Brincar é universal: brincadeiras tradicionais de vários estados

Elástico, corda, esconde-esconde, pião, amarelinha, casinha e pega-pega. Essas brincadeiras já fizeram parte da sua infância e provavelmente ainda fazem parte da vida dos seus filhos. Mas você sabia que cada região possui uma brincadeira típica?

Uma criança que mora em São Paulo provavelmente não brinca das mesmas coisas que uma criança de do Ceará, Espirito Santo e Acre, mas existem brincadeiras que resistiram ao tempo e atravessaram gerações. Para provar isso, alguns projetos já se dispuseram a documentar e difundir as brincadeiras das diversas regiões do Brasil. É o caso do “Mapa do Brincar” e do “Território do Brincar” que viajaram o país para documentar as culturas da infância.

Para que essas brincadeiras não caiam em extinção e sigam encantando crianças e adultos, Catraquinha e Passatempo sugerem uma lista de brincadeiras tradicionais para conhecer e brincar. Relacionar-se com essas brincadeiras é importante para conhecer de onde viemos e a cultura de cada região.  As crianças aprendem, ainda, a dividir, cooperar, ganhar ou perder.

Brincadeiras de vários cantos do país.

Confira

Região Norte
Batatinha frita – brincadeira do Rio Branco, no Acre

Todos pulam e cantam a música “Batatinha frita/Frita na manteiga, 1, 2, 3 / Se mexer vai para o xadrez”. Quando ela termina, as crianças têm que ficar como estátuas, porque quem se mexe sai da brincadeira e vai para o xadrez. Ganha quem conseguir ficar completamente parado até a música começar de novo.

Região Nordeste
Brincadeira de Elástico

Em Acupe (BA), o elástico é feito com vários pedaços de pano amarrado. Dá para brincar com duas, três, quatro ou mais pessoas. É preciso ter agilidade para saber o momento exato que de deve saltar, pisar e enroscar os pés no elástico. Confira o vídeo registrado pelo Território do Brincar.

Região Sudeste
Múmia em ação – brincadeira que se originou em Pontalinda, São Paulo

Um participante vai jogando a bola para o outro e ninguém pode deixar a bola cair. Quando uma pessoa deixa a bola cair pela primeira vez, ela fica “doente”.
Se deixar cair uma segunda vez, ela “morre”. Na terceira vez, a pessoa “vira a múmia”. Quem vira múmia tem que pegar a bola e tentar acertar algum participante. Se ela acertar, o participante que foi queimado sai da brincadeira. Se errar, quem sai é a múmia. Quem ficar por último ganha o jogo.

Região Sul
Jogo da memória – brincadeira que se originou em Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Um participante começa dizendo uma frase como “Eu pulo corda”. O próximo tem que repetir a frase e acrescentar outra informação: “Eu pulo corda e jogo bola”. O terceiro repete tudo e acrescenta mais alguma coisa: “Eu pulo corda, jogo bola e pulo amarelinha”. Quem errar a sequencia sai da brincadeira.

Região Centro Oeste
Rei da Lata – brincadeira que se originou em Ponta Porã no Mato Grosso do Sul

Em volta de um poste, o grupo de jogadores desenha um círculo, que será o mundo. Depois, eles colocam uma lata dentro do círculo. Um dos participantes chuta a lata longe. A criança que foi escolhida para ser o pegador vai buscá-la e volta de costas. Enquanto isso, os outros se escondem. Quando o pegador acha alguém, ele pega a lata e bate no poste, dizendo “1, 2, 3, e o nome da pessoa”. Para salvar todos, um dos jogadores que estavam escondidos precisa chegar até a lata antes do pegador, tirá-la do chão e bater no poste três vezes dizendo “salve, salve”.

Todas as regiões
Brincadeiras de palmas

De forma ritmada e alegre, o desafio de coordenar palmas, canto e brincadeira com um ou mais amigos é universal. O Território do Brincar registou as diversas brincadeiras de bater palma. Confira o vídeo.

Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/brasil/manual-de-brincadeiras/indicacao/brincar-e-universal-brincadeiras-tradicionais-de-varios-estados/

 

22 de março dia da Água

A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.

Num dia tão especial e importante devemos sim fazer ações ambientais e educacionais na escola, vídeos educativos que poderão ajudar o educador nessa tarefa de extrema necessidade.

