Luz e consciência para 2018

Por Gabriela Diaz

Toda forma de vida tenta adaptar-se em qualquer circunstância, mesmo quando a morte de um, vira a essência da vida para o outro. Gosto da frase de Lavoisier: na vida nada se perde, tudo se transforma. A vida por si só é pura energia, pois a vida, é vibração. A matéria é só a forma de manifestação que a vida  escolheu para penetrar, dando forma física através das reações químicas! Somos química pura. Somos um corpo físico, matematicamente calculado para gerar vibrações das mais diferentes essências…. E isso é libertador! Isso é a representação da diversidade que somos, e que vivemos.

Saber que somos apenas um campo energético pairando nesse minúsculo planeta 🌍  é o mais belo suspiro de paz interior. A Terra é só um ponto de luz nesse infinito universo. E é exatamente isso que somos também “um ponto de luz”. Do macro ao micro, do micro ao macro somos todos a mesma matéria da criação. Porém o livre arbítrio é a nossa psique, nossa mente é o universo!  E ela é a maior fonte de desequilíbrio do planeta. Pois saber lidar com as possibilidades infinitas que ela nos proporciona se tornou o maior medo da humanidade.

Pacha-Mama

E a chave 🔑 está dentro de você. O medo é a manifestação energética que mais vibra em nossas mentes… não no planeta Terra, Gaia é equilíbrio, Pachamama é Amor. 🌍

A matemática cósmica está em equilíbrio total, e ela está dentro de nós, e você precisa aprender como encontrá-la. Só você saberá qual é a sua jornada aqui para despertar a sua luz! Porém Gaia está doente, estamos todos doentes… podando a nossa própria vida.

Em um mundo doente, estranho alguém achar-se sano! O planeta está enfraquecendo, com tanto medo que geramos em nossas mentes. Nossa mente é uma partícula de energia que gera o desequilíbrio da vida. Somos os seres responsáveis por isso… E essa dor pela qual nós passamos, a Terra também passa, e da mesma forma que isso irá fortalecer sua busca pela cura, e irá mudar o rumo da humanidade!

Chegou a hora que a Terra irá buscar sua sanidade, como muito de nós estamos buscando… E quem estiver junto da Terra poderá agarrar um galho da vida, pois a GUERRA NÃO SERÁ DE ARMAS PARA “TODOS”, A GUERRA DA HUMANIDADE SERÁ PSICOLOGIA! 

 

Que a sanidade mental nos próximos anos seja sua maior e mais preciosa busca.

E que nós enquanto “ aprendizes” escutemos a voz da consciência universal, a voz gerada pelo coração  é a nossa única cura!  Gaia está doente é antídoto ela sabe bem qual é. E se for preciso ela o usará . Se não aprendermos por amor, será pela dor…

As mudanças já começaram e sua tentativa de socorro  É O GRITO DA NATUREZA!

 

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No dia 6 de fevereiro é comemorado o Dia do Agente de Defesa Ambiental,

No dia 6 de fevereiro é comemorado o Dia do Agente de Defesa Ambiental, homenageando aqueles que trabalham pela proteção do nosso meio ambiente e pelo desenvolvimento sustentável.

Mas o que é meio ambiente? É o conjunto de condições e componentes físicos, químicos e biológicos que possibilitam, regem e abrigam a vida em todas as suas formas. É toda a natureza que nos cerca, nos envolve, inclusive nós mesmos e nossa relação com o mundo em que vivemos. Tudo está interligado – pessoas, animais, florestas, rios, lagos, oceanos, cidades, além do ar que respiramos.

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Qual a função do Agente de Defesa Ambiental? É responsável por fiscalizar, resolver e propor atividades e obras para a conservação e prevenção do meio ambiente, através de vistorias, estudos técnicos de locais, análise de processos e avaliação de impactos, visando o cumprimento da legislação ambiental. Esse profissional promove a educação, orientando o público sobre os cuidados existentes para garantir a preservação do meio ambiente, e o seu controle de qualidade. Além disso, é sua função garantir o correto funcionamento do sistema de vigilância, monitoramento e coibição de infratores, e combater os danos causados pelo homem, à natureza.

