Desenho de Observação e Comilança -Natureza: Morta, Viva!

Aprender sobre natureza-morta e o fabuloso mundo de Paul Cézanne fica bem mais divertido quando as frutas desenhadas poderão ser comidas…. Foi isso que aconteceu… porém todos ficaram vendados e tiveram que adivinhar, qual é a fruta!

O livro didático pedia um simples desenho vivo, ai pensei, porque não complementar com o que eu acredito!

 Não tenha medo de errar  #Nãotenhamedodeerrar . Um professor tem que acreditar em suas propostas, e sentir segurança para agir diferente do que foi  propostos, se você consegue fazer diferente? Então faça!


A Proposta foi trabalhar os 5 sentidos, aguçar o paladar e apreciar novos sabores… Com um toque da Arte Impressionista.

Alguns alunos disseram que não comiam diversas frutas e depois da “brincadeira” passaram a comê-las!

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Mandalas Tibetanas de Areia – Para despertar nas crianças a consciência de um bom trabalho em equipe

Despertar a consciência de um bom trabalho em equipe, ajuda as crianças entenderem melhor a eficiência e a necessidade de se aprender como devemos agir em grupo.

Em mundo de tecnologia o compartilhar se faz presente. Agora vamos ter essa mesma atitude #artitude no nosso dia-a-dia escolar.

O Planeta carece de uma visão compartilhadora, devemos estimular ao máximo possível o trabalho conjunto, se quisermos crianças e jovens mais envolvidos no seu próprio processo educativo. Então, analise  a relação que eles apresentam quando o educador coloca-os (estudantes) em situações de dinâmicas em grupo.

Qual foi a última atividade em grupo que você realizou com seus alunos?

A Proposta:

Mandalas Tibetanas de Areia

As complexas mandalas, chamadas de dul-tson-kyil-khor, utilizam diversas cores de areia, que são adicionadas ao esboço geométrico utilizando um instrumento chamado chak-pur.

Passe aos alunos um vídeo educativo, enquanto eles o assistem , enfatize o espírito do trabalho em equipe, assim eles irão refletir sobre sua postura durante o processo.

Vídeo Educativo

O fazer

Monges criam fantásticas mandalas de areia e depois as destroem para simbolizar a inconstância da vida

mandala-internaVeja o processo com os alunos:

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Os monges:

Assim que a arte fica pronta, ela é destruída. Parte da areia é distribuída para o público, enquanto que o restante é liberado no rio mais próximo como forma de, simbolicamente, espalhar a paz e a cura mentalizada pelos monges no mundo.

Contação de história interativa com o livro: Bugigangas

Este livro mostra às crianças o sentido quantitativo dos números e o tema da reciclagem. Através de ilustrações feitas com objetos velhos presentes em nosso dia-a-dia, as crianças aprendem a relacionar números e quantidades. Além de ser uma oportunidade de conscientizar as crianças sobre o papel importante da reciclagem nos tempos atuais.

Por que não trazer para o concreto as ilustrações do livro e propor  as crianças um desafio?

Foi isso que eu fiz …

Para enriquecer ainda mais o contexto lúdico, pedi as crianças para buscarem em uma mesa os objetos que estavam nas ilustrações. Montei uma mesa com todos os objetos citados pelo livro. Durante a leitura elas (crianças) apanhavam o objeto para que no final montássemos juntos um lindo painel, confira o resultado! (fotos).

Se nós educadores valorizarmos o potencial estético apresentado pelas sucatas  (lixo reciclável) na construção de composições escolares, podemos alcançar resultados importantes na formação social, intelectual e moral de nossos alunos, pois estaremos trabalhando e praticando a sustentabilidade.

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28 de Abril Dia da Educação

Vinte e oito de abril é o Dia Internacional da Educação. A data faz referência à conclusão do Fórum 551d46c21c570Mundial de Educação, realizado na cidade de Dakar no Senegal, entre 26 e 28 de abril de 2000. Na ocasião, representantes de 180 países estabeleceram seis metas com o objetivo de disseminar o acesso à educação de qualidade ao redor do mundo. O prazo para tanto era 2015.

Passados quinze anos, ocorreram avanços. Contudo, eles foram insuficientes para o cumprimento das metas em quase todos os países. No Brasil, a Unesco considera que apenas duas das seis metas foram cumpridas. No entanto, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) órgão vinculado ao Ministério da Educação, discorda dessa avaliação: cinco das seis metas teriam sido alcançadas. Apresentei aqui minha posição.

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Como 2015 é o prazo final para o cumprimento das metas EPT (Educação para Todos), uma nova edição do Fórum Mundial de Educação ocorrerá na Coréia do Sul, em Incheon, entre 19 e 22 de maio desse ano, envolvendo representantes dos Estados Nacionais e da sociedade civil. Espera-se que o resultado seja melhor. Alguns consideram que a situação mudará pouco até 2030, prazo final para as novas metas que estão sendo redigidas. Outros trabalharão para  cumpri-las.

