Neca Setubal lança novo livro sobre educação e sustentabilidade

A educadora Maria Alice Setubal (Neca Setubal) está lançando Educação e Sustentabilidade – Princípios e valores para a formação de educadores pela Editora Peirópolis. No livro, a socióloga e mestre pela USP e doutora em psicologia da educação pela PUC-SP busca contribuir para formar educadores com visão sistêmica e holística, conectados e articulados com o mundo atual e que ensinarão esses valores às novas gerações do país.neca-setubal-ecod

“Vivemos hoje uma crise mundial de valores e de direcionamentos, e no Brasil isso se agrava com uma crise econômica, política e educacional. Na educação, é preciso superar os problemas apontados no Plano Nacional de Educação, alcançando suas metas, ao mesmo tempo em que temos de repensar um modelo de escola e de currículo que faça sentido na contemporaneidade”, afirma a autora, também presidente da Fundação Tide Setubal e do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisa em Educação, Cultura e Ação Comunitária).

As propostas estão em cinco capítulos: Educação e sustentabilidade; Equidade, justiça social e cultura de paz; Diálogo e diversidade; Como formar cidadãos do século 21; e Novas formas de aprender e de ensinar. Com fotos, ilustrações e boxes, todos os capítulos trazem: discussão conceitual, práticas educativas já realizadas, experiências no território, opiniões de especialistas e líderes sociais, dicas de sites, blogs, filmes, fan pages e vasta bibliografia. Não ficam de fora debates atuais como: o princípio meritocrático na educação; desigualdades; respeito à diversidade; novo modelo de escola.

É também um espaço articulador para outros lugares sociais, compondo para o exercício da cidadania, o reconhecimento social e a diversidade cultural

Como nasceu o livro
A publicação surgiu do projeto Educar na Cidade, coordenado pelo Cenpec. Seu foco era refletir e produzir conhecimento sobre princípios e valores para a Educação do século 21: sustentabilidade, equidade, diversidade cultural, educação para a paz, participação e cidadania e novas formas de educar e aprender. Diferentes profissionais que trabalham em territórios vulneráveis, em escolas públicas e organizações locais, e especialistas refletiram sobre o tema. O encontro dessas várias reflexões está sistematizado no livro.

As páginas trazem conceitos debatidos e conectados com práticas que revelam que os valores e princípios da sustentabilidade precisam ser incluídos na formação de professores e educadores, contribuindo, assim, para a construção de uma nova visão de sociedade, mais justa, sustentável e democrática.

Dimensões essenciais
O conceito de Educação e Sustentabilidade está baseado em cinco dimensões: articulação entre passado/presente/futuro em uma visão de longo prazo que considera o bem-estar das próximas gerações; interdependência entre as pessoas e entre as pessoas e o ambiente, gerando corresponsabilidade individual social e coletiva; ampliação da aprendizagem: formal, não formal e ao longo da vida; visão sistêmica e complexa, que integra princípios, valores e ações; e os diferentes âmbitos da sustentabilidade (ambiental, social, econômica, política e cultural), tendo a cooperação como eixo.

image001.jpgA obra aponta que, no Brasil, a escola ‒ muitas vezes o único equipamento público presente em territórios vulneráveis ‒ é um lugar para concretizar essas dimensões. É também um espaço articulador para outros lugares sociais, compondo para o exercício da cidadania, o reconhecimento social e a diversidade cultural. Sua conexão com a comunidade e com outros atores do território fortalece a possibilidade de formação desses jovens.

“O território é um espaço vivo e complexo, e os alunos circulam por ele. Se pensarmos no território como um espaço de educar e de aprender, todos podem desenvolver sentidos para aprendizagens. Se esse encontro de saberes for compartilhado, assim como acontece nas redes sociais, onde as informações circulam, são debatidas e ressignificadas para resolver problemas e construir conhecimento, é possível desenvolver as pessoas em diferentes áreas da vida, por meio das diferentes disciplinas do currículo, como as práticas apresentadas no livro nos demonstram. Adentram o modo de ensinar e aprender as questões da realidade e o estímulo à autoria, à criação e à responsabilidade”, analisa Neca Setubal.

