Ideias Natalinas

Com os restos de materiais do ano letivo, construímos alguns cartões e um grande painel expositivo.

A mensagem principal foi uma reflexa de o quanto a natureza precisa da nossa ajuda. Como podemos ajudar a Mãe natureza?

Partindo dessa problemática, nos sentamos em círculo, cada criança falou como poderia ajudar a natureza. E mais uma vez o trabalho de escuta consciente e o fazer de forma coletiva foram o nosso objetivo maior.

A grande árvore contou coma ajuda de todas as turmas. Com os restos de matérias, doados e recolhidos durante o ano foram confeccionadas as composições. De forma livre os cartões ganharam viva e mensagens positivas.

Confira:

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Proporção do Rosto

Os alunos do 1º ano estão aprendendo sobre o universo circense com sua professora polivalente e em Artes sobre o Rosto. Unindo as propostas  temos essa atividade.

🤡 – Atividade sobre as proporções do rosto

Não direcionada (5 anos/ não alfabetizada)

Todo material foi entregue sem nenhum roteiro estabelecido de como compor a fisionomia do palhaço. Pude observar  que grande parte das crianças trabalharam por associações de formas e cores. Que na verdade não é nenhuma novidade!

Mas que confirma o quanto somos condicionados ao mundo 🌍que nos cerca (Wallon). As crianças reconhecem nas outras que possuem espírito de liderança, um caminho para sua própria aprendizagem, imitando ou não.

Mas, vamos lá…

Passei no final (quando todos já haviam acabado)um vídeo sobre expressões faciais (link abaixo). E assistimos um espetáculo do Cirque Du Soleil. Livres na sala eles poderiam imitar e assistir ao mesmo tempo.

 

Antes de dar o primeiro passo a maior parte das crianças observam o mundo ao seu redor. 

Problemática social:

Então, o que você anda falando e deixando seu filho/estudante assistir na TV?

Observe se isso realmente tem sentido para suas aulas e vida cotidiana.

 

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Como fazer um fundo para reutilizar um banner

Sem ideia para fazer um fundo criativo com a cara dos pequenos?

Então que tal chamar os pequenos artistas para ajudar. Os pequenos da E.I (4 anos) colocaram a mão na tinta e saíram carimbando o fundo do painel. A orientação para obter as cores de forma “limpa”, sem virar aquele borrão de cor cinza. Foi não esfregar as mãos na tinta, apenas apertar! Use o lado cinza se não tiver muitos trabalhos para colocar.

Confira o resultado:

Pintura com pó orgânicos


Valorizar o processo criativo

 

Possibilitar  as crianças que conheçam outras formas, texturas e materiais para criar, brincar, cheirar, comer e sujar-se …

  É na troca de experiências que descobrimos uma nova possibilidade de inventar!

Artista usa pó de janelas de carros para “pintar”

O americano Scott Wade usa materiais inusitados para fazer sua arte: poeira e vidros de carros. Ele pinta obras complexas usando apenas o pó que fica sobre as janelas dos carros.

A “pintura” dura apenas até a próxima lavagem, mas o trabalho detalhista de Wade chama a atenção. Assista no vídeo abaixo como funciona o processo de realização da obra:

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Processo

  • Podemos falar de onde esses pós vieram (estudo da origem da matéria prima), ex: pó de café – De onde vem o café?

A palavra “café” vem do árabe Kahoua ou Qahwa (o excitante) e designa: o fruto do cafeeiro; bebida preparada por infusão de água quente com café torrado e moído; lugar público onde se tome café ou outras bebidas; cor café, um marrom escuro que lembra o grão de café torrado.

 

  • Vamos cheirar o pó de café? (Deixar que eles relatem suas experiências passados).
  • Como podemos pintar com o pó? (deixar que investiguem possibilidades).
  • Como fixar o pó no papelão? (deixar que investiguem possibilidades).

Fazer artístico

Liberta total de expressão (coletiva e individual)

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Materiais

  • pó (elementos orgânicos ou sustentáveis)
  • Qualquer tipo de tempero
  • café em pó
  • urucum
  • cúrcuma
  • curry
  • moringa em pó
  • cola branca
  • suporte de papelão diversos
  • moldura: pode ser feita com grãos, pedrinhas ou tiras de papel colorido

Boas experimentações!


 

Decoração Sustentável – Festa Junina


Ideias para ajudar a decorar a festa e ser consciente!

 

 As Festas Juninas são celebradas ao longo do mês de junho. Sua origem foram as festas pagãs, com fogueiras e queimas de fogos para afugentar os maus espíritos. Elas começaram nos campos e plantações originando os trajes típicos de caipiras e sinhazinhas, com casamento de roça, discurso do padrinho, as capelinhas decoradas etc.

Com o passar do tempo, as festividades foram tomando um cunho religioso. Pela tradição, a festa junina consiste em celebrar os bons resultados da colheita e também, pedir que o próximo plantio traga bons frutos. São João é o santo protetor das colheitas e se faz comemorar com seus seguidores: Santo Antonio e São Pedro (assim, 24, 13, 29 de junho).

(fonte: http://www.smartkids.com.br/trabalho/festa-junina)

Decoração 

Aqui estão algumas sugestões para enfeitar sua escola, empresa ou casa com materiais que já iriam para o lixo.