Usar a declaração como tema para cartazes é fundamental. Uma proposta interessante é dividir em grupos ou cada serie/ano poderia abordar um artigo.

Coloque sua criatividade em ação, nesse caso é conscientização!

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA

Art. 1°– A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2°– A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.
Art. 3°– Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4°– O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5°– A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6°– A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7°– A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8°– A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art.9°– A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10°– O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra


 

Para ajudar a enfatizar e ilustra as ideias

Aqui tem vídeos para todas as idades! Muitos desenhos estão fazendo sua parte e você, educador?

 

 

 

 

Parangolés AtivistaS – Hélio Oiticica

Partindo do conceito que Hélio é um Artista performático, focamos em realizar uma ” performance” ativista em prol das grandes minorias da sociedade atual.

Objetivos

  • Conscientizar os alunos sobre a importância de realizar ações sociais;
  • Apresentar a Biografia de Hélio Oiticica;
  • Valorizar o uso de materiais recicláveis para compor obras;

Materiais

  • Resto de tecidos
  • cola
  • cordão, exemplo: cadarço
  • tesouras
  • sucatas diversas para enfeitar, exemplo: tampinhas
  • revistas: recortar fotos e matérias sobre o tema abordado

PROPOSTA

Uma aula sobre a vida de Hélio e suas obras, em especial os Parangolés, pois a liberdade contida na obra do autor carrega experiências individuais e coletivas. Um universo que vai além dos paradigmas propostos pelo educador, afinal a linguagem corporal fala muito nessa atividade.

Os alunos tiveram que confeccionar seus próprios Parangolés e realizar uma performance ativista com os temas:

  • Racismo
  • Violência contra mulher
  • Xenofobia
  • Homofobia
  • L.S
  • Bullying
  • CiberBullying

Biografia
Hélio Oiticica (Rio de Janeiro RJ 1937 – idem 1980). Artista performático, pintor e escultor. Inicia, com o irmão César Oiticica, estudos de pintura e desenho com Ivan Serpa no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), em 1954. Nesse ano, escreve seu primeiro texto sobre artes plásticas; a partir daí o registro escrito de reflexões sobre arte e sua produção torna-se um hábito

Para o professor 

No fim da década de 1960 é levado pelos colegas Amilcar de Castro e Jackson Ribeiro a colaborar com a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Envolve-se com a comunidade do Morro da Mangueira e dessa experiência nascem os Parangolés. Trata-se de tendas, estandartes, bandeiras e capas de vestir que fundem elementos como cor, dança, poesia e música e pressupõem uma manifestação cultural coletiva. Posteriormente a noção de Parangolé é ampliada: “Chamarei então Parangolé, de agora em diante, a todos os princípios formulados aqui […]. Parangolé é a antiarte por excelência; inclusive pretendo estender o sentido de ‘apropriação’ às coisas do mundo com que deparo nas ruas, terrenos baldios, campos, o mundo ambiente enfim […]”.

Fonte: Itaú Cultural

Obras 

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Cidadania Planetária: Perspectivas na Educação

Como formar um cidadão planetário?  Isso implica em uma democracia planetária ? Afinal, como podemos educar para a cidadania planetária?

Ao ler o presente artigo, encontrei respostas ao meu pensar um quanto imaturo sobre tal assunto. Conhecimento esse meu, de pouco  mais de 2 anos.  A licenciatura em Pedagogia não fala sobre uma visão ecopedagógica, não há espaço, nem disciplina sobre esse tema.  Formamos professores que desconhecem a Ecopedagogia e Cidadania planetária nas faculdades e universidades até hoje.  Será porque esse paradigma é irrelevante à atual sociedade?

Um artigo para a vida, para uma promoção de aprendizagem….

Clarissa de Figueirêdo Barbosa
Mestre em Educação – UFPE

RESUMO

Este artigo introduz a discussão sobre os limites e as possibilidades do exercício da cidadania no contexto da globalização. É apresentado um breve panorama de conferências que foram significativas para a internacionalização dos conflitos e, por sua vez, para a construção da cidadania planetária. O artigo tem como objetivo destacar o desdobramento da discussão sobre essa cidadania na área da educação, bem como os documentos e textos acadêmicos elaborados têm sido influenciados pela urgência do debate sobre o meio ambiente, os direitos humanos, o alerta atômico, enfim, pela necessidade de discutir temas que envolvem a humanidade e seu destino comum.

