A Floresta Amazônica e o Futuro do Brasil

A floresta amazônica está sendo derrubada de forma acelerada porque tem pouco valor na percepção da sociedade brasileira atual, apesar de uma parte dos formadores de opinião afirmarem o contrário.

A floresta amazônica está sendo derrubada de forma acelerada porque tem pouco valor na percepção da sociedade brasileira atual, apesar de uma parte dos formadores de opinião afirmarem o contrário. Esta contradição entre o discurso e a realidade sócio-político-econômica é comum no mundo e ajuda a entender muito a respeito dos problemas de degradação ambiental que estão minando a sustentabilidade do empreendimento humano. Na realidade, o único “valor” aceito pela sociedade atual é o valor econômico-financeiro presente, ou seja, aquele contabilizado pelo Produto Interno Bruto (PIB) do ano em curso ou do próximo, pois é esse valor que pode reduzir a pobreza de uma parcela da população, dar ao país o “status” de desenvolvido e, logicamente, enriquecer os responsáveis pelo desmatamento.
Os demais valores da floresta beneficiam poucos (e.g., o valor estético – que beneficia principalmente os moradores e os eco-turistas), levarão mais tempo para serem realizados (e.g., o uso da biodiversidade que exige investimentos em pesquisa e desenvolvimento) ou simplesmente não são contabilizados no PIB (e.g., os serviços ecológicos – conservação de água e solo, filtragem de poluentes, polinização, etc. – e o valor ético – os direitos à vida dos outros seres vivos da floresta). É evidente que essa visão míope do valor da floresta não reflete seu valor real, nem em curto prazo e muito menos a longo prazo, especialmente se o país pretende ser um membro do primeiro mundo.

Charles R. Clement Niro Higuchi

boto-cor-de-rosa-Amazônia

florestaamaz

Vídeos sobre a nossa Floresta Amazônica:

https://www.youtube.com/watch?v=2XJcukqG4z4

https://www.youtube.com/watch?v=Tl9j0N7vDuo

Carta Brasileira para Educação Ambiental (MEC. Rio-92)

Como único evento oficial, paralelo à Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, o Ministério da Educação (MEC) realizou de 1 a 12 de julho de 1992, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, o Workshop sobre Educação Ambiental.

Como único evento oficial, paralelo à Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, o Ministério da Educação (MEC) realizou de 1 a 12 de julho de 1992, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, o Workshop sobre Educação Ambiental. Os profissionais, reunidos nesse encontro, aprovaram o presente documento.

Segundo a Constituição Brasileira, a Educação Ambiental (EA), em todos os níveis de ensino, é incumbência do Estado, bem como a promoção da conscientização pública em defesa do meio ambiente. Porém, a maior contribuição social tem vindo através dos movimentos da própria sociedade civil, das entidades não-governamentais, dos veículos de comunicação, dos movimentos políticos e culturais. Necessário se faz, portanto, para a efetivação do processo, que a incorporação da EA se concretize no ensino de todos os graus e modalidades.

No momento em que se discute o desenvolvimento sustentável como estratégia de sobrevivência do planeta e, conseqüentemente, da melhoria da qualidade de vida, fica definido ser a Educação um dos aspectos mais importantes para a mudança pretendida. A lentidão da produção de conhecimentos, a importação de tecnologias inadequadas, a formulação de políticas de desenvolvimento cada vez mais descomprometidas com a soberania nacional, consolidam um modelo educacional que não responde às necessidades do país.

educacao_ambiental

Pelo exposto e considerando:

a) a importância da conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, em realização no Rio de Janeiro, em 1992;

b) a premência de serem criadas as condições que permitam o cumprimento real e pleno dos Estatutos que garantam o direito à vida;

c) a necessidade de mudanças de caráter ético no Estado e na sociedade civil;

d) que a EA é componente imprescindível do desenvolvimento sustentável;

e) a existência da base legal, pelo Inciso VI do Parágrafo 1º do Art. 225 da Constituição Brasileira para implantação imediata da EA, em todos os níveis;

f) a importância da EA para o desenvolvimento de uma ciência voltada para a realidade brasileira;

g) a importância do Brasil se tornar um centro formador de recursos humanos em EA da América Latina;

h) a existência no país de reflexões críticas e produção de conhecimento em EA e áreas afins;

i) a ocorrência de iniciativas bem sucedidas em EA, realizadas no país, no campo da educação formal e não-formal;

j) a importância da participação comunitária na construção da cidadania brasileira;