Educação integral
Nesse sentido, o conceito de Educação e Sustentabilidade se alia à concepção de Educação Integral que desenvolve aspectos físicos, cognitivos, emocionais e culturais, respeitando a realidade local, a partir de uma escola aberta, que interage com diferentes espaços, organizações e saberes.

“Quando deixamos de olhar para a criança ou para o jovem como o aluno na escola, o usuário na unidade básica de saúde, o educando na organização local, passamos a percebê-la como criança ou jovem daquela comunidade, e cada um pode contribuir de forma transversal com sua formação. Ao fazermos isso em parceria, com base em valores compartilhados e que estimulam respeito à diversidade, à participação e o exercício da cidadania, a realidade local contribui para a sustentabilidade que será colocada em prática em qualquer lugar”, finaliza a educadora.

FICHA TÉCNICA
Título: Educação e Sustentabilidade: Princípios e Valores Para a Formação de Educadores
Autor: Neca Setubal
Formato: 20,5 x 27,5 cm
Nº de páginas: 192
ISBN: 978-85-7596-365-4
Preço: R$ 42,00

05 DE JUNHO — DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho. Essa data, que foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.

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Nessa Conferência, que ficou conhecida como Conferência de Estocolmo, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta. Apesar do grande avanço que a Conferência representou, não podemos afirmar, no entanto, que todos os problemas foram resolvidos a partir daí.

Atualmente existe uma grande preocupação em torno do meio ambiente e dos impactos negativos da ação do homem sobre ele. A destruição constante de habitat e a poluição de grandes áreas, por exemplo, são alguns dos pontos que exercem maior influência na sobrevivência de diversas espécies.

Tendo em vista o acentuado crescimento dos problemas ambientais, muitos pontos merecem ser revistos tanto pelos governantes quanto pela população para que os impactos sejam diminuídos. Se nada for feito, o consumo exagerado dos recursos e a perda constante de biodiversidade poderão alterar consideravelmente o modo como vivemos atualmente, comprometendo, inclusive, nossa sobrevivência.

Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de reciclagem, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de combustíveis fósseis, desperdício de água e esgotamento do solo. Esses problemas e outros poderiam ser evitados se osgovernantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.

Em razão da importância da conscientização e da dimensão do impacto gerado pelo homem, o Dia Mundial do Meio Ambiente é uma data que merece bastante destaque no calendário mundial. Entretanto, não basta apenas plantar uma árvore ou separar o lixo nesse dia, é necessário que sejam feitas campanhas de grande impacto que mostrem a necessidade de mudanças imediatas nos nossos hábitos de vida diários.

Apesar de muitos acreditarem que a mudança deve acontecer em escala mundial e que apenas uma pessoa não consegue mudar o mundo, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade reivindique o cumprimento das leis ambientais. Todos devemos assumir uma postura de responsabilidade ambiental, pois só assim conseguiremos mudar o quadro atual.

A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos.”

SEMANA do MEIO AMBIENTE – 3 de Junho – Dia Nacional da Educação Ambiental

Construir valor social, base de conhecimento, atitude e competência para a conservação do meio ambiente a ser utilizado coletivamente são processos inerentes a educação ambiental.

O Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) possui o objetivo de implementar em nível nacional as diretrizes da educação ambiental.

Há uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Ministério da Educação (MEC), principalmente na realização de Conferências de Meio Ambiente nas Escolas e comunidades. Esses eventos mobilizam secretarias estaduais e municipais de educação, ONG´s e grupos sociais.

O PNEA possui, no sentido amplo, articular ações educativas de proteção e recuperação dos recursos naturais e de conscientizar o cidadão a se relacionar da melhor maneira com esses recursos.

Em 1999, foi criada a Diretoria do Programa Nacional de Educação Ambiental – ProNEA, e em abril de 1999, é aprovada a Lei n° 9.795/99, em disposição a criação da Política de Educação Ambiental.