O dia 28 de abril de 2025

Implementar o PNE é urgente. Daqui a dez anos, no Dia Internacional da Educação de 2025, não será mais aceitável que o Brasil continue simplesmente dizendo que é um país que avança em termos educacionais, mas permanece distante de consagrar o direito à educação pública, gratuita, laica e de qualidade para todos e todas.

Cumprir o novo plano educacional é o primeiro passo para o país virar a página e construir uma nova narrativa. Especialmente depois de tanta mobilização da sociedade civil para conquistar, sem vetos, a sanção de seu novo PNE. Todo esse trabalho precisa ser considerado.

Fonte:http://danielcara.blogosfera.uol.com.br/2015/04/28/o-dia-da-educacao-e-a-patria-educadora/

#EuQueroUmaEducaçãoDeQualidade

Eu quero uma educação de qualidade. Nós somos todos diferentes, mas precisamos viver juntos. E aprender a como fazer isso. Crescimento sustentável não é apenas crescimento. Precisamos preservar os recursos naturais, não lutar por causa deles. Parar com o desperdício e compartilhar justiça. E só existe um caminho para atingirmos tudo isso: a educação.

MOACIR Gadotti – Uma vida para sustentabilidade

O autor afirma que a escola de hoje faz parte do problema e não é somente parte da solução. Ela é parte do problema por estar baseada em princípios predatórios e acaba reproduzindo valores insustentáveis, daí ser necessário se reeducar os sistemas educacionais e introduzir uma cultura de sustentabilidade e da paz, torná-las mais cooperativas e menos competitivas.

“Os termos “sustentável” e “desenvolvimento” continuam vagos e controvertidos. Há uma tendência de aplicação de aplicação do conceito de sustentabilidade a tudo o que é considerado bom, como um conceito guarda-chuva. O mercado considera “desenvolvimento sustentável” como sinônimo de “responsabilidade social”. Por isso, precisamos qualificar cada um deles. Creio que devemos dar a esses dois conceitos um novo significado. De fato, sustentável é um termo que, associado ao desenvolvimento, sofreu um grande desgaste. Enquanto para alguns é apenas um rótulo, para outros tornou-se a própria expressão de um absurdo lógico: desenvolvimento e sustentabilidade seriam logicamente incompatíveis. Para mim, “sustentável” é mais do que um qualificativo do desenvolvimento econômico. Vai além da preservação dos recursos naturais e da viabilidade de um desenvolvimento sem agressão ao meio ambiente. Implica em um equilíbrio do ser humano consigo mesmo, com o planeta e, mais ainda, com o próprio universo. A sustentabilidade que defendo refere-se ao próprio sentido do que somos, de onde viemos e para onde vamos como seres humanos.

E sobre vida sustentável:

(…) Mais que educar para o desenvolvimento sustentável, devemos educar para a sustentabilidade, ou simplesmente educar para a vida sustentável. Chamo de vida sustentável o estilo de vida que harmoniza a ecologia humana e ambiental mediante tecnologias apropriadas, economias de cooperação e empenho individual. É um estilo de vida intencional, que se caracteriza pela responsabilidade pessoal, pelo serviço aos demais e por uma vida espiritual significativa. Um estilo de vida sustentável relaciona-se com a ética na gestão do meio ambiente e na economia, com vistas a satisfazer as necessidades de hoje em equilíbrio com as necessidades das futuras gerações. Enquanto o desenvolvimento sustentável diz respeito ao modo como a sociedade produz e reproduz a existência humana, o modo de vida sustentável refere-se sobretudo à opção de vida dos sujeitos. Então, não se pode voltar a atenção apenas para educar para o desenvolvimento, mas para a vida dos indivíduos. Mudar o sistema implica mudar as pessoas que podem mudar o desenvolvimento. Uma coisa depende diretamente da outra.”

Pedagogia da terra e cultura da sustentabilidade

1. Educar para pensar globalmente: na era da informação, diante da velocidade com que o conhecimento é produzido e envelhece, não adianta acumular informações. É preciso saber pensar. E pensar a realidade, não pensamentos já pensados. Daí a necessidade de recolocarmos o tema do conhecimento, do saber aprender, do saber conhecer, das metodologias, da organização do trabalho na escola.

2. Educar os sentimentos: o ser humano é o único ser vivente que se pergunta sobre o sentido da vida. É necessário educar para sentir e ter sentido, para cuidar e cuidar-se, para viver com sentido em cada instante da nossa vida. Somos humanos porque sentimos, e não apenas porque pensamos. Somos parte de um todo em construção.