Recomenda-se que:

a) haja um compromisso real do poder público federal, estadual e municipal no cumprimento e complementação da legislação e das políticas para EA;

b) haja uma articulação dos vários programas e iniciativas governamentais em EA, pelo MEC;

c) o MEC estabeleça diretrizes complementares aos documentos existentes sobre a EA e que orientam suas delegacias estaduais (DEMEC);

d) as políticas específicas, formuladas para a EA, expressam a vontade governamental em defesa da escola pública, em todos os níveis de ensino;

e) o MEC estabeleça grupos e fórum permanentes de trabalho que definam procedimentos para diagnóstico das especificidades existentes no país e mecanismos de atuação face às questões ambientais;

f) o MEC, em conjunto com as instituições de ensino superior (IES), defina metas para a inserção articulada da dimensão ambiental nos currículos, a fim de que seja estabelecido o marco fundamental da implantação da EA no 3º grau;

g) as discussões acerca da inserção da EA no ensino superior sejam aprofundadas devido à sua importância no processo de transformação social;

h) sejam cumpridos os marcos referenciais internacionais acordados em relação à EA como dimensão multi, inter e transdisciplinar em todos os níveis de ensino;

i) que o Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB) assuma o compromisso com a implantação da dimensão ambiental nos currículos dos diferentes cursos das IES;

j) as IES e os órgãos governamentais apoiem os núcleos e centros interdisciplinares de EA existentes e estimulem a criação de novos;

l) haja estímulo concreto à pesquisa, formação de recursos humanos, criação de bancos de dados e divulgação destes, bem como aos projetos de extensão integrados à comunidade;

m) sejam incentivados os convênios interinstitucionais nacionais e internacionais;

n) sejam viabilizados recursos para a EA, através de apoio efetivo a realização de programas, presenciais e à distância, de capacitação e fixação de recursos humanos de reformulação e criação de novos currículos e programas de ensino, bem como elaboração de material instrucional;

o) em todas as instâncias, o processo decisório acerca das políticas para a EA conte com a participação da(s) comunidade(s) direta e/ou indiretamente envolvida(s) na problemática em questão.

ES Logo HiRes

Fonte: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/educacao/artigos/carta_brasileira_para_educacao_ambiental_%28mec._rio-92%29.html

Borboletas ‘invadem’ Manaus para descansar antes de acasalamento

Segundo pesquisador, borboletas estão em migração para reproduzir.
Capital é ponto estratégico na rota da espécie, originária de outros países.

 

Um fenômeno da natureza tem impressionado moradores de Manaus. Milhões de borboletas invadiram a capital amazonense nas duas últimas semanas e já foram vistas, sempre em grupo, em diversas zonas da cidade. Em entrevista ao G1, o entomólogo Francisco Felipe Xavier Filho, do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa), explicou que Manaus é uma rota de passagem destas borboletas, que estão migrando de outros estados e até de diferentes países da América do Sul para acasalar. Na capital, elas encontram recursos necessários para repousar antes da reprodução.

borboleta

borboleta_1A maioria das borboletas é marrom com parte das asas alaranjadas. De acordo com o pesquisador, a espécie é a Augiades crinisus. Originária de países como Costa Rica, Peru,Colômbia, Bolívia e Venezuela, a espécie não é comum na Amazônia. No Brasil, ela é encontrada somente na região Sul. No entanto, no período reprodutório, elas deixam seu lugar de origem em busca de um ponto estratégico para acasalar.

