Técnica mista Sustentável -Felicidade Eudaimonia

Técnica mista e sustentável, afinal quase 90% do material foi reaproveitado e a obra realizada de forma compartilhada!

Os alunos criaram suas obras de acordo com a proposta estabelecida:

Vocês estão livres para criar neste suporte (tela velha), o que quiserem…Trabalhando em equipe!

Deixar que as crianças façam suas composições de acordo com suas emoções, sem mostra referencias artísticas,  pode ser um caminho ousado para uns, mais a liberdade total de expressão, ajuda na criatividade e exerce no cérebro “prazeres cognitivos” estimulando os dois hemisférios cerebrais, a neurociência já provou isso. A felicidade está no ato de compartilhar, dividir, ajudar o próximo, vivenciar o bem-estar com outras pessoas, transcender o individualismo.

A BUSCA DE PRAZER DE FORMA HEDÔNICA ALTERA O PADRÃO DE EXPRESSÃO GENÉTICA DE MANEIRA SEMELHANTE AO ESTRESSE, ENQUANTO A FELICIDADE LIGADA AO SENTIDO, OU EUDAIMONIA, TURBINA O SISTEMA IMUNE

A nova ciência da Psicologia Positiva tem ampliado seus estudos em diferentes domínios, incluindo pesquisas em Neurociências. Uma das questões fundamentais para a Psicologia Positiva é o avanço na compreensão científica da felicidade. O conceito de bem-estar subjetivo, atualmente, se desdobra em duas importantes vertentes. Os psicólogos positivos distinguem entre dois tipos essenciais de bem-estar subjetivo, a felicidade eudaimônica e a hedônica. Enquanto a felicidade hedônica se refere primariamente à somatória das experiências afetivas positivas vivenciadas por um indivíduo, a felicidade eudaimônica, um conceito originalmente formulado por Aristóteles, envolve um senso de propósito e direcionamento da vida para alcançar um potencial. A eudaimonia é um tipo de felicidade mais profunda, que resulta do esforço feito em direção a algo maior que tenha sentido para a pessoa, algo com nobreza na proposta e que ultrapasse a simples autogratificação.

Para saber mais:
Fredrickson, B. L. et al. A functional genomic perspective on human well-being, PNAS – Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 110, n. 33, p. 13684-13689, July 29, 2013.

Confira:

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Objetivo:

Criar sem limitação, trabalhar a criatividade.

Fundamental I e II

Materiais  sustentáveis diversos, tinta guache e tinta acrílica, suporte- tela usada, spray, amor e compartilhamento.

 

22 de Abril – Dia Internacional da TERRA

PLANETA TERRA, GAIA, PACHAMAMA É A NOSSA CASA, CUIDE DELA!

 

Como surgiu o Dia Internacional da Terra


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O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson.
Em 22 de abrl de 1970, o político convocou o que foi considerado o primeiro protesto contra a poluição. De acordo com dados divulgados na época, mais de 20 milhões de pessoas participaram do ato em todos os EUA.
Foi adotado internacionalmente em 1990, e então é festejado a cada 22 de abril.
O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
O objetivo principal é conscientizar aos habitantes do planeta Terra a importância e a necessidade da conservação dos recursos naturais do mundo.
Hoje, o Dia da Terra é celebrado em mais de 190 países, com a participação de cerca de 1 bilhão de pessoas.

O NOSSO PLANETA TERRA


A Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos e existem várias teorias para o “nascimento” do planeta.
A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural.
A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água (1,59 bilhões de km3). A quantidade de água salgada é 30 vezes a de água doce, e 50% da água doce do planeta está situada no subsolo.

A atmosfera terrestre vai até cerca de 1.000 km de altura, sendo composta basicamente de nitrogênio, oxigênio, argônio e outros gases.

Há 400 milhões de anos a Pangéia reunia todas as terras num único continente. Com o movimento lento das placas tectônicas (blocos em que a crosta terrestre está dividida), 225 milhões de anos atrás a Pangéia partiu-se no sentido leste-oeste, formando a Laurásia ao norte e Godwana ao sul e somente há 60 milhões de anos a Terra assumiu a conformação e posição atual dos continentes.

O relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes (vulcanismo), abalos sísmicos, ventos, chuvas, marés, ação do homem) que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal/ China com aproximadamente 8.848 metros acima do nível do mar. A Terra já passou por pelo menos 3 grandes períodos glaciais e outros pequenos.

A reconstituição da vida na Terra foi conseguida através de fósseis, os mais antigos que conhecemos datam de 3,5 bilhões de anos e constituem em diversos tipos de pequenas células, relativamente simples. As primeiras etapas da evolução da vida ocorreram em uma atmosfera anaeróbia (sem oxigênio).