Em 2012, a Lei nº 12.633, estabelece a data de 3 de junho, dia Nacional da Educação Ambiental. O tema Educação Ambiental vem sendo cada vez mais discutido pela população por preocupação com a necessidade de sobrevivência nos próximos anos. As futuras gerações precisam ser educadas para a preservação e recriação das reservas naturais, pois são bens de uso comum. Embora seja uma iniciativa pequena para um tema tão abrangente, a instituição de uma data comemorativa como essa ajudará a promover a discussão nas escolas brasileiras, bem como impulsionar a conscientização pública para a preservação ambiental.

REVERTA

A exposição “REVERTA – arte e sustentabilidade” quer contribuir para a formação de cidadãos críticos, participativos e cientes de seu papel diante de uma das importantes questões que envolve ciência, tecnologia, sociedade e ambiente: a produção de resíduos e sua destinação correta. Sob essa proposta, a exposição analisa as implicações da produção e destinação dos resíduos, em um contexto que inicia muito antes e termina muito depois de abrir uma lata de lixo para jogar algo fora. Um contexto que envolve diversos atores e aspectos socioculturais, econômicos, político-administrativos,

Visite a exposição Reverta na Oca – Parque do Ibirapuera

de 16/05/2015 a 05/07/2015

terça a domingo, das 9h às 17h

USE A #REVERTA

O Dia da Terra

O Dia da Terra é comemorado anualmente em 22 de abril, em todo planeta.

Também chamado de Dia do Planeta Terra ou Dia da Mãe Terra, este é um dia para reconhecer a importância do planeta Terra, e um dia para refletir naquilo que podemos fazer para ajudar a Terra.

Origem do Dia da Terra

O Dia da Terra foi comemorado pela primeira veznos Estados Unidos, no dia 22 de abril de 1970. No primeiro “Dia da Terra”, o senador americano Gaylord Nelson organizou um tipo de fórum ambiental, que chamou a atenção de 20 milhões de participantes.

Atualmente o Dia da Terra é comemorado anualmente no dia 22 de abril por mais de 500 milhões de pessoas no mundo todo.

A Unesco chamou ao Dia da Terra “Dia Internacional da Mãe Terra“.

Atividades para o Dia da Terra

No Dia da Terra a sensibilização para os problemas que o planeta enfrenta é essencial. Experimente estas dicas de atividades para o Dia da Terra:

  • Plante uma árvore típica da sua zona;
  • Pinte um desenho do planeta Terra;
  • Incentive a reciclagem;
  • Reutilize materiais como plásticos e papelão e crie vários tipos de material escolar, como estojos, copos para lápis e caneta, pastas, etc;
  • Faça uma limpeza na escola;
  • Pinte um muro com motivos ecológicos;
  • Use menos energia, desligue as luzes quando possível.

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Apagar as Luzes no Dia da Terra

Em alguns lugares, surgem campanhas que incentivam as pessoas a desligarem as luzes durante um minuto no Dia da Terra, como forma de consciencializar as pessoas para um gasto menor de eletricidade. É um evento parecido com a Hora do Planeta, que ocorre normalmente no último sábado do mês de março, e que propõe exatamente a mesma coisa.

Objetivos do Dia da Terra

No Dia da Terra os objetivos principais são sensibilizar e consciencializar as pessoas, especialmente as crianças, para tudo o que podemos fazer para proteger o planeta Terra.

Dia da Terra – Earth Days – Parte 1 de 12 . ( DOCUMENTÁRIO)

30 DE MARÇO DE 2015 E A NOVA DATA DE ENVIO DOS PROJETOS!!!!

Para você que já fez sua inscrição no Prêmio Sustentabilidade 2015, a data de envio dos projetos foi prorrogada para 30 de março de 2015.  

Aproveite esse tempinho a mais para caprichar na descrição, fazendo uma boa introdução e justificativa do seu trabalho – deixe claro o objetivo do projeto e não se esqueça de relatar as etapas de desenvolvimento e os resultados obtidos. Aperfeiçoe seus textos, explicando os recursos utilizados e os impactos, conforme o formulário online. Comece já o envio do seu projeto. Você não precisa preencher todo o formulário de uma vez. Faça etapa por etapa, com calma e boa sorte!