O caminho é longo. Durante toda a trajetória, milhares delas morrem, sobrevivendo somente as mais resistentes. A espécie, segundo o especialista, costuma viver por aproximadamente quatro semanas. Destas, duas ou três são dedicadas à migração.

Estima-se que, no Amazonas, o destino final das borboletas seja o Sul do estado. Elas também devem buscar áreas mais quentes do Mato Grosso. No entanto, de acordo com pesquisa, elas encontraram em Manaus um ponto estratégico para descansar. “É uma viagem longa e elas buscam relaxar antes de seguir o trajeto. Não é coincidência elas estarem em Manaus agora. Essas borboletas devem passar por aqui há muito tempo, pois elas têm memória genética e sempre fazem a mesma rota, mas como a cidade se estabeleceu e tem recursos que elas precisam, como áreas verdes, elas ficam por aqui”, explicou Francisco.

Apesar de já ter acontecido em Manaus outras vezes, possivelmente em menores proporções, o fenômeno não é tão comum. Segundo Francisco Xavier, a migração para acasalamento das Augiades crinisusacontece em períodos de aproximadamente cinco a cinco anos.borboletas_na_praia2

Outra curiosidade destacada pelo entomólogo é que, apesar das borboletas já fazerem este trajeto, há uma espécie de seleção natural feita entre os insetos que é favorável para a espécie. Diversos fatores encontrados na floresta amazônica contribuem para este processo.

Uma das principais barreiras geográficas para animais terrestres, que geralmente não atrapalha os que voam, é um dos “problemas” para estas borboletas: os rios amazônicos. Por serem muito extensos, as borboletas acabam ficando cansadas durante a travessia. Um comportamento considerado curioso e importante para estudos, de acordo com o pesquisador, é a maneira como algumas destas borboletas morrem no Amazonas. Cansadas, elas entram em exaustão e caem na água. A cena, quando em grupo, se assemelha a uma espécie de suicídio coletivo. No entanto, segundo Francisco Xavier, é normal. “Elas não têm a intenção de se matar, mas não resistem. Isso é vital para a espécie, pois apenas as mais fortes chegam ao lugar propício para acasalamento e geram novas borboletas tão fortes quanto as que geraram”, ressaltou.

O pesquisador, que já trabalha no Inpa há 25 anos estudando insetos, prevê ainda que estas borboletas deverão se adaptar melhor a Manaus nos próximos anos. “Há muitos relatos de aparecimento destas borboletas no Centro de Manaus. Isto pode estar ligado à proximidade de áreas do Rio Amazonas que são mais estreitas, então é mais fácil para elas atravessarem. No futuro, pode ser que a Ponte Rio Negro seja um ponto estratégico para elas, usada como lugar de repouso e evitando os altos índices de morte na travessia. O rio é largo, tem muito vento e o sol é forte, então elas não resistem. Elas poderão avaliar a ponte como um bom lugar para descansar antes de continuar a travessia”, analisou o pesquisador.

Já há cerca de duas semanas em Manaus, as borboletas devem deixar a capital amazonense nos próximos dias para seguir o processo. Quem não viu o fenômeno natural deverá esperar, em média, mais cinco anos até que o novo período reprodutório das Augiades crinisusaconteça.

borboletas4

FONTE: http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/08/borboletas-invadem-manaus-para-descansar-antes-de-acasalamento.html

No AM, árvore do Inpa de 600 anos está prestes a cair

Tanimbuca, de 35 metros, pesa mais de 15 toneladas, segundo estimativa.
Segundo pesquisador, Inpa busca formas para manter exemplar em pé.

Com 35 metros de altura, o exemplar da árvore Tanimbuca, situada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, está prestes a cair, segundo a instituição. “Ela está ocada, apodrecendo por dentro e pode a qualquer momento despencar”, confirmou Carlos Bueno, coordenador de extensão do instituto. Pesquisadores estimam que a espécie tenha mais de 600 anos e pese mais de 15 toneladas.