3. Ensinar a identidade terrena como condição humana essencial: nosso destino comum é compartilhar com todos nossa vida no planeta. Nossa identidade é ao mesmo tempo individual e cósmica. É preciso educar para conquistar um vínculo amoroso com a Terra, não para explorá-la, mas para amá-la.

4. Formar para a consciência planetária: é preciso compreender que somos interdependentes. A Terra é uma só nação e nós, os terráqueos, os seus cidadãos. Não precisamos de passaportes. Em nenhum lugar deveríamos nos considerar estrangeiros. Separar primeiro de terceiro mundo significa dividir o mundo para governá-lo a partir dos mais poderosos; essa é a divisão globalista entre globalizadores e globalizados, o contrário do processo de planetarização.

5. Formar para a compreensão: é necessário formar para a ética do gênero humano, não para a ética instrumental e utilitária do mercado. No mesmo sentido, é necessário educar para se comunicar, não comunicar para explorar, para tirar proveito do outro, mas para compreendê-lo melhor. A Pedagogia da Terra funda-se nesse novo paradigma ético e em uma nova inteligência do mundo. Inteligente não é aquele que sabe resolver problemas (inteligência instrumental), mas aquele que tem um projeto de vida solidário, porque a solidariedade não é hoje apenas um valor, e sim uma condição de sobrevivência de todos.

6. Educar para a simplicidade e para a quietude: nossas vidas precisam ser guiadas por novos valores, como simplicidade, austeridade, quietude, paz, saber escutar, saber viver juntos, compartilhar, descobrir e fazer juntos. Precisamos escolher entre um mundo mais responsável frente à cultura dominante, que é uma cultura de guerra, de competitividade sem solidariedade, e passar de uma responsabilidade diluída a uma ação concreta, praticando a sustentabilidade na vida diária, na família, no trabalho, na escola, na rua. A simplicidade não se confunde com a simploriedade e a quietude não se confunde com a cultura do silêncio. A simplicidade deve ser voluntária, como a mudança de nossos hábitos de consumo, reduzindo nossas demandas. A quietude é uma virtude conquistada com a paz interior e não com o silêncio imposto

Fonte:http://miriamsalles.info/wp/archives/category/educadores/moacir-gadotti

Conceitos de Educação Ambiental

“Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.”

Política Nacional de Educação Ambiental – Lei nº 9795/1999, Art 1º.

“A Educação Ambiental é uma dimensão da educação, é atividade intencional da prática social, que deve imprimir ao desenvolvimento individual um caráter social em sua relação com a natureza e com os outros seres humanos, visando potencializar essa atividade humana com a finalidade de torná-la plena de prática social e de ética ambiental.”

Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, Art. 2°.

“A educação ambiental é a ação educativa permanente pela qual a comunidade educativa tem a tomada de consciência de sua realidade global, do tipo de relações que os homens estabelecem entre si e com a natureza, dos problemas derivados de ditas relações e suas causas profundas. Ela desenvolve, mediante uma prática que vincula o educando com a comunidade, valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transformação superadora dessa realidade, tanto em seus aspectos naturais como sociais, desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necessárias para dita transformação.”

Conferência Sub-regional de Educação Ambiental para a Educação Secundária – Chosica/Peru (1976)

“A educação ambiental é um processo de reconhecimento de valores e clarificações de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos. A educação ambiental também está relacionada com a prática das tomadas de decisões e a ética que conduzem para a melhora da qualidade de vida”

Conferência Intergovernamental de Tbilisi (1977)

“A Educação Ambiental deve proporcionar as condições para o desenvolvimento das capacidades necessárias; para que grupos sociais, em diferentes contextos socioambientais do país, intervenham, de modo qualificado tanto na gestão do uso dos recursos ambientais quanto na concepção e aplicação de decisões que afetam a qualidade do ambiente, seja físico-natural ou construído, ou seja, educação ambiental como instrumento de participação e controle social na gestão ambiental pública.”

QUINTAS, J. S., Salto para o Futuro, 2008

“A Educação Ambiental nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valore séticos e nas regras políticas de convívio social e de mercado, que implica a questão distributiva entre benefícios e prejuízos da apropriação e do uso da natureza. Ela deve, portanto, ser direcionada para a cidadania ativa considerando seu sentido de pertencimento e co-responsabilidade que, por meio da ação coletiva e organizada, busca a compreensão e a superação das causas estruturais e conjunturais dos problemas ambientais.”

SORRENTINO et all, Educação ambiental como política pública, 2005

“A Educação Ambiental, apoiada em uma teoria crítica que exponha com vigor as contradições que estão na raiz do modo de produção capitalista, deve incentivar a participação social na forma de uma ação política. Como tal, ela deve ser aberta ao diálogo e ao embate, visando à explicitação das contradições teórico-práticas subjacentes a projetos societários que estão permanentemente em disputa.”