As teorias da origem da vida na Terra, são muitas, mas algumas evidências não podem ser esquecidas. As moléculas primitivas, encontradas na atmosfera, compõe aproximadamente 98% da matéria encontrada nos organismos de hoje. O gás oxigênio só foi formado depois que os organismos fotossintetizantes começaram suas atividades. As moléculas primitivas se agregam para formar moléculas mais complexas.

A evidência disso é que as mitocôndrias celulares possuam DNA próprio. Cada estrutura era capaz de se satisfazer suas necessidades energéticas, utilizando compostos disponíveis. Com este aumento de complexidade, elas adquiriram capacidade de crescer, de se reproduzir e de passar suas características para as gerações subseqüentes.

A população humana atual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões de pessoas e a expectativa de vida é em média de 65 anos.

Para mantermos o equlíbrio do planeta é preciso consciência dessa importância, a começar pelas crianças. Não se pode acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, pois não haverá como repô-los. O pensamento deve ser global, mas a ação local, como é tratado na Agenda 21.

 

Problemática



A temperatura média da Terra gira em torno de 15º C. Isso ocorre porque existem naturalmente gases, como o dióxido de carbono, o metano e o vapor d´água em nossa atmosfera que formam uma camada que aprisiona parte do calor do Sol. Se não fossem esses gases, a Terra seria um ambiente gelado, com temperatura média de -17º C. Esse fenômeno é chamado de efeito estufa. Não fosse por ele, a vida na Terra não teria tamanha diversidade.

Só que desde a revolução industrial, começamos a usar intensivamente o carbono estocado durante milhões de anos em forma de carvão mineral, petróleo e gás natural, para gerar energia, para as indústrias e para os veículos.

Somente no último século, a temperatura da Terra aumentou em 0,7º C. Parece pouco, mas esse aquecimento já está alterando o clima em todo o planeta.

O homem é o principal responsável por este problema. E é ele que precisa encontrar soluções urgentes para vitar grandes catástrofes.

FONTE: http://cmqv.org/website/artigo.asp?cod=1461&idi=1&moe=212&id=15800

 

19 DE ABRIL DIA DO ÍNDIO

A comunidade indígena pede SOCORRO em silêncio por não ser ouvida!

E nós educadores temos o dever de ser essa voz latente e pura… Ecoando nas paredes das nossas escolas.

Criar atividades para contemplar essa data é muito importante e consciente, afinal, é a nossa ancestralidade, nosso sangue, seu e meu DNA e a nossa essência.

Vamos conscientizar os alunos que o ser humano pode sim viver em harmonia com a natureza, as comunidades indígenas são um ótimo exemplo disso.

Proposta


Para todas as turmas. Educação Infantil, Fundamental e Médio!

Pinte, dance, brinque e deguste tudo que for da temática indígena!

Nesse site você encontrará muitas ideias:

http://pibmirim.socioambiental.org/como-vivem/brincadeiras/

http://pibmirim.socioambiental.org/artes

http://pibmirim.socioambiental.org/como-vivem/alimentacao

 

Isoporgravura

 A isoporgravura é uma arte baseada na xilogravura

xilogravura

substantivo feminino
  1. 1.
    arte e técnica de fazer gravuras em relevo sobre madeira.
  2. 2.
    estampa obtida através dessa técnica.
    A técnica mais antiga de gravura é a xilogravura, que foi inventada como um método de impressão sobre tecido na China, no Egito e no Império Bizantino. A técnica alcançou a Europa através dos Impérios Bizantino e Islâmico antes de 1300. O papel chegou à Europa um pouco depois, também vindo da China através da Espanha Islâmica e já era fabricado na Itália.

A técnica de isoporgravura é muito utilizado por arte-educadores, pois ensinar a xilogravura para crianças requer muito cuidado, e dependendo da idade, é quase impossível, pois necessita força e muita atenção ao manusear as goivas!

Proposta


Usando a ponta do lápis para fazer um desenho em uma bandejinha de isopor, afundando o lápis para que ficasse um desenho em baixo relevo, depois passamos com um rolinho um pouco de tinta e pressionamos a bandejinha sobre a folha. Aperte todos os cantos da folha sobre o isopor.

 

ARTISTA PARA REFERENCIAR A AULA


 

Pelo fim da sala de aula

Com tecnologia, as escolas podem romper o modelo de ensino tradicional. É preciso só coragem para começar

A palavra Escola tem origem no grego scholé, que significa, curiosamente, lugar do ócio. Fundadas por filósofos na Grécia, as escolas eram espaços para ocupar o tempo livre e refletir, geralmente enfatizando uma área específica do conhecimento. Os alunos estudavam informalmente, sem que fossem separados por séries e em salas de aula, e as disciplinas eram ensinadas por um modelo pedagógico de questionamentos.