Bueno avalia que 50% do tronco esteja oco, um diâmetro de cerca de um metro e meio, e que a árvore já teria caído se fosse mais alta. Por estar rodeada de outras espécies, conforme o pesquisador, a Tanimbuca ainda permanece em pé. Diante do diagnóstico, o Inpa estuda estratégias de proteção e sustentação utilizando cabos de aço ou preenchimento com cimento especial.

“Prender um cabo de aço em um dos galhos e amarrar em três pontas ou encher a árvore de pedra e concreto para garantir a resistência do tronco. Estamos procurando uma empresa que disponha dessa tecnologia e que possa nos apadrinhar; ver o que se pode fazer para dar suporte”, explicou Carlos Bueno.

Dentro do tronco vazio, Bueno afirmou ter visto urubus montarem ninhos. De acordo com o pesquisador, troncos ocos são comuns em 25% das árvores da Amazônia. Segundo o pesquisador, a Ilha da Tanimbuca, área do instituto onde a árvore está localizada, recebe cerca de 140 mil visitantes por ano.

No Inpa, a Tanimbuca divide espaço com Sumaúmas, árvore amazônica de grande porte. As duas espécies estão a salvo do perigo de extinção que atinge o mogno, por exemplo, segundo Bueno. A exploração da madeira para a produção de móveis é apontada pelo pesquisador como motivo para desmatamentos antigos.

arvore

 “Nós tivemos sorte de encontrar a Tanimbuca ainda em pé na área que atualmente está o Inpa. No caso do mogno, há registros de que muitos fazendeiros deixavam que cortassem as árvores em troca de construção e pavimentação de estradas. Começou o desmatamento que transformou o mogno em uma madeira famosa”, afirmou Carlos Bueno.

arvoreeO pesquisador explicou que manter a floresta em pé interfere nas características do clima e temperatura das regiões brasileiras. Atualmente, a estratégia do instituto é incentivar programas que visem a extração econômica da vegetação de forma sustentável. “Temos que entender que é muito mais útil ter as árvores em pé. Elas são responsáveis por mudanças climáticas no Centro Oeste e Sul do país”, ressaltou Bueno.

FONTE:http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/09/no-am-arvore-do-inpa-de-600-anos-esta-prestes-cair-diz-instituto.html

A Fábula da Ecologia e do Tracajá

¨O homem com fome não pode pensar no amanhã¨

 

Ecologia tinha certeza que suas verdades seriam inquestionáveis pela simples razão de existirem.

Ao parar no fim de mais um dia, em um tranqüilo braço de rio, brilhando ainda sob a última luz do solpoente, a Ecologia resolveu ir até uma pequena casa que se avistava ao longe, à primeira vista em muitos dias.130714120117Tracaja_Pracuuba_Foto5

Desembarcando, observou as paredes de toro encostados, cobertos pela palha característica da região, e chegou próxima ao jovem morador, que preparava sua primeira refeição do dia, após o árduo trabalho entre seringueiras e castanheiras.

Observando melhor a panela de barro do jantar, viu que o jovem preparava um tracajá, tartaruga típica do local e que se encontrava em perigo de extinção pelo seu abate indiscriminado.

Indignada, mas sábia, a Ecologia perguntou ao jovem:

– Você sabe o que está comendo?

– Sim, um tracajá.

Tentando encontrar um melhor caminho para resolver a questão, a Ecologia falou:

– Olhe, o tracajá é um animal protegido, inclusive o governo gasta muito dinheiro para criar e conservar a espécie. Além disso, a lei determina que você pode ser preso por crime.

Mas, pela lógica de que o processo deve evoluir, completou:

– Não vou lhe prender. Prefiro que você seja educado e entenda que se você comer este tracajá no futuro, seus filhos não vão mais ver tracajás nos rios.

E o jovem confuso respondeu:

– Mas, eu não entendo, se eu não comer o tracajá eu não vou ter filhos!!!

