NATAL – RetroDIskt Mensagens…

Os estudantes do fundamental I foram os responsáveis por deixar uma mensagem de Natal humana e solidária… Com móbiles feitos de disquetes enfeitamos as salas e corredores….

Mensagens de amor…. Afinal podemos falar da mensagem natalina  sem misturar religião!

Material:

  • Disquete velho (doação)
  • Tinta relevo (verde, vermelho e branco) – sobra
  • Fio de Naylon

 

Escola é refeita com containers para ensinar sustentabilidade

Ao completar 50 anos, a pré-escola Ogura Asahi , que fica em Saitama, no Japão, precisou fazer uma reforma para se adaptar às normas de segurança contra terremoto. As mudanças necessárias foram também uma oportunidade para transformar o espaço em uma verdadeira aula (e exemplo) de sustentabilidade.

Na reforma, o que era possível de ser mantido da estrutura anterior permaneceu, e o restante foi refeito com containers reaproveitados -isso para demonstrar às crianças a importância da eficiência no uso de materiais e recursos naturais.

As árvores que existiam no terreno também foram preservadas no projeto, permanecendo em locais onde as crianças pudessem ver e brincar.

A nova estrutura da escola agora é composta por espaços abertos e conectados, para que todos, adultos e crianças, possam ver e valorizar todas as atividades que acontecem no local, além de integrarem os espaços cobertos aos abertos.

Confira imagens do local:

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

O aprendizado e a reflexão sobre sustentabilidade começam com a estrutura da escola.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/escola-e-refeita-com-containers-para-ensinar-sustentabilidade/

Pippe Bigode- Engenhoca Reciclável – Biografia de Da Vinci

Os alunos do 3º ano estão aprendendo sobre a vida de Leonardo Da Vinci. Durante o processo, conheceram suas invenções e principais pinturas.

O desafio foi criar uma engenhoca reciclável! Afinal a turminha sabe do nosso compromisso com o PLANETA!

Um proposta que instiga na criança sua potencialidade. Sua (criança) criatividade vai além, seu envolvimento é natural, afinal, toda criança precisa de espaço para expor seu talento em novas “experiências”.

Muitas propostas direcionadas tiram da criança esse poder, o poder de ser criativo.

Acredite nos seus alunos !  #acreditenosseusalunos


Eu lhes apresento o Senhor Pippe Bigode, como resultado do processo criativo da turma. O foco sempre no trabalho em equipe!

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Contação de história interativa com o livro: Bugigangas

Este livro mostra às crianças o sentido quantitativo dos números e o tema da reciclagem. Através de ilustrações feitas com objetos velhos presentes em nosso dia-a-dia, as crianças aprendem a relacionar números e quantidades. Além de ser uma oportunidade de conscientizar as crianças sobre o papel importante da reciclagem nos tempos atuais.

Por que não trazer para o concreto as ilustrações do livro e propor  as crianças um desafio?

Foi isso que eu fiz …

Para enriquecer ainda mais o contexto lúdico, pedi as crianças para buscarem em uma mesa os objetos que estavam nas ilustrações. Montei uma mesa com todos os objetos citados pelo livro. Durante a leitura elas (crianças) apanhavam o objeto para que no final montássemos juntos um lindo painel, confira o resultado! (fotos).

Se nós educadores valorizarmos o potencial estético apresentado pelas sucatas  (lixo reciclável) na construção de composições escolares, podemos alcançar resultados importantes na formação social, intelectual e moral de nossos alunos, pois estaremos trabalhando e praticando a sustentabilidade.

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05 DE JUNHO — DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho. Essa data, que foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.

Dia-Mundial-do-Meio-Ambiente_FJS_PORTAL_2013

Nessa Conferência, que ficou conhecida como Conferência de Estocolmo, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta. Apesar do grande avanço que a Conferência representou, não podemos afirmar, no entanto, que todos os problemas foram resolvidos a partir daí.

Atualmente existe uma grande preocupação em torno do meio ambiente e dos impactos negativos da ação do homem sobre ele. A destruição constante de habitat e a poluição de grandes áreas, por exemplo, são alguns dos pontos que exercem maior influência na sobrevivência de diversas espécies.

Tendo em vista o acentuado crescimento dos problemas ambientais, muitos pontos merecem ser revistos tanto pelos governantes quanto pela população para que os impactos sejam diminuídos. Se nada for feito, o consumo exagerado dos recursos e a perda constante de biodiversidade poderão alterar consideravelmente o modo como vivemos atualmente, comprometendo, inclusive, nossa sobrevivência.

Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de reciclagem, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de combustíveis fósseis, desperdício de água e esgotamento do solo. Esses problemas e outros poderiam ser evitados se osgovernantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.

Em razão da importância da conscientização e da dimensão do impacto gerado pelo homem, o Dia Mundial do Meio Ambiente é uma data que merece bastante destaque no calendário mundial. Entretanto, não basta apenas plantar uma árvore ou separar o lixo nesse dia, é necessário que sejam feitas campanhas de grande impacto que mostrem a necessidade de mudanças imediatas nos nossos hábitos de vida diários.

Apesar de muitos acreditarem que a mudança deve acontecer em escala mundial e que apenas uma pessoa não consegue mudar o mundo, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade reivindique o cumprimento das leis ambientais. Todos devemos assumir uma postura de responsabilidade ambiental, pois só assim conseguiremos mudar o quadro atual.

A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos.”

Conheça a cadeia produtiva do papel

Uma aula interessante e didática deve incluir mais do que só o conceito da reciclagem. Ao aprofundar o tema, alunos vão entender as mudanças químicas e físicas dessa indústria

Engana-se quem pensa que uma aula sobre reciclagem de papel se esgota com o procedimento em si. “As escolas dão ênfase à sustentabilidade e à consciência ecológica, mas o mais importante é conhecer o processo de fabricação do material e, assim, discutir transformações químicas e físicas”, aponta Mônica Peixoto, química da Abramundo.

Na Escola Municipal João Carolino Remédios, em Angra dos Reis, a 166 quilômetros do Rio de Janeiro, a professora Jéssica Mendes de Menezes Vallim propôs a atividade ao 3º ano com esse enfoque, em uma sequência didática sobre transformações. A garotada estava estudando os recursos naturais e as matérias-primas que geram os produtos que utilizamos, como a mesa, o lápis e o caderno. A docente comentou que o processo de fabricação deles gera muitos resíduos e que é preciso pensar em formas de reutilização.

Em seguida, Jéssica convidou a classe a pensar também sobre o lixo caseiro e em maneiras de aproveitá-lo e reciclá-lo, perguntando: “Como podemos reduzi-lo?”. Ela explicou que diminuir o consumo é uma possibilidade, assim como reutilizar objetos. Também deu exemplos dizendo que reutilizar é dar um novo uso a um material, como usar um pote de sorvete para armazenar algo.

Já reciclar envolve um novo processo de manufatura, que exige transformações físicas e químicas. Na sequência, a professora perguntou: “De onde vem o papel?” e “De que forma é feito?”. “Alguns até sabiam que ele vinha da árvore, mas não faziam ideia de como a produção ocorria”, diz. Ela questionou a meninada sobre meios de tornar maleável algo duro e resistente como a madeira. A turma ficou intrigada: “Como madeira pode virar papel? É impossível!…”, apostou a maioria. O restante arriscou alguns palpites, todos anotados pela docente.

Na aula seguinte, Jéssica comentou sobre a reciclagem e contou aos estudantes que eles fariam vários tipos de papel, com e sem aditivos, como talco e corante. “Esse acréscimo é feito logo após a trituração, quando se forma uma massa”, explica. Todos trouxeram jornais de casa. A classe foi dividida em grupos de cinco integrantes, nos quais cada um tinha uma função: picar, espalhar a massa na tela, recolher a água, secar com uma esponja e deixar o papel fininho.

As crianças tinham à disposição um texto com instruções. Jéssica sugeriu que elas observassem a situação inicial e a final do material. “Esse é um momento importante, pois leva os estudantes a exercitar o olhar científico”, diz. Ao longo do trabalho, a turma foi estimulada a fazer registros individuais, com relatos e desenhos de observação.

Desde o início da atividade, ela circulava fazendo intervenções. Pediu, por exemplo, que picassem bem o material – o que facilitaria a preparação da pasta para reciclagem e, consequentemente, sua qualidade. Também sugeriu que observassem as fibras, que ficaram aparentes depois dessa ação. Explicou, então, que o papel é feito com as fibras vegetais dos tronco das árvores e que tais fibras são compostas de uma substância chamada celulose.

Em seguida, mostrou uma imagem microscópica da superfície de uma folha de sulfite. Os pedaços de jornal foram colocados num recipiente com água. Jéssica recomendou que os alunos cuidassem para que o material ficasse até a metade o vaso. Caso contrário, a pasta ficaria grossa, assim como o produto final. Os estudantes agitaram o vasilhame.