Entre no site e confira!

http://www.abconsindcon.com.br/premio/

2015, Ano Internacional da Luz

É comum a afirmação de que “não poderíamos viver sem ela” e é também tido como certo que, sem luz, a vida não existiria. Em termos científicos, “luz” abrange toda a gama de radiações eletromagnéticas, desde as ondas muito longas (ondas rádio) até às mais energéticas, correspondentes a frequências muito elevadas (como raios X e raios gama). É toda essa “luz” que será abordada no programa que se prepara para preencher o Ano Internacional da Luz.

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Foi em dezembro de 2013 que a Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU) proclamou 2015 como o ano em que a Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) promoveria a cooperação com outras entidades para o desenvolvimento de ações de sensibilização de políticos e cidadãos em geral – a nível mundial – para a importância da luz na vida e no bem-estar geral.

Desde logo se iniciaram trabalhos preparatórios (alguns dos quais conduziram já à concretização de ações efetivas), quer na elaboração de programas diversificados e ajustados às realidades de cada país, quer na mobilização de recursos humanos voluntários para a liderança de projetos e, ainda, para a indispensável obtenção de financiamento para as componentes em que ele é indispensável.

Foram já disponibilizados alguns recursos que, gratuitamente, os dinamizadores individuais e coletivos podem usar, nos quais se contam imagens obtidas a partir de satélites artificiais que tornam evidentes as assimetrias em diversas partes do planeta (com regiões profusamente iluminadas durante a noite enquanto outras permanecem praticamente às escuras) ou ainda o facto de, na maior parte dos casos, as lâmpadas serem bem visíveis do espaço, em contraste com a raridade dos casos em que o chão é diretamente iluminado, sem esbanjamento de luz para a atmosfera.

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Fonte: SUPER 198 – Outubro 2014

ÁRVORE DE TELEVISORES ANTIGOS – Uma forma sustentável e criativa para decorar!

Devido a evolução tecnológica, muitas coisas perdem seu valor rapidamente, com isso, o lixo tecnológico vem ganhando grandes proporções.

E como dispensar  esse material que pode demorar centenas de anos para de decompor?

Está árvore natalina foi uma bela e criativa solução.  Nesse final de ano, Tive a oportunidade  de conhecer a Tailândia e um pouco da cultura asiática que é extremamente rica. No centro de Bangkog em uma praça, próximo a estação central, está árvore foi uma grande atração entre turistas e moradores da cidade, visando um conceito sustentável de  intervenção urbana.

Arvore TV

O que é uma escola sustentável?

O IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado) é uma organização não governamental sem fins lucrativos que tem seu escritório no Ecocentro, localizado na cidade de Pirenópolis, Goiás. O Ipec foi fundado em 1998 com a finalidade de estabelecer soluções apropriadas para problemas na sociedade, promover a viabilidade de uma cultura sustentável, oportunizar experiências educativas e disseminar modelos no cerrado e no Brasil.