 

 

Fonte: http://cultivehortaorganica.blogspot.com.br/2013/02/06-de-fevereiro-dia-do-agente-de-defesa.html

CIÊNCIA ESPIRITUAL – DESENHO

Esses vídeos ajudarão a explicar aos alunos um ponto de vista universal sobre diversos assuntos  para nossa própria formação como indivíduo. Devemos nos conhecer para que possamos entender nossa função no Planeta Terra. Assista com o seu coração !

Mas o que isso tem haver com artes?

TUDO!

Na Lição 1, Patchman começa a sua jornada para o desconhecido falando sobre um assunto fundamental. Pensamentos, Emoções e o poder que eles exercem sobre nós. E também, como você pode viver cada momento controlando os seus pensamentos e emoções, orientando você mesmo/a para onde quer ser orientado/a, em vez de permitir que a sociedade moderna lhe diga como você se deve sentir e no que deve pensar.

Tal como você cria a sua realidade, nós também co-criamos as nossas realidades juntos. Nós somos um colectivo! Como uma comunidade, uma cidade, um país e uma espécie, nós decidimos para onde queremos ir e como queremos evoluir. Depende de nós decidir o que vai acontecer na próxima narrativa da raça humana, mas a mudança tem de começar a um nível individual.

 

 

07 de abril — Dia Mundial da Saúde

No dia 07 de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde, uma data criada com a finalidade de conscientizar a população a respeito dos vários aspectos que envolvem a saúde.

Muitas pessoas consideram-se saudáveis quando estão sem nenhuma doença, porém, a falta de enfermidades não significa saúde. Dizer que uma pessoa está saudável requer a análise de um conjunto de fatores, tais como a qualidade de vida e aspectos mentais e físicos.

Em 1946, a Organização Mundial de Saúde aprovou um conceito que visava ampliar a visão do mundo a respeito do que seria estar saudável. Ficou definido então que “a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.

De acordo com esse conceito, percebemos que saúde não é um estado fácil de ser alcançado, uma vez que nem todas as pessoas conseguem viver sem tristezas, sem preocupações e interagindo com o restante da sociedade de maneira harmoniosa. A saúde deve ser vista como uma forma de total bem-estar, que é conseguido não só através do tratamento de doenças ou sua prevenção, mas sim através de qualidade de vida.

De acordo com a lei 8.080 de 1990, a saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. A lei também enfoca que, para ter saúde, alguns fatores são determinantes, tais como a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.

Percebe-se, portanto, que todos os fatores, por mais irrelevantes que possam parecer, afetam a vida de um indivíduo e, consequentemente, a sua saúde. O papel do Estado para garantir o bem-estar da população é fundamental, pois é ele o responsável por garantir a qualidade de vida de cada indivíduo.

No dia 07 de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde, data criada em 1948 pela Assembleia Mundial da Saúde que tem como objetivo conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde populacional. Essa data foi estabelecida para coincidir com a data de fundação da Organização Mundial da Saúde.

Todos os anos campanhas são realizadas a respeito de um tema diretamente relacionado com a saúde. Essas ações são importantes para que a população aprenda a se cuidar e informe-se sobre seus direitos quando o assunto é promoção da saúde.

É fundamental que, além de cuidarmos da nossa saúde, participemos da luta por melhorias em nosso país. Vale destacar que não devemos procurar melhorias apenas em hospitais, devemos lutar por mais segurança, educação, lazer, cultura, entre vários outros direitos básicos e fundamentais para o nosso completo bem-estar.

fonte: Brasil Escola

Consciente Coletivo – Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Pelo fim da sala de aula

Com tecnologia, as escolas podem romper o modelo de ensino tradicional. É preciso só coragem para começar

A palavra Escola tem origem no grego scholé, que significa, curiosamente, lugar do ócio. Fundadas por filósofos na Grécia, as escolas eram espaços para ocupar o tempo livre e refletir, geralmente enfatizando uma área específica do conhecimento. Os alunos estudavam informalmente, sem que fossem separados por séries e em salas de aula, e as disciplinas eram ensinadas por um modelo pedagógico de questionamentos.

Foi somente no século 12 que surgiram as escolas como conhecemos hoje, com crianças enfileiradas e professores como os únicos detentores do conhecimento. Centenas de anos depois, no século 19, as aulas passaram a ser divididas em disciplinas básicas, como ciências, matemática, história e geografia. E nunca mais isso mudou.

