o suco extraído na centrífuga como se fosse a fruta, com o estômago vazio. E o suco é digerido tão depressa que você pode comer uma refeição quinze ou vinte minutos mais tarde.

O Dr. William Castillo, chefe da famosa clínica cardiológica Framington, de Massachusetts (Estados Unidos), declarou que fruta é o melhor alimento que podemos comer para nos proteger contra doenças do coração. Segundo o famoso médico, as frutas contêm bioflavinóides, que evitam que o sangue se espesse e obstrua as artérias. Também fortalecem os vasos capilares, e vasos capilares fracos quase sempre provocam sangramentos internos e ataques cardíacos.

Há pouco tempo, conversei com um corredor de maratona, num dos seminários de saúde que promovo. Ele era bastante cético quanto à natureza, mas concordou em fazer uso correto de frutas em sua dieta. Sabe o que aconteceu? Diminuiu 9,5 minutos de seu tempo de maratona, cortou seu tempo de recuperação pela metade e qualificou-se para a Maratona de Boston. Pela primeira vez em sua vida!!!

Agora, uma coisa final que gostaria que mantivesse em sua mente sobre frutas. Como se deve começar o dia? O que se deve comer no café da manhã? Você acha que é uma boa idéia pular da cama e encher seu sistema com um grande monte de alimentos, que levará o dia inteiro para digerir? Claro que não.

O que você quer é alguma coisa que seja fácil de digerir, frutas que o corpo pode usar de imediato, e que ajuda a limpá-lo. Quando levantar-se coma só frutas frescas e sucos feitos na hora. Mantenha esse esquema até pelo menos o meio-dia, diariamente.

Quanto mais tempo ficar só com frutas em seu corpo, maior oportunidade dele limpar-se. Se você começar a se afastar do café e dos outros lixos com que costuma encher seu corpo no começo do dia, sentirá uma nova torrente de vitalidade e energia, tão intensa que você mal acreditará.

Tente durante os próximos dez dias e veja por si mesmo

Nome popular e científico das frutas.

Nome Vulgar Nome Científico Família
 Abacate  Persea gratissima ou Laurus persea  LAURACEAE
 Abacaxi  Ananas sativus  BROMELIACEAE
 Abiu  Pouteria caimito  SAPOTACEAE
 Açaí  Euterpe oleracea  ARECACEAE
 Acerola  Malpighia glabra  MALPIGHIACEAE
 Ameixa  Prunus domestica  ROSACEAE
 Amora  Morus nigra ou Morus alba  MORACEAE
 Araçá  Psidium araça  MYRTACEAE
 Araticum  Annona crassiflora  ANNONACEAE
 Banana  Musasp  MUSACEAE
 Butiá  Butia paraguayensis  ARECACEAE
 Cacau  Theobroma cacao  STERCULIACEAE
 Cajá  Spondias lutea  ANACARDIACEAE
 Cajú  Anacardium occidentale  ANACARDIACEAE
 Caqui  Diospyrus kaki  EBENACEAE
 Carambola  Avehrroa carambola  OXALIDACEAE
 Cereja  Prunus cerasus  ROSACEAE
 Côco  Cocos nucifera  ARECACEAE
 Cupuaçú  Theobroma grandiflorum  STERCULIACEAE
 Damasco  Prunus armeniaca  ROSACEAE
 Figo  Ficus carica  MORACEAE
 Fruta do Conde  Annona squamosa  ANNONACEAE
 Goiaba  Psidium guayava  MYRTACEAE
 Graviola  Annona muricata  ANNONACEAE
 Guabiroba  Campomanesia xantocarpa  MYRTACEAE
 Ingá  Inga edulis  MIMOSACEAE
 Jabuticaba  Myrciaria jaboticaba  MYRTACEAE
 Jaca  Artocarpus integrifolia  MORACEAE
 Kiwi  Actinia chinensis  ACTINIDACEAE
 Laranja  Citrus sinensis  RUTACEAE
 Lima  Citrus limetta  RUTACEAE
 Limão  Citrus limonum  RUTACEAE
 Maçã  Malussp  ROSACEAE
 Mamão  Carica papaya  CARICACEAE
 Manga  Mangifera indica  ANACARDIACEAE
 Mangaba  Hancornia speciosa  APOCYNACEAE
 Maracujá  Passiflorasp  PASSIFLORACEAE
 Melancia  Citrulus vulgaris  CUCURBITACEAE
 Melão  Cucumis melo  CUCURBITACEAE
 Morango  Fragaria vesca  ROSACEAE
 Nêspera  Eriobotrya japonica  ROSACEAE
 Pera  Pyrus communis  ROSACEAE
 Pêssego  Prunus persica  ROSACEAE
 Pitanga  Eugenia uniflora  MYRTACEAE
 Romã  Punica granatum  PUNICACEAE
 Sapoti  Matissia cordata  SAPOTACEAE
 Tâmara  Phoenix dactylifera  ARECACEAE
 Tamarino  Tamarindus indica  FABACEAE
 Tangerina  Citrus nobilis  RUTACEAE
 Umbú  Spondias tuberosa  ANACARDIACEAE
Uva  Vitis vinifera  VITACEAE

Carta Brasileira para Educação Ambiental (MEC. Rio-92)

Como único evento oficial, paralelo à Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, o Ministério da Educação (MEC) realizou de 1 a 12 de julho de 1992, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, o Workshop sobre Educação Ambiental.