Palavras-chave: Globalização; Cidadania Planetária; Educação para cidadania planetária.

Não podemos mais conceber a cidadania, hoje, restrita à nacionalidade, aos liames de um território,  pois a luta pelos direitos humanos e pelo meio ambiente confere à cidadania um caráter transnacional. A participação política, destarte, não se limita mais à questão da nacionalidade. Um dos fatores  que contribuiu para a transformação da cidadania é o enfraquecimento do Estado Nacional, todavia, poderíamos considerar que

    • Cabe lembrar que os problemas que afetam a humanidade e o planeta atravessam fronteiras e tornam-se globais com o processo de globalização que se acelera neste final de século XX. Questões como produção, comércio, capital financeiro, migrações, pobreza, danos ambientais, desemprego, informatização, telecomunicações, enfim, as grandes questões econômicas, sociais, ecológicas e políticas deixaram de ser apenas nacionais, tornaram-se transnacionais. É nesse contexto que nasce hoje o conceito de cidadão do mundo, de cidadania planetária, que vem sendo construída pela sociedade civil de todos os países, em contraposição ao poder político do Estado e ao poder econômico do mercado (VIEIRA, 1999, p. 32).

Vieira (2001) defende que a globalização desafia os princípios do consenso e da legitimidade, do poder político, da base político-territorial do processo político, da responsabilidade das decisões políticas, a forma e o alcance da participação política e até o próprio papel do Estado como garantia dos direitos e deveres dos cidadãos, como também desafia os princípios de Vestfália. A globalização é, para o autor, responsável pelo declínio na qualidade e significação da cidadania devido à mudança do papel do Estado.

Este Estado Nacional, enfim, passa a ser desalojado do alicerce político.  A esse respeito, Dalmo Dallari comenta que

    • De fato, a experiência tem demonstrado a relatividade do conceito de soberania no plano internacional, havendo quem afirme que se deve reconhecer que só tem soberania os Estados que dispõe de suficiente força para impor uma vontade. Além disso, a regulação jurídica, no seu todo, é apenas aparente, pois os Estados mais fortes dispõem de meios para modificar o direito quando isso convém (DALLARI, 1982, p. 323).

A globalização econômica vai demandar do Estado Nacional mudanças que fomentarão políticas que eliminem as fronteiras nacionais em prol do desenvolvimento do capital e, conseqüentemente, darão elementos para uma outra forma de cidadania, mais ampla, sem fronteiras, planetária.

Vieira afirma que

    • Estamos diante de uma nova revolução, fundada na microeletrônica, na informática e nas telecomunicações, que desterritorializa o indivíduo, configurando um novo modo de vida. Em seu rastro já se percebe a tendência ao declínio do Estado-Nação, bem como a globalização da pobreza e do desemprego, que torna descartável a maior parte da humanidade (1999, p. 71- 72).

Além do esfacelamento da cidadania, há também as guerras, o possível fim da humanidade por causa da era atômica, as questões que envolvem a destruição e desequilíbrio do meio ambiente também serviram de fatores que impulsionaram e justificaram a cogitação de uma cidadania planetária, de uma cidadania cuja ação estava implicada em realizar-se não só a nível local, mas que fosse além das fronteiras.  Pois, como diz Gadotti:

    • Pela primeira vez na história da humanidade – não por efeito de armas nucleares, mas pelo descontrole da produção industrial (o veneno radioativo plutônio 239 tem um tempo de degradação de 24 mil anos) -, podemos destruir toda a vida do planeta. É a possibilidade que podemos chamar era do exterminismo (…) ´A possibilidade da autodestruição nunca mais desaparecerá da história da humanidade. Daqui para frente todas as gerações serão confrontadas com a tarefa de resolver este problema (SCHMIED-KOWARZIC, 1999, p. 6). Só esperamos que as providências sejam tomadas a tempo para não chegarmos tarde demais (2000, p. 31).

A questão ambiental foi chamando a atenção, ao longo do tempo, de cidadãos de todo o mundo.  As discussões sobre a destruição do meio ambiente, a possibilidade do fim de recursos não renováveis do planeta e a estimativa de catástrofes mundiais em décadas não longínquas levaram as Nações Unidas a promover uma Conferência para o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, em 1972. Já aí, assinalava-se a necessidade da humanidade discutir seu futuro. Segundo Gadotti (2000), foi a primeira vez que a preocupação com o meio ambiente entrava na agenda internacional como um problema decorrente do crescimento econômico.