TREIN, E., Salto para o Futuro, 2008

“A EA deve se configurar como uma luta política, compreendida em seu nível mais poderoso de transformação: aquela que se revela em uma disputa de posições e proposições sobre o destino das sociedades, dos territórios e das desterritorializações; que acredita que mais do que conhecimento técnico-científico, o saber popular igualmente consegue proporcionar caminhos de participação para a sustentabilidade através da transição democrática”.

SATO, M. et all, Insurgência do grupo-pesquisador na educação ambiental sociopoiética, 2005

“Um processo educativo eminentemente político, que visa ao desenvolvimento nos educandos de uma consciência crítica acerca das instituições, atores e fatores sociais geradores de riscos e respectivos conflitos socioambientais. Busca uma estratégia pedagógica do enfrentamento de tais conflitos a partir de meios coletivos de exercício da cidadania, pautados na criação de demandas por políticas públicas participativas conforme requer a gestão ambiental democrática.”

LAYRARGUES; P.P. Crise ambiental e suas implicações na educação, 2002.

“Processo em que se busca despertar a preocupação individual e coletiva para a questão ambiental, garantindo o acesso à informação em linguagem adequada, contribuindo para o desenvolvimento de uma consciência crítica e estimulando o enfrentamento das questões ambientais e sociais. Desenvolve-se num contexto de complexidade, procurando trabalhar não apenas a mudança cultural, mas também a transformação social, assumindo a crise ambiental como uma questão ética e política.”

MOUSINHO, P. Glossário. In: Trigueiro, A. (Coord.) Meio ambiente no século 21.Rio de Janeiro: Sextante. 2003.

29 de Maio – Dia Mundial da Energia

poupanca-energeticaNo dia 29 de maio comemora-se o “Dia Mundial da Energia”, data que tem por finalidade destacar a necessidade de poupar energia e, consequentemente, diminuir o impacto ambiental e preservar os recursos naturais. É também uma grande oportunidade para relembrar os benefícios que o uso de fontes renováveis traz não só para o meio ambiente, como também para a sociedade, já que sua utilização implica diminuição dos níveis de poluição e um crescimento baseado no desenvolvimento sustentável.

Porém, essa lógica parece ainda não ter sido adotada por boa parte da população. O estudo “Sustentabilidade ambiental no Brasil: biodiversidade, economia e bem-estar humano”, divulgado em fevereiro deste ano pelo Ipea, mostra que a indústria brasileira, por exemplo, tem se tornado menos eficiente no consumo de energia se comparado à produção. Isso quer dizer que esse setor do país tem gastado mais energia para produzir a mesma quantidade em reais. O ideal é que a produção aumente, mas que os gastos e malefícios gerados pelo mau uso da energia diminuam.

Além disso, pesquisas mostram que muitas vezes a preocupação com a quantidade e os tipos de energias utilizadas ainda é vista pelos governos, empresas e pela população em geral como uma questão secundária. Estimativas feitas pelo Instituto Internacional de Economia mostram que, se a população mundial não modificar seus hábitos, a demanda por energia projetada no mundo aumentará 1,7% ao ano até 2030, quando alcançará 15,3 bilhões de toneladas equivalentes de petróleo.

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Pensando na necessidade de reverter esse quadro, o SEPRORJ aproveita a data para dar algumas dicas de como poupar energia:

  • substitua uma lâmpada incandescente de 100W de potência por uma lâmpada fluorescente compacta equivalente (de alta eficiência);
  • apague o forno ou fogão momentos antes de terminar de preparar a sua refeição;
  • regule corretamente a temperatura do congelador;
  • verifique o consumo de energia de cada equipamento antes de comprá-lo;
  • desligue os aparelhos no botão, em vez de desligar no comando;
  • sempre que possível, seque a roupa ao sol e/ou vento;
  • crie o hábito de desligar a luz sempre que sair de um cômodo;
  • depois de carregar aparelhos como celulares, MP3 ou máquinas fotográficas retire o carregador da tomada, caso contrário, continuarão a gastar energia;
  • limpe o pó dos utensílios leves regularmente. Uma grande camada do pó pode bloquear até 50% da produção de luz;
  • use menos água quente, uma quantidade considerável de energia é utilizada para aquecer água.

 

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Faça a sua parte! Incorpore práticas como essas no seu dia a dia e ajude a construir um mundo melhor para aqueles que o habitam, e para as futuras gerações. E fique atento: a economia de energia é também um tema aberto à aplicação das TIC.

 

Fonte: http://www.amambainoticias.com.br/geral/29-de-maio-dia-mundial-da-energia