MORAL

Para implantar uma consciência conservacionista que possui um caráter desenvolvido, em uma região que no mínimo é socialmente e economicamente carente, torna-se necessário primeiro superar a distância entre essas realidades.

¨O homem com fome não pode pensar no amanhã¨.

DIA MUNDIAL DO ANIMAL 04 DE OUTUBRO

A data foi escolhida em 1931 durante uma convenção de ecologistas em Florença. A escolha teve em conta o facto do dia 4 de Outubro ser o dia de São Francisco de Assis, o santo padroeiro dos animais.

O Dia Mundial do Animal é celebrado em várias países, através de várias eventos e iniciativas.

Podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais.

Immanuel Kant

Principais objetivos da celebração do Dia Mundial do Animal

  • Sensibilizar a população para a necessidade de proteger os animais e a preservação de todas as espécies;
  • Mostrar a importância dos animais na vida das pessoas;
  • Celebrar a vida animal em todas as suas vertentes;

NUNCA ABANDONE SEU MELHOR AMIGO!

Abandono de animais – curta-metragem animado

Os Animais Salvam o Planeta – Dublado

De todos os animais selvagens, o homem jovem é o mais difícil de domar.

Platão

Educação Ambiental – INHOTIM

INHOTIM

Inhotim caracteriza-se por oferecer um grande conjunto de obras de arte, expostas a céu aberto ou em galerias temporárias e permanentes, situadas em um Jardim Botânico, de rara beleza. O paisagismo teve a influência inicial de Roberto Burle Marx (1909-1994) e em toda a área são encontradas espécies vegetais raras, dispostas de forma estética, em terreno que conta com cinco lagos e reserva de mata preservada. O Instituto Inhotim, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP, além desses espaços de fruição estética e de entretenimento – que lhe garantem um lugar singular entre outras instituições do gênero – desenvolve também pesquisas na área ambiental, ações educativas e um significativo programa de inclusão e cidadania para a população do seu entorno.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Reconhecido nacional e internacionalmente, Inhotim é ponto de partida para o desenvolvimento de diversos projetos e ações de caráter inclusivo, cultural e sócio educativo. Sendo assim, o Núcleo de Educação Ambiental | NEA tem como objetivo sensibilizar crianças, jovens, adultos, brasileiros e estrangeiros a partir do acesso ao relevante acervo do Jardim Botânico Inhotim | JBI. Este acervo, composto por cerca de 4 mil espécies e variedades em cultivo é disposto paisagisticamente em uma área de visitação de 110 hectares. O JBI reúne características únicas que favorecem a prática da transdisciplinaridade de forma atrativa e comprometida com o processo de ensino-aprendizagem.

O Programa de Educação Ambiental do Inhotim | PREA pretende incentivar a criatividade, diversidade, a formação crítica do sujeito e sua interação com o ambiente em que está inserido, evidenciando que ele é parte integrante e determinante do espaço.

Em 2012 o PREA atendeu cerca de 46 mil pessoas em seus projetos, programações espaciais, visitas agendadas, visitas gratuitas, oficinas, trilha interpretativa e outras ações.

O QUE É EDUCAÇÃO AMBIENTAL?

Entende-se por “educação ambiental” os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente.

A educação ambiental é um componente essencial e permanente do Projeto Nacional de Educação, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.

PROGRAMAS E PROJETOS

Sala Verde Inhotim

Parceria do Instituto Inhotim com o Ministério do Meio Ambiente.

 Jovens Agentes Ambientais

Programa de sensibilização e formação de jovens para as questões ambientais.

Escola Integrada

Público atendido: 44 escolas; 7.381 alunos e 678 professores e oficineiros

Linha de fomento: 2008-2009 – Parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte

Semana do Meio Ambiente

Realizada anualmente no mês de junho, desde 2005.