Mas você , ser humano consciente… deu vida, cor e magia para eles:

Materiais:

  • revistas velhas
  • jornais velhos
  • barbate
  • retalhos de papel
  • catálogos de livros
  • troncos secos
  • fitas de cetim (ano anterior)
  • cola branca
  • papelão
  • cabo de vassoura
  • caixa de ovo
  • caixa de sucos
  • retalhos de papel

Use sua criatividade e consciência !

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AUTO-CONSCIENTIZAÇÃO PELO ATO DE PLANTAR

Uma sugestão para o dia das mães ou  da família na escola é realizar uma atividade consciente. Então vamos plantar?

Sobre a arte de plantar…

“A arte de criar um cantinho especial e cheio de vida é uma atividade muito relaxante que alivia o estresse do dia a dia e até melhora o humor. Segundo especialistas, o contato direto e pleno com a natureza influencia a saúde física e mental das pessoas através de uma espécie de distração positiva. Sentir a terra molhada nos dedos, podar ramos, manusear sementes, regá-las e outras tarefas relacionadas à jardinagem ajudam a desenvolver os sentidos e podem funcionar como uma terapia alternativa, estimulando ainda mais a vontade de viver”.

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Uma proposta encantadora para realizar em família na escola, criar um ambiente onde  todos estão participando do processo de construção ou revitalização, proporciona auto-conscientização.  Essa atividade resulta no aproximar da família à escola, e a mesma passará a zelar mais  pelo espaço escolar, reconhecendo-se como  parte ativa e integrada do local.

Poderia listar inúmeros benefícios dessa atividade, afinal, a relação do homem com a natureza é sem dúvida a maior fonte de energia e vitalidade, desencadeando o processo criativo de forma espontânea e intuitiva, sendo gratificante, prazeroso e verdadeiro esse contato.

E no caso daqueles que não gostam de por a mão na terra?

Para os casos de pessoas que não “conseguiram” interagir de forma prazerosa, deixo uma ressalva:  se no ato presente foi ruim por a mão na terra, podemos entender naturalmente que isso ocorra com algumas pessoas que desde criança não foram “apresentadas” ou relacionaram-se com a natureza.  Mas a resposta esta no que podemos chamar de subconsciente, local onde guardamos nossa identidade ancestral e mais primitiva, para JUNG é chamado também de inconsciente coletivo. Com certeza nesse local, se podemos chamar assim, a atividade aguçou os sentidos e registrou uma aproximação… As vezes não damos conta, pois estamos muito distantes de nós mesmos, da nossa essência e agimos de forma superficial e egocêntrica, não nos permitindo conectar-se com a vida. Mas esta lá registrado, talvez no próximo contato a pessoa já perceba uma sutil diferença, e se persistir nessa busca, a transformação acontecerá. Assim a pessoa não terá mais problemas em por a mão na vida, a terra!


Materiais

  • Potes reciclados (potes diverso e canos de pvc);
  • sucatas, restos de materiais de outros eventos;
  • tinta (acrílica para não sair) para pintar, diversas cores;
  • pinceis, panos e potes com aguá;
  • mudas de plantas diversas (preferencia para ervas e comestíveis)

A arte e a criatividade fica por conta de customizar e enfeitar os vasos, confira:

Para fazer no dia do índio – 19 de Abril

O dia do índio, celebrado no Brasil em 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto-lei 5540 de 1943, A data de 19 de abril foi proposta em 1940, pelas lideranças indígenas do continente que participaram do Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México.

Vamos começar conscientizando sobre nossas origens e a cultura indígena:

  • Vídeo educativo e informativo nota: 10 ;
  • Fazer levantamentos, sobre o conteúdo do vídeo;
  • Educador assistir antes de passar aos alunos (planejamento…sempre!  Assim você direciona os temas abordados, aqueles que você acredita ser necessário acontecer reflexões), pois irão haver muitas perguntas e questionamentos.
  • Pausar  durante o vídeo e fazer a intervenção na hora é a melhor forma de abordagem e aprendizagem, justifica o campo da neurociência!

 

Roda de conversa:

  • O que vocês acharam?
  • A vida do índio é bem parecida com a nossa na cidade?
  • O índio hoje, tem seus direitos reconhecidos, como terra e comida ?

     Mais um vídeo para passar depois do roda de conversa!

 

Fazer artístico

Vamos começar dançando,  fazendo um roda e contemplando a natureza como os índios fazem (usar espaços como pátio ou quadra).   Acredito que  passar um pequeno vídeo deles fazendo suas danças e celebrações enriquece o processo criativo.

Pintura de rosto com tintas naturais ou tintas de rosto.

Confeccionar: cocar e chocalho (uma aula antes).

Criar uma narrativa teatral….  trabalhar o imaginário. Vamos designar  uma função na tribo para cada criança e grupo.

O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses. Ele também é o curandeiro, pois conhece todos os chás e ervas para curar doenças. Ele que faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses da floresta e dos ancestrais para ajudar na cura. O cacique, também importante na vida tribal, faz o papel de chefe, pois organiza e orienta os índios. Os caçadores, que trazem o alimento das florestas, as mulheres que fazem o plantio e utensílios, e os  curumins que são as crianças da tribo.

Deixem que criem seus roteiros, aprendam a desenvolver trabalhos coletivos de forma cooperativa, assim como os índios.