Existem muitas definições sobre o que é sustentável. A mais apropriada que encontramos diz que o sistema em que vivemos deve satisfazer nossas necessidades de crescimento e manutenção armazenando mais energia do que a despendida para construí-lo. Isso quer dizer que nosso foco deve estar em obter o que precisamos no presente sem comprometer a estrutura para que as gerações futuras possam fazer o mesmo. A escola sustentável busca ensinar as crianças a viver dentro dessa lógica. Produzir ao invés de consumir e gastar. Só assim será possível difundir o conceito e aplicá-lo.   Para muitos estudantes o futuro parece incerto e até assustador. Por isso, existe a necessidade dessa interpretação mais ampla da educação. É preciso mudar o foco e escolher temas que ofereçam as ferramentas para construir um futuro sustentável. Isso envolve um aprendizado contínuo e interdisciplinar. E o meio-ambiente pode fazer essa ponte!   A eco-alfabetização traz em si mesma conceitos básicos da sustentabilidade. Programas que descobrem a natureza pela ciência, matemática, literatura, arte e ciências sociais permitem investigações práticas e encorajam avaliações críticas fundamentais para que tenhamos adultos capazes de viver de forma sustentável.   A reorientação da educação envolve não somente aumentar o conhecimento do aluno, mas incentivar o desenvolvimento de habilidades e valores que motivarão para estilos de vida sustentáveis. Já está comprovado que elevar o grau de instrução das pessoas não é suficiente para alcançar sociedades sustentáveis. Por isso estamos aqui. Nós e você. A escola-sustentável propõe uma educação básica que inclua o ensino de valores, a promoção do cuidado com o planeta, o cuidado com as pessoas e a partilha justa de recursos.  Como fazer isso? O ensino da sustentabilidade deve começar com projetos. Eles enfatizam o pensamento crítico, a resolução de problemas, a tomada de decisões, análise, o aprendizado cooperativo, liderança e a capacidade de comunicação. Já o meio ambiente deve entrar como uma coisa divertida e dinâmica, algo que mostre para os futuros cidadãos que nós fazemos parte do que chamamos natureza e que não é apenas na semana dedicada ao meio-ambiente, ou no dia da árvore, que devemos pensar sobre ela. E mais uma vez você pergunta: como? A permacultura (inventada pelo australiano Bill Mollison na década de 70) tem algumas dessas respostas. Ela é um pacote pedagógico, uma metodologia para a criação de ambientes produtivos, sustentáveis e ecológicos que possibilitam o homem habitar a terra sem destruí-la.   E não pense que a escola é pequena demais para isso, ela é ideal. Começar envolvendo as crianças com os canteiros e espaços verdes da área escolar é o início perfeito do relacionamento entre esses pequenos seres humanos e a natureza. Lembre, estamos dando apenas o primeiro passo! Você vai ver como esses espaços, verdadeiras salas de aula ao ar livre, são capazes de entusiasmar e envolver seus alunos.   Veja através da tabela uma comparação entre o ensino tradicional, centrado no professor, e o ensino que propomos, aberto e centrado no aluno.Educação centrada no professor •    Professor ensina, os alunos são ensinados; •    Professor sabe tudo; •    Professor pensa sobre os alunos; •    Professor é o sujeito do conhecimento e os alunos são o objeto.   Educação centrada no aluno •    Partilha a informação; •    Gera opções de aprendizado criativo e auto-iniciado; •    Alunos envolvidos no processo; •    Ênfase na avaliação holística; •    Alunos contribuem para a seleção das experiências de aprendizagem; Como vemos, os modelos centrados no aluno são fundamentais para a criação de uma consciência sustentável. Eles oferecem processos interativos que podem ajudá-los a se sentirem responsáveis por seu aprendizado, desenvolvendo habilidades. Esse modelo de educação oferece ferramentas para restabelecermos o controle sobre o aprendizado, dirigindo nosso futuro para a sustentabilidade.

 

Cinema e ecologia na escola

Um projeto voltado para o alinhamento entre o meio ambiente e o audiovisual incentiva alunos da rede municipal de ensino a terem contato mais próximo com o cinema de animação e questões ambientais. O projeto Cine Ecologia levará para Fortaleza, Canindé, Sobral, Itapipoca, Iguatu, Juazeiro do Norte e Limoeiro do Norte sua caravana cultural.

Segundo o coordenador artístico, Luiz Carlos Cabral, “o Cine Ecologia apresenta-se com um conjunto de ações ligando o audiovisual à ecologia, dando ênfase à necessidade de difundir informações culturais e ecológicas para as regiões menos favorecidas do Estado. O projeto promoverá ações centradas em quatro eixos: produção, circulação, distribuição e formação de plateia”.

Após o fim das atividades, os alunos de cada escola produzirão um filme abrindo o diálogo sobre a situação ambiental com foco na própria região. Somente em Fortaleza, o Cine Ecologia circulará por 15 bairros. As atividades tiveram início no dia 18 de setembro e seguem por mais quatro meses. Para saber mais sobre o Cine Ecologia: 3235 4063.

 

 

Fonte: http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2012/09/22/noticiasjornalvidaearte,2924356/cinema-e-ecologia-na-escola.shtml