Depois que a mistura ficou pronta, ela chamou a atenção para a prensagem. Comentou que esse processo é importante, pois a folha pode ficar grossa se a pressão for pequena. Por outro lado, se a garotada exagerasse, corria o risco de produzir um papel que rasgaria com facilidade. Por fim, Jéssica percorreu os grupos comentando sobre a necessidade de eliminar o excesso de água e acelerar a secagem.

Outra intervenção interessante é discutir o impacto da ação, com perguntas como: “Esse processo que fizemos tem algum problema?” e “Causamos algum nível de poluição?”.

Esses questionamentos levam a turma a refletir sobre a experiência.

Vale alertar para o descarte da água durante a reciclagem, sugerindo fazer uma decantação ou uma filtração e, assim, familiarizar as crianças com outro conteúdo das Ciências, os sistemas de purificação, como sugere Antonio Carlos Pavão, professor da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE) e diretor do Museu de Ciência do estado. “Assim, o professor explica que essa água precisa ser tratada e descartada.”

FOCO NA CADEIA
Depois da reciclagem, foi a vez de aprofundar os conhecimentos por meio da leitura. Todos leram um texto informativo sobre o processo de obtenção do papel (material semelhante pode ser lido aqui – bit.ly/producaodepapel) e viram um esquema sobre a fabricação desse material. Também se informaram sobre os impactos ambientais e as fases de transformação da indústria papeleira.

Aprenderam que a produção de papel depende de etapas semelhantes às vistas durante a reciclagem em sala, como a adição de diferentes substâncias. Um exemplo são os corantes, usados para alterar a cor do papel. Solúveis em água, eles se prendem às fibras. Outro são os enchimentos, como o talco, semelhante ao utilizado por crianças. Na indústria, ele pode ser empregado juntamente com outras substâncias, como o carbonato de cálcio e a amônia, utilizados para aumentar a opacidade e a maciez, para facilitar o processo de impressão e para dar volume à pasta, reduzindo o custo de produção.

Na aula seguinte, a meninada comparou os papéis reciclados e não reciclados quanto à resistência, textura, espessura e capacidade de absorver água. Houve discussões sobre as variedades de papel e a relação entre o tipo e a utilização de cada um e sobre o uso do material ao longo da história.

A classe refletiu sobre o mundo antes da invenção do papel e lembrou das pinturas rupestres. Assim, a turma encerrou o trabalho, que permitiu um mergulho numa das descobertas mais úteis da humanidade.

1. DISCUSSÃO SOBRE O LIXO
Proponha que a turma pense sobre o lixo produzido em casa e em como reduzi-lo. Inicie uma discussão sobre reciclagem e reutilização.

2. PENSANDO SOBRE O PAPEL
Pergunte se a criançada conhece a matéria-prima do papel. Questione sobre o processo de produção dele, que transforma um material duro em algo maleável.

3. RECICLAGEM COM REFLEXÃO
Divida a turma em grupos e diga que vão reciclar papel. Enquanto a classe estiver preparando o material, circule pela sala fazendo intervenções pontuais.

4. FAZENDO RELAÇÕES
Convide a turma a ler textos sobre a cadeia produtiva do papel. Discuta o processo de produção industrial, estimulando a relação com a reciclagem feita em sala de aula.

DA MADEIRA À FOLHA
Conheça as etapas de fabricação industrial do papel que usamos no dia a dia:

Transformação física – Corte das árvores
Após sete anos de cultivo, o eucalipto é colhido. Troncos dessas árvores são cortados e transportados à fábrica de celulose.

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Transformação física – Trituração
Os troncos são descascados, lavados e triturados. Em seguida, são transformados em pequenas lascas, que são cozidas.

Transformação química – Cozimento
Peneirado, o material é cozido em água e outras substâncias para que a celulose e a lignina (uma polpa marrom) sejam separadas.

Transformação química – Clareamento
A lignina é clareada e refinada para a retirada de impurezas. São acrescentados aditivos, como corante e talco.

Transformação física – Prensagem
A massa úmida vira uma grande folha. Ela passa por rolos de prensagem, que a compactam e a alisam, definindo a espessura.

Transformação física – Secagem
A folha passa por rolos com ar quente, que retiram o excesso de água. Por fim, se descola da esteira. O papel está pronto para empacotamento.