Como único evento oficial, paralelo à Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, o Ministério da Educação (MEC) realizou de 1 a 12 de julho de 1992, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, o Workshop sobre Educação Ambiental. Os profissionais, reunidos nesse encontro, aprovaram o presente documento.

Segundo a Constituição Brasileira, a Educação Ambiental (EA), em todos os níveis de ensino, é incumbência do Estado, bem como a promoção da conscientização pública em defesa do meio ambiente. Porém, a maior contribuição social tem vindo através dos movimentos da própria sociedade civil, das entidades não-governamentais, dos veículos de comunicação, dos movimentos políticos e culturais. Necessário se faz, portanto, para a efetivação do processo, que a incorporação da EA se concretize no ensino de todos os graus e modalidades.

No momento em que se discute o desenvolvimento sustentável como estratégia de sobrevivência do planeta e, conseqüentemente, da melhoria da qualidade de vida, fica definido ser a Educação um dos aspectos mais importantes para a mudança pretendida. A lentidão da produção de conhecimentos, a importação de tecnologias inadequadas, a formulação de políticas de desenvolvimento cada vez mais descomprometidas com a soberania nacional, consolidam um modelo educacional que não responde às necessidades do país.

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Pelo exposto e considerando:

a) a importância da conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, em realização no Rio de Janeiro, em 1992;

b) a premência de serem criadas as condições que permitam o cumprimento real e pleno dos Estatutos que garantam o direito à vida;

c) a necessidade de mudanças de caráter ético no Estado e na sociedade civil;

d) que a EA é componente imprescindível do desenvolvimento sustentável;

e) a existência da base legal, pelo Inciso VI do Parágrafo 1º do Art. 225 da Constituição Brasileira para implantação imediata da EA, em todos os níveis;

f) a importância da EA para o desenvolvimento de uma ciência voltada para a realidade brasileira;

g) a importância do Brasil se tornar um centro formador de recursos humanos em EA da América Latina;

h) a existência no país de reflexões críticas e produção de conhecimento em EA e áreas afins;

i) a ocorrência de iniciativas bem sucedidas em EA, realizadas no país, no campo da educação formal e não-formal;

j) a importância da participação comunitária na construção da cidadania brasileira;

Recomenda-se que:

a) haja um compromisso real do poder público federal, estadual e municipal no cumprimento e complementação da legislação e das políticas para EA;

b) haja uma articulação dos vários programas e iniciativas governamentais em EA, pelo MEC;

c) o MEC estabeleça diretrizes complementares aos documentos existentes sobre a EA e que orientam suas delegacias estaduais (DEMEC);

d) as políticas específicas, formuladas para a EA, expressam a vontade governamental em defesa da escola pública, em todos os níveis de ensino;

e) o MEC estabeleça grupos e fórum permanentes de trabalho que definam procedimentos para diagnóstico das especificidades existentes no país e mecanismos de atuação face às questões ambientais;

f) o MEC, em conjunto com as instituições de ensino superior (IES), defina metas para a inserção articulada da dimensão ambiental nos currículos, a fim de que seja estabelecido o marco fundamental da implantação da EA no 3º grau;

g) as discussões acerca da inserção da EA no ensino superior sejam aprofundadas devido à sua importância no processo de transformação social;

h) sejam cumpridos os marcos referenciais internacionais acordados em relação à EA como dimensão multi, inter e transdisciplinar em todos os níveis de ensino;

i) que o Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB) assuma o compromisso com a implantação da dimensão ambiental nos currículos dos diferentes cursos das IES;

j) as IES e os órgãos governamentais apoiem os núcleos e centros interdisciplinares de EA existentes e estimulem a criação de novos;

l) haja estímulo concreto à pesquisa, formação de recursos humanos, criação de bancos de dados e divulgação destes, bem como aos projetos de extensão integrados à comunidade;

m) sejam incentivados os convênios interinstitucionais nacionais e internacionais;

n) sejam viabilizados recursos para a EA, através de apoio efetivo a realização de programas, presenciais e à distância, de capacitação e fixação de recursos humanos de reformulação e criação de novos currículos e programas de ensino, bem como elaboração de material instrucional;

o) em todas as instâncias, o processo decisório acerca das políticas para a EA conte com a participação da(s) comunidade(s) direta e/ou indiretamente envolvida(s) na problemática em questão.

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Fonte: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/educacao/artigos/carta_brasileira_para_educacao_ambiental_%28mec._rio-92%29.html

Iniciativa da Carta da Terra

 

A missão da Iniciativa da Carta da Terra é promover a transição para  formas sustentáveis de vida e de uma sociedade global fundamentada em um modelo  de ética compartilhada, que inclui o respeito e o cuidado pela comunidade da  vida, a integridade ecológica, a democracia e uma cultura de paz. Isto pode ser usado como  recurso durante as aulas com  o propósito de gerar debates e discussões entre os alunos, para que eles entendam seu papel na sociedade e reflitam sobre o assunto.