Foi somente no século 12 que surgiram as escolas como conhecemos hoje, com crianças enfileiradas e professores como os únicos detentores do conhecimento. Centenas de anos depois, no século 19, as aulas passaram a ser divididas em disciplinas básicas, como ciências, matemática, história e geografia. E nunca mais isso mudou.

Até hoje o aluno exerce um papel coadjuvante no processo de aprendizado. Sufocado em aulas entediantes e soterrado por conteúdos, a única indagação que faz é “por que tenho de aprender isso?” Para passar de ano e ser avaliado no funil estreito do vestibular. E mais nada. Mas, quando chegar a hora de entrar no mercado de trabalho, de que irá adiantar ter decorado a musiquinha da tabela periódica?

Com a digitalização e a organização do conhecimento em bancos de dados, as escolas da geração C, da geração conectada, que não conhece um mundo sem internet, tablets e smartphones, começam a romper com os modelos tradicionais de ensino para colocar os alunos como protagonistas da construção de seu futuro. É chegada a hora de virar a mesa (ou a carteira) e começar a aprender o que realmente interessa.

Essa transformação vem sendo liderada por empresas como a Knewton, que criou um sistema de aplicação do conceito de big data na educação, um ensino adaptativo, personalizado para cada aluno e capaz de envolver, engajar e entender quais são as dificuldades e os próximos conteúdos a ser estudados para uma evolução de acordo com as necessidades e as particularidades de cada aluno.

Atuando como mentores, os professores passam a inspirar e a orientar. Acompanham os alunos na leitura de textos, nos vídeos que assistem, nas tarefas em que têm mais dificuldades. Podem testar qual metodologia de ensino alcança maior engajamento e analisar os melhores resultados de acordo com as habilidades de cada estudante.

Com a adoção da tecnologia de cruzamento de dados estruturados em conteúdos multimídia, os alunos não mais assistem às mesmas aulas, ministradas por um professor postado em um pedestal. Com o big data, no lugar de provas, os alunos são avaliados por suas competências, e não mais como another brick in the wall (referência à música protesto do grupo Pink Floyd), e pela evolução nos exercícios e conteúdos acessados no software educacional.

Milhares de alunos concluem a faculdade e tentam ingressar no mercado de trabalho todos os anos, mas alegam ser muito difícil encontrar o primeiro emprego. As empresas, por sua vez, dizem que não conseguem preencher as vagas porque não há profissionais preparados para os desafios de uma economia cada vez mais global e competitiva.

As escolas que têm a coragem de quebrar as fronteiras das salas de aula e que respeitam a individualidade de seus alunos podem preencher esse gap. As que resistem continuam formando só mais um tijolo na parede.

*Luciana Maria Allan é diretora do Instituto Crescer para a Cidadania. Doutora em educação pela Universidade de São Paulo (USP), tem especialização em tecnologias aplicadas à educação

Link: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/pelo-fim-da-sala-de-aula-815377.shtml

Apoie a concretização do sonho dos nossos educandos

Educadores sem fronteiras

A Missão

Apoiar crianças e adolescentes em risco social, proporcionando o desenvolvimento das potencialidades do cidadão, através da educação complementar e da democratização do conhecimento.

 

Apoie a concretização do sonho de um de nossos educandos com uma doação. Todos os recursos arrecadados são utilizados para:

  1. Dar condições para que educandos carentes tenham acesso a uma educação de qualidade.
  2. Manter a estrutura necessária para que a organização produza resultados efetivos e promova transformações sociais

    Qualquer valor faz diferença, mas sugerimos R$ 10, R$ 20 ou R$ 50 para pessoas físicas e R$ 100, R$ 200 ou R$ 500 para pessoas jurídicas.

    Faça a sua doação agora mesmo. É só clicar:  http://www.educadoressemfronteiras.org.br/home#!faca_parte

 

A escola mais verde do mundo

Em Bali, na Indonésia, fica a Green School, que abriga 330 estudantes de 50 nacionalidades e tem um jeito diferente de ensinar


Você é uma criança. Mora ao lado da escola, em uma casa feita de bambu. De manhã, acorda com os passarinhos e caminha até o campus. Alguns passos e já enxerga a ponte, também de bambu, que a leva até o jardim; o verde das árvores, vistoso, toma conta dos olhos. Você faz um carinho no filhote de cabra, dá bom-dia aos outros animais, passa pela lagoa de aquicultura e segue o caminho de pedras até o campo de educação física, a primeira aula do dia.


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Terminados os exercícios, você caminha para a aula de música. Daqui a pouco tem recesso. Meia hora depois, chega o momento de ir para a sala de aula. Ela não tem paredes. Você se senta na cadeira e puxa a mesa, ambas de bambu, para continuar o dia de aprendizados. Olha para frente e enxerga o quadro branco feito a partir de para-brisa de carro. É hora de aprender bahasa, a língua local, seguida de matemática e inglês.