Como separar o Lixo

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Quando falamos em resíduos sólidos, estamos nos referindo a algo resultante de atividades de origem urbana, industrial, de serviços de saúde, rural, especial ou diferenciada. Esses materiais gerados nessas atividades são potencialmente matéria prima e/ou insumos para produção de novos produtos ou fonte de energia.
Ao segregarmos os resíduos, estamos promovendo os primeiros passos para sua destinação adequada. Permitimos assim, várias frentes de oportunidades como: a reutilização; a reciclagem; o melhor valor agregado ao material a ser reciclado; a melhores condições de trabalho dos catadores ou classificadores dos materiais recicláveis; a compostagem; menor demanda da natureza; o aumento do tempo de vida dos aterros sanitários e menor impacto ambiental quando da disposição final dos rejeitos.
Os catadores de materiais recicláveis receberam uma atenção especial na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), pois serão priorizados para acesso aos recursos e o Governo Federal estimula os municípios a implementarem a coleta seletiva com a participação de cooperativas ou associação de catadores de materiais recicláveis, constituída por pessoas de baixa renda. Também prioriza a participação dos catadores nos acordos previstos para viabilizar a logística reversa. Dessa forma, a campanha Separe o Lixo e Acerte na Lata tem o objetivo de facilitar o trabalho dos catadores de materiais recicláveis e, consequentemente aumentar o nível de reciclagem no Brasil.
O que é reciclável?
 É reciclável todo o resíduo descartado que constitui interesse de transformação de partes ou o seu todo. Esses materiais poderão retornar à cadeia produtiva para virar o mesmo produto ou produtos diferentes dos originais.
Por exemplo: Folhas e aparas de papel, jornais, revistas, caixas, papelão, PET, recipientes de limpeza, latas de cerveja e refrigerante, canos, esquadrias, arame, todos os produtos eletroeletrônicos e seus componentes, embalagens em geral e outros.
Como separar o lixo seco do lixo úmido?
Em dois recipientes diferentes deve separar de um lado restos de comida e do outro as embalagens de produtos em geral, tais como vidros,  papel, PET, latas e etc.
Por exemplo, na fração seca poderão ser destinados embalagens de produtos de limpeza, latas de bebidas em alumínio, latas de alimentos em aço, papel, garrafas PET, embalagens de vidro, dentre outras embalagens.
Na fração úmida, poderá ir, por exemplo, restos de alimentos, resíduos de banheiro, e os não recicláveis.

Conheça Mais Sobre as Regras do 3R

A regra dos 3R consiste em aplicar no dia a dia a redução, reutilização e a reciclagem de produtosÍndice utilizados pelo homem.

A prática dessas regras faz parte dasatitudes sustentáveis, que visam à gestão consciente e correta dos resíduos produzidos nas cidades e nos centros industriais.

Por exemplo, cada pessoa produz em torno de 1,5 kg de lixo por dia, grande parte desse material não é biodegradável o que ocasiona a degradação ambiental.

E todo o lixo produzido é lançado em lixeiras e posteriormente transportado para áreas denominadas aterros sanitários, ou lixões, onde esses resíduos podem contaminar o solo e os lençóis freáticos, se não for feito o tratamento apropriado.

Com isso, a regra dos 3R contribui para a redução do impacto ambiental e a preservação do meio ambiente.

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Pois levar até as pessoas as informações necessárias sobre a importância das atitudes sustentáveis é dar início a um novo ciclo onde a sustentabilidade seja prioridade nas ações diárias.

A justa noção que todo cidadão deve ter de que as necessidades atuais devem ser supridas sem prejudicar, ou comprometer, o futuro das novas gerações nasce da conscientização de todos.

Para isso, primeiramente é preciso saber reduzir a quantidade de resíduos deixados, por exemplo, usar sacolas biodegradáveis ou recipientes reutilizáveis na hora de ir ao supermercado.

Outra recomendação é dar preferência aos produtos de fácil decomposição e evitar aqueles que possam causar danos ambientais.

O objetivo dessas regras é reduzir a produção de lixo, adquirindo produtos reutilizáveis e rejeitando tudo o que for descartável.

Algumas indicações são aproveitar as vasilhas de vidro ou plástico, produtos de papel, peças de metal e todo tipo de material de difícil decomposição.

Também utilizar o maior número possível de vezes o mesmo objeto, desde que isso não afete as condições de higiene, e transformar objetos descartáveis em peças de decoração ou em utilitários domésticos.

E por último reciclar ou encaminhar para a reciclagem. Essas ações irão fazer com que a carga de resíduos diminua consideravelmente.

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Fonte:http://www.atitudessustentaveis.com.br/sustentabilidade/conheca-sobre-regras-3r/