Contação de história interativa com o livro: Bugigangas

Este livro mostra às crianças o sentido quantitativo dos números e o tema da reciclagem. Através de ilustrações feitas com objetos velhos presentes em nosso dia-a-dia, as crianças aprendem a relacionar números e quantidades. Além de ser uma oportunidade de conscientizar as crianças sobre o papel importante da reciclagem nos tempos atuais.

Por que não trazer para o concreto as ilustrações do livro e propor  as crianças um desafio?

Foi isso que eu fiz …

Para enriquecer ainda mais o contexto lúdico, pedi as crianças para buscarem em uma mesa os objetos que estavam nas ilustrações. Montei uma mesa com todos os objetos citados pelo livro. Durante a leitura elas (crianças) apanhavam o objeto para que no final montássemos juntos um lindo painel, confira o resultado! (fotos).

Se nós educadores valorizarmos o potencial estético apresentado pelas sucatas  (lixo reciclável) na construção de composições escolares, podemos alcançar resultados importantes na formação social, intelectual e moral de nossos alunos, pois estaremos trabalhando e praticando a sustentabilidade.

bugigangas

bugi 1

bugi2

As escolas mais legais do mundo

Instituições de ensino tão divertidas que acabam com qualquer desculpa para matar aula e ensinam aos alunos importantes conceitos sobre sustentabilidade

O mundo mudou e os estudantes também. A nova geração de crianças e jovens nasceu na era digital e precisa de uma sala de aula adaptada para um estilo de aprendizado diferente. Confira abaixo alguns países que já se deram conta disso!

APERTA, QUE CABE
Nome: Container Classroom
Onde: Cape Town, África do Sul
No Brasil, transformar contêineres em salas de aula práticas e baratas não deu muito certo. Mas, na África do Sul, o projeto foi melhorado e traz tudo que é necessário para o aprendizado, inclusive horta e playground (veja imagem que abre esta reportagem).

À PROVA D’ÁGUA

Nome: Makoko Floating School
Onde: Lagos, Nigéria

Divulgação

Pensando nas inundações da região, o arquiteto Kunie Adevemi projetou prédiosflutuantes. A escola tem playground, salas de aula e espaços de lazer ao ar livre, além de usar painéis solares para gerar energia e um sistema de captação da água da chuva.

A QUEDA DO MURO
Nome: Vittra Telefonplan
Onde: Estocolmo, Suécia

Divulgação

O ambiente é a maior ferramenta de aprendizado. Há cinco locais integrados, sem paredes: caverna (estudos), laboratórios (para pôr os estudos em prática), fogueiras (aulas em grupo), teatro (ambiente expositivo) e o furo (para as crianças manifestarem seus impulsos).

CASA DA ÁRVORE
Nome: Fuji Youchien
Onde: Tóquio, Japão

Divulgação

A estrutura baseada em metal, vidro e madeira foi construída em volta de uma grande árvore que serve não só como sala de aula mas também como espaço para brincadeiras e até como ponto de ônibus.

A neurociência na educação

O vídeo mostra  como a motivação, atenção e o  método contribuem para o aprendizado coerente  tão esperado pelo educador.

São as oportunidades da vida que fazem tudo acontecer, é pelo caminho certo onde se obtém  o resultado esperado,  o cérebro encaminha a informação para o córtex central conhecido como memória de trabalho. Ela é responsável  pelo aprendizado, nessa área o registro se  consolida e se relaciona, ganhando acesso para ela atingir o sistemas mais duradouros.

E no campo artístico que aguçamos os sentidos,  é a onde podemos desenvolver a conscientização de uma forma produtiva, já que esse campo é favorável para obter ótimos resultados, trabalhar a arte só para uma visão estética, cobrando do aluno resultados moldados dentro do padrão  estabelecido pelo educador como o certo,  não é coerente, para a criança isso tornando-se apenas uma limitação, rompendo a conexão das sinapses  e  implicando  diretamente na produção cognitiva da criança .

Afinal aprender por aprender não se aprende nada, só se repete.  Pois só usa e estimula a memória curta, não a de trabalho!