O tempo passa rápido e você nem nota que já está na hora de almoçar. Vai até a cantina e se delicia com os pratos – os vegetais são plantados ali atrás, na horta orgânica de que você ajuda a cuidar. Ainda pensa se quer experimentar se tornar vegetariano, vai discutir a questão com sua professora mais tarde. Ops, uma e quinze, corre para a aula de empreendedorismo. Ah, não se esqueça também de preparar o material para o projeto da comunidade ali perto, no qual você ajuda a plantar um campo de arroz.

No fim da tarde, seus colegas de escola se reúnem em uma grande poça de lama. E assim você termina o dia: correndo, brincando e se esbaldando na lama – sem se preocupar se sua mãe vai ficar brava com toda aquela sujeira. Ela parece gostar de ver você se divertindo.

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A história acima não é fruto da minha imaginação. Faz parte da rotina dos 330 estudantes de 50 nacionalidades e seis continentes da Green School*, localizada na cidade de Ubud, na ilha de Bali, Indonésia, em um terreno de 16 hectares no meio da floresta. Em 2012, foi considerada a escola mais verde do planeta – e não é à toa.

O foco da escola é a sustentabilidade, começando pela estrutura: os banheiros têm um sistema de compostagem; o bambu, material local, é largamente usado como matéria-prima; os alunos aprendem a cultivar o jardim orgânico e a cuidar dos animais. Até o momento, 80% da escola funciona com energia solar, com planos de atingir 100% em alguns meses, e a construção valoriza a luz natural – os raios do Sol entram por entre as frestas do bambu

ESCOLA ORGÂNICA
Idealizada em 2006 pelo casal John e Cynthia Hardy, a Green School começou a funcionar oficialmente em setembro de 2008, com 90 alunos. Ele canadense, ela americana, ambos se encantaram com as ideias do educador Alan Wagstaff, que já havia arquitetado uma learning neighborhood (“comunidade de aprendizado”, em português) no documento Three Springs.

Alan sonhava com uma vila onde a escola fosse o centro de atividades educacionais, sociais e comerciais. O foco recairia inteiramente sobre os estudantes, e quatro premissas fundamentais formariam a base educacional: capacidades físicas (o que ele chamou de kq), emocionais (eq), intelectuais (iq) e sinestésicas (sq). Ele também idealizou uma comunidade participativa, integrada e desenvolvida ao redor da escola – que seria também utilizada para festivais e eventos culturais.
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Com a Green School, a visão de Wagstaff se tornou realidade. O currículo é bem diferente, apesar de todos aprenderem as disciplinas acadêmicas básicas, como matemática, inglês e bahasa, a tal língua local. Há, por exemplo, aulas temáticas nas quais meninos e meninas são desafiados a desenvolver as capacidades citadas ao lado (físicas, emocionais, intelectuais e sinestésicas). E todos aprendem, ainda, metodologias de cooperação e são apresentados à teoria de inteligências múltiplas do pesquisadorHoward Gardner, renomado psicólogo de Harvard.

Por fim – e para atrelar a teoria à prática -, os estudantes, constantemente, analisam casos de empresas reais e são estimulados a se envolverem em projetos práticos na escola e na comunidade. Nas turmas do ensino médio, por exemplo, os estudantes têm a aula empresa verde, na qual são instigados a elaborar uma ideia para criar seu próprio empreendimento sustentável.

Além disso, a instituição é totalmente integrada à comunidade que a rodeia: tanto o café como o restaurante da escola são geridos pelos pais dos estudantes e o lucro, revertido para bolsas de estudo que possibilitam o engajamento de alunos locais, que constituem cerca de 10% do corpo estudantil. À medida que a primeira turma do colegial se prepara para entrar na universidade – a formatura ocorre em junho -, desenha-se a questão: será que uma educação diferente é capaz de formar cidadãos conscientes, preocupados com suas ações no mundo e em como mudá-lo para melhor? Que caminhos seguirão?

O educador Paulo Freire gostava de dizer que a escola deveria ensinar o aluno a “ler o mundo”, a “conhecer a realidade”, para então conseguir transformá-la. O que se vê na Green School é exatamente isso: um lugar sem paredes, que não delimita fronteiras e que ajuda seus alunos a despertarem o que têm de melhor.

*Green School
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Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/a-escola-mais-verde-do-mundo-797929.shtml
Daiana Stolf é consultora em educação internacional e sonha com o dia em que toda escola será transformadora. Juliana Russo trabalha como ilustradora há dez anos e faz parte do projeto jornalístico Cidades para Pessoas.