SITE: http://www.inhotim.org.br/

Curso Arte Sustentável para Crianças que vou realizar na faculdade Belas Artes

Este curso pretende Conscientizar a criança sobre o seu papel e seu espaço, evidenciando os problemas atuais e suas diferenças de uma forma natural e com fácil entendimento. O “fazer” é sempre de uma forma coerente e responsável, seguindo a proposta e criando sua composição artística de forma sustentável em vários sentidos. Construir obras sensatas, dentro do que foi proposto, concede à criança capacidade de compreensão, tornando-a um agente ativo. E, finalmente, a introdução ocorre quando, de fato, a criança apreende tudo o que foi realizado durante o processo e passa a disseminá-lo às pessoas ao seu redor, tornando-se deste modo um formador de opinião ativo.

ARTE SUSTENTÁVEL PARA CRIANÇAS

  • Carga horária: 4 horas
  • Dia da semana: sábado
  • Data: 24 de agosto de 2013
  • Horário: das 8h30 às 12h3o

Veja o site:

http://www.belasartes.br/cursoslivres/?pagina=curso&curso=arte-sustentavel-para-criancas

Ko Ko Ko Kids DIY fall leaves artwork making animals

 

Assine a Petição Salve a Amazônia

A Liga das Florestas precisa de heróis. A fauna e a flora brasileiras estão em risco, e com elas o futuro do Brasil. Mas você pode ajudar a salvá-los. O Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Ao assinar a petição no site, e ao compartilhar e estimular seus amigos a fazerem o mesmo, você acumula pontos, ajuda a proteger um dos ben250x250s mais preciosos que o Brasil possui e ainda ganha prêmios. Participe!

http://www.ligadasflorestas.org.br/

1 Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros – é um direito. Você pode escrever a história e conservar o patrimônio ambiental do país ao apoiar a proposta de lei do desmatamento zero, que visa a evitar grandes desmatamentos e o aumento das áreas degradadas.

2Uma lei popular precisa de 1,4 milhão de assinaturas de eleitores para ser aceita pelo Congresso. É o primeiro obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar que a voz do povo chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do Greenpeace vemos obstáculos como incentivos, e convidamos você a fazer o mesmo.

3Você é a favor do desmatamento da Amazônia e das outras florestas brasileiras? Nem a gente. O Brasil já tem área desmatada suficiente para dobrar sua produção de alimentos; basta que o campo receba investimentos em eficiência na produção e recuperação de áreas desmatadas. É para isso que servirá a lei do desmatamento zero.

4Ajude a salvar as florestas do Brasil com o reforço dos seus amigos, e ainda entrar em uma competição emocionante para ganhar uma camisetas e kit com suvenirs do Greenpeace – é uma forma divertida de exercer a cidadania.

O educador ecológico

Como um guia, livro propõe reflexões e exercícios paa estimular a consciência dos alunos

Cada pessoa tem uma iniciativa diferente com o lixo que produz. Isso fica evidente quando se caminha pelas ruas de uma cidade grande como São Paulo. Pacotes de alimentos, sacolas plásticas, latas, garrafas,  sobras de cohttps://i0.wp.com/grupoautentica.com.br/img/fotos_livros/782-zoom_20120614160556.jpgmida, móveis velhos e vários outros tipos de restos podem ser encontrados pelo caminho inclusive em áreas verde, como praças e parques. Em cenários que lembram tudo memos o equilíbrio do ambiente em que se vive. é provável que muitos questionem qual a dificuldade do outro em dar dois passos para colocar o lixo no lugar cesto ou esperar até encontrar um. Podem se perguntar ainda como esse outro – que se livra dos resíduos em qulaquer lugar- pode ter passado pela educação ásica ou familiar e não praticar o mínimo de uma conduta de preservação ambiental.

É justamente a questão “Como educar neste mundo em desequilíbrio?” que tenta responder a psicóloga Ana Mansoldo, especialista em Educação Ambiental pelo Centro de Estudos e Pesquisas Educacionais de Minas Gerais. De forma muito didática, o texto problematiza temas como a reciclagem, o desperdício de água, o direitos dos animais à vida digna e os conceitos de ecologia integral, da natureza, pessoal e social.