Até hoje o aluno exerce um papel coadjuvante no processo de aprendizado. Sufocado em aulas entediantes e soterrado por conteúdos, a única indagação que faz é “por que tenho de aprender isso?” Para passar de ano e ser avaliado no funil estreito do vestibular. E mais nada. Mas, quando chegar a hora de entrar no mercado de trabalho, de que irá adiantar ter decorado a musiquinha da tabela periódica?

Com a digitalização e a organização do conhecimento em bancos de dados, as escolas da geração C, da geração conectada, que não conhece um mundo sem internet, tablets e smartphones, começam a romper com os modelos tradicionais de ensino para colocar os alunos como protagonistas da construção de seu futuro. É chegada a hora de virar a mesa (ou a carteira) e começar a aprender o que realmente interessa.

Essa transformação vem sendo liderada por empresas como a Knewton, que criou um sistema de aplicação do conceito de big data na educação, um ensino adaptativo, personalizado para cada aluno e capaz de envolver, engajar e entender quais são as dificuldades e os próximos conteúdos a ser estudados para uma evolução de acordo com as necessidades e as particularidades de cada aluno.

Atuando como mentores, os professores passam a inspirar e a orientar. Acompanham os alunos na leitura de textos, nos vídeos que assistem, nas tarefas em que têm mais dificuldades. Podem testar qual metodologia de ensino alcança maior engajamento e analisar os melhores resultados de acordo com as habilidades de cada estudante.

Com a adoção da tecnologia de cruzamento de dados estruturados em conteúdos multimídia, os alunos não mais assistem às mesmas aulas, ministradas por um professor postado em um pedestal. Com o big data, no lugar de provas, os alunos são avaliados por suas competências, e não mais como another brick in the wall (referência à música protesto do grupo Pink Floyd), e pela evolução nos exercícios e conteúdos acessados no software educacional.

Milhares de alunos concluem a faculdade e tentam ingressar no mercado de trabalho todos os anos, mas alegam ser muito difícil encontrar o primeiro emprego. As empresas, por sua vez, dizem que não conseguem preencher as vagas porque não há profissionais preparados para os desafios de uma economia cada vez mais global e competitiva.

As escolas que têm a coragem de quebrar as fronteiras das salas de aula e que respeitam a individualidade de seus alunos podem preencher esse gap. As que resistem continuam formando só mais um tijolo na parede.

*Luciana Maria Allan é diretora do Instituto Crescer para a Cidadania. Doutora em educação pela Universidade de São Paulo (USP), tem especialização em tecnologias aplicadas à educação

Link: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/pelo-fim-da-sala-de-aula-815377.shtml

A Fábula da Ecologia e do Tracajá

¨O homem com fome não pode pensar no amanhã¨

 

Ecologia tinha certeza que suas verdades seriam inquestionáveis pela simples razão de existirem.

Ao parar no fim de mais um dia, em um tranqüilo braço de rio, brilhando ainda sob a última luz do solpoente, a Ecologia resolveu ir até uma pequena casa que se avistava ao longe, à primeira vista em muitos dias.130714120117Tracaja_Pracuuba_Foto5

Desembarcando, observou as paredes de toro encostados, cobertos pela palha característica da região, e chegou próxima ao jovem morador, que preparava sua primeira refeição do dia, após o árduo trabalho entre seringueiras e castanheiras.

Observando melhor a panela de barro do jantar, viu que o jovem preparava um tracajá, tartaruga típica do local e que se encontrava em perigo de extinção pelo seu abate indiscriminado.

Indignada, mas sábia, a Ecologia perguntou ao jovem:

– Você sabe o que está comendo?

– Sim, um tracajá.

Tentando encontrar um melhor caminho para resolver a questão, a Ecologia falou:

– Olhe, o tracajá é um animal protegido, inclusive o governo gasta muito dinheiro para criar e conservar a espécie. Além disso, a lei determina que você pode ser preso por crime.

Mas, pela lógica de que o processo deve evoluir, completou:

– Não vou lhe prender. Prefiro que você seja educado e entenda que se você comer este tracajá no futuro, seus filhos não vão mais ver tracajás nos rios.

E o jovem confuso respondeu:

– Mas, eu não entendo, se eu não comer o tracajá eu não vou ter filhos!!!

MORAL

Para implantar uma consciência conservacionista que possui um caráter desenvolvido, em uma região que no mínimo é socialmente e economicamente carente, torna-se necessário primeiro superar a distância entre essas realidades.

¨O homem com fome não pode pensar no amanhã¨.