Outra conferência sobre o meio ambiente se sucedeu em 1987, da qual resultou o Relatório de Brundtland, Nosso Futuro Comum. No entanto, após 1992, na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio ambiente e Desenvolvimento – a Eco 92 -, o debate sobre os desafios para o planeta ganham maior ressonância e se proliferam. Além das questões sobre meio ambiente foram discutidos, nesse evento, outros temas tais como arsenal nuclear, desarmamento, guerra, poluição, fome, drogas, discriminação, racismo. Dessa forma, a agenda planetária não se restringe a enfocar apenas o meio ambiente.

Paralelo à Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, aconteceu o Fórum Global 92 cujo documento resultante, a Carta da Terra, contempla, entre outros, o pensar global e local, a comunidade mundial, e a criação de uma cidadania planetária (GADOTTI, 2000).

O reconhecimento de ações prejudiciais do homem ao meio ambiente foi um dos predicados para o amadurecimento do conceito de desenvolvimento sustentável adotado na Eco 92, bem como os princípios de “responsabilidade econômico-financeira do contaminador” e o de “precaução”. A deterioração ecológica do planeta e outros problemas globais, “impõem a necessidade de maiores níveis de cooperação internacional, desenvolvimento e investimento mundial” (VIEIRA, 1999, p. 104), já que, como diz Arendt

    • A Terra é a própria quintessência da condição humana e, ao que sabemos, sua natureza pode ser singular no universo, a única capaz de oferecer aos seres humanos um habitat no qual eles podem mover-se e respirar sem esforço nem artifício”(2004, p. 10).

O Fórum Social Mundial, realizado inicialmente aqui no Brasil, em 2001, também vêm discutindo “um outro mundo possível”, uma globalização solidária como alternativa aos problemas da exclusão, desigualdade social e meio ambiente. O evento articula entidades e movimentos da sociedade civil de todo o mundo, que atuam do nível local ao internacional. O fórum ainda estimula uma participação nas instâncias internacionais e o exercício de uma cidadania planetária.

Estes debates se desdobraram em diferentes áreas do conhecimento, inclusive, na educação. Em 1994, é adotada no I Congresso Mundial da Trandisciplinaridade, em Portugal, a Carta da Trandisciplinaridade que aponta a necessidade de uma compreensão planetária para enfrentar os desafios contemporâneos.

    • O reconhecimento da Terra como pátria é um dos imperativos da transdisciplinaridade. Todo ser humano tem direito a uma nacionalidade, mas, a título de habitante da Terra, é ao mesmo tempo um ser transnacional. O reconhecimento pelo direito internacional de um pertencer duplo – a uma nação e à Terra – constitui uma das metas da pesquisa transdisciplinar (apud GADOTTI, 2000, p. 51).

Aqui, no Brasil, são elaborados os Parâmetros Curriculares Nacionais, em 1998, entre eles o PCN dos Temas Transversais que, ainda de forma local, aborda conteúdos que estão inseridos nas discussões mundiais. Destacam-se: Ética, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural, Trabalho e Consumo. O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (2006) também é outro documento que traz estes assuntos, incluindo as questões da diversidade sexual, de gênero e religiosa. O Plano explicita que a concepção de Direitos Humanos adotada incorpora a compreensão de cidadania democrática, cidadania ativa e cidadania planetária.

Tem crescido, nos últimos anos, o número de publicações de livros sobre os desafios da educação diante da perspectiva do mundo atual. Muitas vezes, estes livros possuem temas distintos, tendo em comum advertências e propostas para o enfrentamento dos desafios impostos, hoje, a toda humanidade. Ecologia, globalização, educação para a paz, solidariedade, multiculturalismo, interdisciplinaridade são assuntos que têm se tornado cada vez presentes no debate educacional em resposta a problemas como violência, guerras, alerta atômico, intolerância, preconceito, desequilíbrio ecológico do planeta, desigualdade social, exploração humana.

Podemos perceber que a atenção de muitos educadores e pesquisadores da educação, de diversas linhas, está para além da discussão dos conteúdos. Muitos ressaltam o contexto que estamos vivendo e que, por sua vez, a educação não está imune às influências do mesmo. Surgem, então, indagações sobre o papel da educação no enfrentamento dos problemas do mundo atual. Qual o papel do professor? E o da escola? O que os professores têm ensinado além de seus conteúdos?

Sacristán comenta que “uma nova sociedade conectada em rede está emergindo como conseqüência de fenômenos econômicos, políticos e culturais globalizadores que incidem sobre a educação e exigem dela uma resposta” (2002, p.30).  O autor adverte que “Um projeto para educação significa refletir, discutir e decidir sobre seus conteúdos e suas maneiras de inserir os sujeitos na cultura” (2002, p. 24).

Eventos como a Eco 92 têm dado alerta à sociedade sobre o futuro comum da humanidade e chamado para pensar globalmente e agir localmente. A educação também tem sido vislumbrada nestes espaços. Sequeiros (2000) é um autor que debate a ação solidária sem fronteiras na área da educação. Ele diz que

    • Nestes últimos anos, houve um grande crescimento de ações internacionais voltadas para a solidariedade. A chamada Cúpula da Terra ou Rio 92 e as reuniões do Cairo, Copenhage e Pequim (entre outras) mostram claramente o avanço do que se chamou pensar globalmente e agir localmente: ter projetos de intervenção social a partir de contextos concretos, mas dentro de uma visão global dos problemas do mundo, já que tudo está relacionado com tudo (o que se costuma chamar de paradigma da interação) (SEQUEIROS, 2000, p. 20).

Contudo, Gadotti adverte sobre a Agenda 21, documento elaborado na Eco 92 (Conferência Mundial para o Meio Ambiente) das Nações Unidas e diz que, na prática, a forma como vem sendo trabalhada a agenda 21 “desvaloriza fundamentalmente toda a educação e a educação ambiental em particular. Por isso, entende-se perfeitamente por que a Agenda 21 vem ignorando os princípios da Carta da Terra” (GADOTTI, 2000, p. 111).

A Carta da Terra é resultado do Fórum Global, evento que aconteceu, paralelamente, à Conferência das Nações Unidas, a Eco-92. Gadotti argumenta que

    • É necessário que a Carta seja, acima de tudo, vivenciada no cotidiano das pessoas. Para que isso aconteça de fato, é fundamental o processo coletivo de educação, sistemático e organizado, que nos assegure que o maior número possível de cidadãos do planeta não apenas tenha tomado consciência de que um futuro saudável da Terra depende da criação de uma cidadania planetária (2000, p. 117).

Gadotti ainda fala numa “profunda reeducação dos nossos hábitos, principalmente dos nossos hábitos de consumo” (2000, p. 108). Enfim, estes eventos, como dissemos, contribuíram para reforçar a necessidade das discussões mundiais urgentes no âmbito da educação. Após 1992, ano da Eco e do Fórum global, as discussões vêm crescendo. Constatamos que, no final da década passada, houve um aumento das publicações sobre tais questões na educação e, no começo deste século, vimos ainda mais crescente.

Entre as propostas educacionais que pensam os conflitos globais encontramos a proposta de uma educação para cidadania planetária. Educar para cidadania planetária significa discutir questões como meio ambiente, desigualdade social, alerta atômico, contudo, buscando uma compreensão global dos conflitos, vendo os fatos como interdependentes, percebendo o conflito do seu país relacionado a outros conflitos, de outros países sejam eles próximos ou longínquos. Uma vez construído esse olhar, segue a proposta de agir, de tomar atitude. Estamos falando do pensar global e agir local.

Gadotti, ainda em relação à educação para a cidadania planetária, explica que

    • Educar para a cidadania planetária implica muito mais do que uma filosofia educacional, do que o enunciado de seus princípios. A educação planetária implica em uma revisão de nossos currículos, uma reorientação de nossa visão de mundo da educação como espaço de inserção do indivíduo não numa comunidade local, mas numa comunidade que é local e global ao mesmo tempo (2000, p. 142).

A proposta de pensar global e agir local, portanto, está presente na concepção de cidadania planetária, bem como é mencionada na proposta da ecopedagogia, da educação para a solidariedade, da educação em direitos humanos. Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia (1998) já manifestam uma preocupação em pensar e agir local e globalmente.

Podemos somar a reflexão que Sequeiros (2000) faz sobre uma perspectiva a que ele chama de internacional, à proposta da educação para cidadania planetária. Vejamos o que ele diz:

    • Trata-se de criar, progressivamente, uma nova consciência internacional nas crianças, nos jovens e nos adultos, que leve a uma transformação dos valores habituais e das práticas sociais para que adotem uma posição e intervenham efetivamente em favor dos pobres carentes deste mundo, para se conseguir, assim, uma sociedade mais igualitária e mais justa.

    • Trata-se de ajudar de alguma maneira, a construir alguns valores, desenvolver atitudes e potencializar ações que possibilitem o avanço das redes de uma cultura da solidariedade, a qual transforme os hábitos de pensar e de agir centrados no próprio interesse (…) em uma maneira de pensar  e de agir centrada no interesse global do mundo e, em especial, dos mais carentes (SEQUEIROS, 2000, p. 20).

A educação para a cidadania planetária, como já foi exposto, tem o propósito de ser uma educação que discuta as questões que envolvem toda a humanidade, contextualiazadas em nível global e que discuta possibilidades de ações sem fronteiras.

Gutierrez; Prado (2002) direcionam sua atenção para as questões ambientais,  da ecopedagogia, da cidadania planetária,  para os diferentes problemas globais sem, portanto, restringirem-se apenas aos do meio ambiente.

Deve-se considerar importante para a educação para a cidadania planetária conhecer propostas desta natureza, que relacionem educação, cidadania e meio ambiente, pois muito se tem a trocar e discutir, uma vez que partilham das mesmas preocupações da educação para a cidadania planetária em relação ao mundo e partirem da visão dos fatos como conectados.

Benfica argumenta que devemos admitir que as pedagogias tradicionais, ainda hegemônicas, “fundadas no princípio da competitividade, da seleção e da classificação, não dão conta da formação para uma cidadania planetária, que exige pessoas mais ativas, cooperativas e criativas” (2001, p. 22).  Este autor acredita ser a era da informação também a era da educação permanente, plural e conectiva.

Boaventura, autor que muito contribui para o nosso tema, usa o termo “educação planetária” e define bem seu conceito, compreendendo-a

    • como aquela que favorece nas pessoas a compreensão das múltiplas dimensões do mundo atual e futuro, que se associa com a comunicação, tecnologia e transações econômicas, suscitando uma educação para a paz , direitos humanos, meio ambiente, desenvolvimento sustentável e compreensão internacional (2001, p. 26).

O autor citado recorre a Legendre (apud BOAVENTURA, 2001) para explicar a gênese dessa educação.

    • Legendre informa ainda que o movimento da educação global é contemporâneo da educação ambiental (…) A educação ambiental liga-se à perspectiva global, da qual privilegia um aspecto particular, a saber, a relação com o ambiente biofísico (BOAVENTURA, 2001, p. 28).

A educação, para Boaventura, deve possibilitar a compreensão dos desafios do mundo atual e futuro, de seus problemas. Boaventura também acredita que podemos educar “cidadãos responsáveis e empenhados na criação de um futuro desejável para si, para a comunidade e para todos os habitantes do planeta” (2001, p. 30).

É importante refletir que a educação para a cidadania planetária é uma proposta vulnerável às seduções do salvacionismo. Faz-se mister, portanto, que esteja claro que este trabalho é despojado de intenção de salvar o mundo, assim como quem o escreve não crê que deva ser atribuído à cidadania planetária o papel de detentora de respostas, de verdades. Assim, é afastado desde já este perigoso caráter messiânico, ou como queira, salvacionista. A educação já é um tema cuja grande parte das discussões traz suficientemente este caráter, tanto do que parte de acadêmicos, quanto do que parte de um ponto de vista do senso comum.

O pensar uma cidadania planetária também pode resultar em projetos prontos para humanidade revestidos desse messianismo, e isto sabemos que é desastroso, como o foi projetos aparentemente bem intencionados como a proposta de cidadania da Revolução Francesa. Somar a educação a um projeto planetário nos impele a  fazer a seguinte ressalva: a cidadania planetária deve estar aberta a ser continuamente construída, discutida, e que seus debatedores, por sua vez, aceitem a pluralidade de idéias, como sugere Arendt (1997). Da mesma forma, a educação para cidadania planetária não é vista, neste trabalho, como tema que deve ser outorgado em currículos, projetos político-pedagógicos e programas. A educação para cidadania planetária é um desafio lançado, uma “desculpa” para pensarmos novos rumos de um futuro comum.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARENDT, H. Entre o passado e presente. São Paulo: Perspectiva, 1997.

_____. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.

BOAVENTURA, E. Educação planetária em face da globalização. Revista da FAEBBA. Educação e contemporaneidade, Salvador, n. 16, ano 10, p. 27-35, jul./ dez. 2001.

BRASIL. COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. Plano de Educação em Nacional em Direitos Humanos. Brasília:Secretaria especial dos Direitos Humanos, Ministério da Educação e Ministério da Justiça, UNESCO, 2006.

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: geografia. Brasília: Mec/SEF, 1998.

_____ ._____. Parâmetros Curriculares Nacionais terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: temas transversais. Brasilia: MEC/SEF, 1998.

DALLARI, D. A. Elementos de teoria geral do Estado. São Paulo: Saraiva, 1982.

GADOTTI, M. Pedagogia da terra. São Paulo: Peirópolis, 2000.

GUTIERREZ , F; PRADO, C. Ecopedagogia e cidadania planetária. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2002.

SACRISTÁN, J. G. Educar e conviver na cultura global: as exigências da cidadania. Porto Alegre: Artmed, 2002.

SEQUEIROS, L. Educar para a solidariedade: Projeto didático para uma nova cultura de relações entre os povos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

VIEIRA, L. Cidadania e globalização. Rio de Janeiro: Record, 1999.

____ . Os argonautas da cidadania: a sociedade civil na globalização. Rio de Janeiro: Record, 2001.

Pelo fim da sala de aula

Com tecnologia, as escolas podem romper o modelo de ensino tradicional. É preciso só coragem para começar

A palavra Escola tem origem no grego scholé, que significa, curiosamente, lugar do ócio. Fundadas por filósofos na Grécia, as escolas eram espaços para ocupar o tempo livre e refletir, geralmente enfatizando uma área específica do conhecimento. Os alunos estudavam informalmente, sem que fossem separados por séries e em salas de aula, e as disciplinas eram ensinadas por um modelo pedagógico de questionamentos.

Foi somente no século 12 que surgiram as escolas como conhecemos hoje, com crianças enfileiradas e professores como os únicos detentores do conhecimento. Centenas de anos depois, no século 19, as aulas passaram a ser divididas em disciplinas básicas, como ciências, matemática, história e geografia. E nunca mais isso mudou.

Até hoje o aluno exerce um papel coadjuvante no processo de aprendizado. Sufocado em aulas entediantes e soterrado por conteúdos, a única indagação que faz é “por que tenho de aprender isso?” Para passar de ano e ser avaliado no funil estreito do vestibular. E mais nada. Mas, quando chegar a hora de entrar no mercado de trabalho, de que irá adiantar ter decorado a musiquinha da tabela periódica?

Com a digitalização e a organização do conhecimento em bancos de dados, as escolas da geração C, da geração conectada, que não conhece um mundo sem internet, tablets e smartphones, começam a romper com os modelos tradicionais de ensino para colocar os alunos como protagonistas da construção de seu futuro. É chegada a hora de virar a mesa (ou a carteira) e começar a aprender o que realmente interessa.

Essa transformação vem sendo liderada por empresas como a Knewton, que criou um sistema de aplicação do conceito de big data na educação, um ensino adaptativo, personalizado para cada aluno e capaz de envolver, engajar e entender quais são as dificuldades e os próximos conteúdos a ser estudados para uma evolução de acordo com as necessidades e as particularidades de cada aluno.

Atuando como mentores, os professores passam a inspirar e a orientar. Acompanham os alunos na leitura de textos, nos vídeos que assistem, nas tarefas em que têm mais dificuldades. Podem testar qual metodologia de ensino alcança maior engajamento e analisar os melhores resultados de acordo com as habilidades de cada estudante.

Com a adoção da tecnologia de cruzamento de dados estruturados em conteúdos multimídia, os alunos não mais assistem às mesmas aulas, ministradas por um professor postado em um pedestal. Com o big data, no lugar de provas, os alunos são avaliados por suas competências, e não mais como another brick in the wall (referência à música protesto do grupo Pink Floyd), e pela evolução nos exercícios e conteúdos acessados no software educacional.

Milhares de alunos concluem a faculdade e tentam ingressar no mercado de trabalho todos os anos, mas alegam ser muito difícil encontrar o primeiro emprego. As empresas, por sua vez, dizem que não conseguem preencher as vagas porque não há profissionais preparados para os desafios de uma economia cada vez mais global e competitiva.

As escolas que têm a coragem de quebrar as fronteiras das salas de aula e que respeitam a individualidade de seus alunos podem preencher esse gap. As que resistem continuam formando só mais um tijolo na parede.

*Luciana Maria Allan é diretora do Instituto Crescer para a Cidadania. Doutora em educação pela Universidade de São Paulo (USP), tem especialização em tecnologias aplicadas à educação

Link: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/pelo-fim-da-sala-de-aula-815377.shtml

05 DE AGOSTO – DIA NACIONAL DA SAÚDE

Lei Nº 5.352, 8/11/1967

No dia 05 de agosto, comemora-se o Dia Nacional da Saúde. A data rememora o dia do nascimento do grande sanitarista Oswaldo Cruz. Além da inestimável contribuição na erradicação de epidemias de peste, febre amarela e varíola, contribuiu para a estruturação das ações de saúde pública no Brasil, para a criação do Instituto Soroterápico Federal (hoje Fundação Oswaldo Cruz) e para a fundação da Academia Brasileira de Ciências.
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A saúde resulta de um equilíbrio físico, orgânico e mental do nosso organismo, conquistado no dia-a-dia. Esse equilíbrio é adquirido através de vários fatores, como uma boa alimentação à base de frutas, verduras, carboidratos, proteínas, pouca gordura e muita água; um bom descanso; alguma atividade física; cuidados com a higiene pessoal; horas de lazer.

O cuidado com a saúde é um hábito que todos devem ter. É importante lembrar de nossa saúde diariamente!

29 de Maio – Dia Mundial da Energia

poupanca-energeticaNo dia 29 de maio comemora-se o “Dia Mundial da Energia”, data que tem por finalidade destacar a necessidade de poupar energia e, consequentemente, diminuir o impacto ambiental e preservar os recursos naturais. É também uma grande oportunidade para relembrar os benefícios que o uso de fontes renováveis traz não só para o meio ambiente, como também para a sociedade, já que sua utilização implica diminuição dos níveis de poluição e um crescimento baseado no desenvolvimento sustentável.

Porém, essa lógica parece ainda não ter sido adotada por boa parte da população. O estudo “Sustentabilidade ambiental no Brasil: biodiversidade, economia e bem-estar humano”, divulgado em fevereiro deste ano pelo Ipea, mostra que a indústria brasileira, por exemplo, tem se tornado menos eficiente no consumo de energia se comparado à produção. Isso quer dizer que esse setor do país tem gastado mais energia para produzir a mesma quantidade em reais. O ideal é que a produção aumente, mas que os gastos e malefícios gerados pelo mau uso da energia diminuam.

Além disso, pesquisas mostram que muitas vezes a preocupação com a quantidade e os tipos de energias utilizadas ainda é vista pelos governos, empresas e pela população em geral como uma questão secundária. Estimativas feitas pelo Instituto Internacional de Economia mostram que, se a população mundial não modificar seus hábitos, a demanda por energia projetada no mundo aumentará 1,7% ao ano até 2030, quando alcançará 15,3 bilhões de toneladas equivalentes de petróleo.

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Pensando na necessidade de reverter esse quadro, o SEPRORJ aproveita a data para dar algumas dicas de como poupar energia:

  • substitua uma lâmpada incandescente de 100W de potência por uma lâmpada fluorescente compacta equivalente (de alta eficiência);
  • apague o forno ou fogão momentos antes de terminar de preparar a sua refeição;
  • regule corretamente a temperatura do congelador;
  • verifique o consumo de energia de cada equipamento antes de comprá-lo;
  • desligue os aparelhos no botão, em vez de desligar no comando;
  • sempre que possível, seque a roupa ao sol e/ou vento;
  • crie o hábito de desligar a luz sempre que sair de um cômodo;
  • depois de carregar aparelhos como celulares, MP3 ou máquinas fotográficas retire o carregador da tomada, caso contrário, continuarão a gastar energia;
  • limpe o pó dos utensílios leves regularmente. Uma grande camada do pó pode bloquear até 50% da produção de luz;
  • use menos água quente, uma quantidade considerável de energia é utilizada para aquecer água.

 

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Faça a sua parte! Incorpore práticas como essas no seu dia a dia e ajude a construir um mundo melhor para aqueles que o habitam, e para as futuras gerações. E fique atento: a economia de energia é também um tema aberto à aplicação das TIC.

 

Fonte: http://www.amambainoticias.com.br/geral/29-de-maio-dia-mundial-da-energia