O que é a Carta da Terra?

A Carta da Terra é uma  declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21, de  uma sociedade global justa, sustentável e pacífica.  Busca inspirar todos os povos a um novo sentido de  interdependência global e responsabilidade compartilhada voltado para o bem-estar  de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. É  uma visão de esperança e um chamado à ação.

A Carta da Terra se preocupa  com a transição para maneiras sustentáveis de vida e desenvolvimento humano  sustentável. Integridade ecológica é um tema maior. Entretanto, a Carta da  Terra reconhece que os objetivos de proteção ecológica, erradicação da pobreza,  desenvolvimento econômico eqüitativo, respeito aos direitos humanos, democracia  e paz são interdependentes e indivisíveis. Consequentemente oferece um novo  marco, inclusivo e integralmente ético para guiar a transição para um futuro  sustentável.

A Carta da Terra é  resultado de uma década de diálogo intercultural, em torno de objetivos comuns  e valores compartilhados. O projeto da Carta da Terra começou como uma  iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma  iniciativa global da sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma  entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a  carta dos povos.

A redação da Carta da Terra  envolveu o mais inclusivo e participativo processo associado à criação de uma  declaração internacional.  Esse processo  é a fonte básica de sua legitimidade como um marco de guia ético. A  legitimidade do documento foi fortalecida pela adesão de mais de 4.500  organizações, incluindo vários organismos governamentais e organizações  internacionais.

À luz desta legitimidade,  um crescente número de juristas internacionais reconhece que a Carta da Terra  está adquirindo um status de lei branca (“soft  law”). Leis brancas, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos são consideradas  como moralmente, mas não juridicamente obrigatórias para os Governos de Estado,  que aceitam subscrevê-las e adotá-las, e muitas vezes servem de base para o  desenvolvimento de uma lei stritu senso (hard  law).

Neste momento em que é urgentemente necessário  mudar a maneira como pensamos e vivemos, a Carta da Terra nos desafia a  examinar nossos valores e a escolher um melhor caminho. Alianças internacionais são cada vez mais necessárias, a Carta da Terra nos  encoraja a buscar aspectos em comum em meio à nossa diversidade e adotar uma  nova ética global, partilhada por um número crescente de pessoas por todo o  mundo. Num momento onde educação para o desenvolvimento sustentável tornou-se  essencial, a Carta da Terra oferece um instrumento educacional muito valioso.

Programa Habitats

 

Da onde vêm as coisas? Como elas chegaram até a sua casa? Já parou pra pensar? Como nasce um abacaxi? Por que as salas de aula precisam ser fechadas? Quem determinou isso? O que seria dos tomates se não fossem os químicos que despejam na plantação? Pra que servem as minhocas? O que acontecerá quando o petróleo acabar? São tantas as perguntas que quase nunca nos fazemos… e tantas respostas valiosas que deixamos de saber.

É por isso que estamos aqui. Eu e você. É preciso parar pra pensar e fazer escolhas. O homem está consumindo a natureza como se fosse um pacote de biscoito. Mas nós estamos dentro dele!! E agora?? É preciso agir, mudar! E nenhum outro lugar é mais apropriado para começar do que a escola. Ali, está a semente do nosso futuro, nossas vozes. Entre, fique a vontade, brinque, pergunte. Nós estamos aqui pra mostrar para você quanta coisa pode ser feita com tão pouco esforço.

Mesmo com um currículo estabelecido, muitas questões permanecem entre os educadores: “Quantos estudantes lêem um conceito uma única vez e já o compreendem? Quantos estudantes, após uma aula teórica, conseguem compreender a matéria? Quantos outros precisam praticar, tocar, experimentar uma idéia antes de concretizá-la? E quantos estudantes abandonam a escola por sua grande dificuldade em aprender?”.

Em uma cultura escolar que oferece asfalto ou solo batido como área de recreação, aplica testes padrão e separa todo o conteúdo acadêmico em compartimentos, um currículo inovador que contenha vida e aprendizado com o mundo natural é um desafio. O programa “Habitats – Sua Escola Sustentável”, alcança este desafio! O pátio escolar se torna um laboratório vivo, que ajuda os estudantes a compreenderem a temática básica do currículo em suas lições de ciências, matemática, português e estudos sociais.

 

 

Fonte: http://www.ecocentro.org/vida-sustentavel/habitats/

Perfeito é um curta metragem sobre o EGOÍSMO

Com um enredo educativo o curta Perfeito, é uma ótima pedida  para desenvolver com os alunos os problemas que encontramos quando o assunto é egoísmo. Afinal,  quem só enxergar seu próprio interesse nem sempre se dá bem.

Indicado para alunos acima do 4 º ano.

Criação, direção e produção – Mauricio Bartok

Música  -Andre Arruda  e Wiliam Roscito

Sound FX e Mix – Jose Miguel 

Assistam: